MENSAGEM À JUVENTUDE

de Kees van Rijn 

 Kees van Rijn foi um soldado das odiadas Waffen-SS do III Reich, editamos neste número um extracto de uma carta sua datada de Janeiro de 1996, os direitos da tradução e edição deste documento foram cedidos, em Portugal, pelo actual editor da Resistance Records, ao MNSA,,  visto que a sua edição original foi na revista Resistance número 7. Todos os interessados em adquirir a revista Nacional Socialista RESISTANCE, podem fazê-lo enviando 1500$00  para o endereço: Resistance Records, P.O.Box 67, Hillsboro, WV 24946, EUA, ou pelo e-mail  ou ainda através da sua página na internet: http://www.resistance.com.

 

 É muito bom ver que a mensagem da sobrevivência Racial, nacional e cultural se está a espalhar na juventude de hoje. Através dos tempos, houve muitos ataques à nossa herança, de Genghis Khan, a Átila o Huno, até à moderna praga do comunismo e dos avanços de Estaline. Quando uma ameaça se levanta contra o nosso Povo, devemos estar lá para a impedir.

 Porque somos tão resistentes à dominação, a Raça Branca por vezes fica com um mau nome. Mas nós existimos, e os nossos inimigos não nos conseguem imaginar longe deles, tal como nós não conseguimos imaginar que cá não estão os pretos, os Asiáticos, os Árabes, ou qualquer outro povo que exista na face desta Terra. Eles estão cá, e temos de aprender a viver no mesmo planeta. Não os podemos matar a todos, e essa não é a minha intenção. Eu não quero assassinar os não brancos, apenas não quero viver com eles. Somos demasiado diferentes na maquilhagem Racial e cultural para que possa resultar. Não quero mandar neles, não quero ser controlado por eles, simplesmente não preciso deles. Tenho a minha própria cultura e modo de vida.

 É um plano pouco conhecido da Alemanha Nacional Socialista possuir intercâmbios culturais com outras Raças, para enriquecer a nossa educação sobre o mundo em que vivemos. A diversidade humana é algo que deve ser compreendido, não entorpecido pela igualdade que diz que somos todos iguais. Não somos. Não quisemos misturar-nos racialmente com outros povos, como sabemos iria destruir a nossa civilização. Lutei com todos os meios ao meu dispor para evitar que tal acontecesse.

 Eu queria salvar a Raça Branca da desonra e da destruição, é essa a razão pela qual me juntei às Waffen SS. Por esta causa quase enregelei até à morte na frente Russa. Por esta causa milhões de pessoas deram a sua vida, apenas para defender a nossa integridade Racial e cultural! Foram os nossos sacrifícios que nos tornaram no que somos hoje, foram os sacrifícios dos nossos antepassados que foram pagos em sangue que asseguraram a nossa evolução como um povo orgulhoso!

 Construímos a nossa civilização  a partir do nada, através da nossa própria genuinidade. Hoje ouvimos disparates sobre devermos o nosso progresso aos negros, mas isso é uma farsa bastante óbvia, porque o homem negro não conseguiu alcançar nada pelos seus próprios meios.

 Tentem focar-se no que é importante nas vossas vidas. Deves aprender sobre a tua própria linhagem, a história do teu povo que o sistema tenta enterrar hoje em dia. Lê um livro, ouve os conselhos de pessoas que são sábias o suficiente para os dar. No teu tempo livre, pensa sobre isso e tenta planear algo através do qual possas alcançar os teus objectivos. Tenta levar a verdade a outras pessoas, mas sê inteligente, e tenta evitar que a polícia te arrombe as portas e te prenda. Porque cada minuto que passas nas prisões do ZOG, é um minuto em que estás impedido de desempenhar tudo o que podes.

 Outra coisa que gostava de ensinar à juventude hoje é a comportarem-se, e a agir como uma pessoa de respeito. Temos de recuperar os valores da decência e do respeito para aqueles que entre nós já se esqueceram desses princípios. Porque essa é uma das nossas maiores forças: a decência, e manterse-á sempre como a nossa maior força, enquanto existirmos como povo. Não importa de que modo a encares, mantêm-se sempre a mesma. A brutalidade nunca obtém bons resultados. Para aqueles que pensam que podemos resolver este problema massivo com actos de violência, aconselho-lhes precaução. Não se esqueçam da palavra diplomacia. Nem sempre podemos seguir em linha recta em direcção ao nosso objectivo. Por vezes as circunstâncias requerem que faças ajustes aos teus planos.

 Deves honrar, admirar e respeitar os grandes homens do passado, como Adolf Hitler. Mas lembra-te de que não podemos resolver os nossos problemas ao imitá-los. Eles viveram na sua época, e lidaram com o seu mundo do melhor modo que puderam. Aproveita a sua sabedoria, e aplica-a inovadoramente aos nossos tempos, e então ainda resultará. Gritar "Heil Hitler", esvoaçar bandeiras com a suástica, e beber muita cerveja não são a resposta. Não iremos resolver nada ao fazê-lo. É um acto de desrespeito para com todos aqueles grandes homens, quando usas botas sujas, com calças de ganga sujas e rotas, com uma lata de cerveja na mão enquanto berras e gritas "Sieg Heil" perante uma foto de Hitler. Não o estás a honrar através dessa conduta, mas a desgraçá-lo! Age como os verdadeiros Nacional Socialistas agiram… e então serás digno de ambas a suástica e a história do Nacional Socialismo.

 É bom falar sobre história, e podes aprender muito através dela, mas agora temos de olhar para o futuro. O que também temos de fazer é acabar com todas as mentiras que estão a ser espalhadas sobre os nossos soldados, e temos de o fazer rapidamente! Ao comportarmo-nos como verdadeiros Homens Brancos, ao emular a grandeza desses bravos soldados, estarás a desmentir as mentiras sobre os Nacional Socialistas serem más pessoas. Estes homens deram a vida aos milhões para que tivesses hipóteses de viver, agora deves honrar a sua memória através da tua conduta. Este é o teu dever!

 Enquanto viver terei sempre a porta aberta para a juventude com boas intenções. Podem vir visitar-me e tentarei ajudá-los, com conselhos e feitos e com tudo o que estiver ao meu alcance para o fazer, até posso chamar outros antigos camaradas para ajudar. Farei isto para construir fortes e sólidos alicerces, sobre os quais devemos construir a nossa nova nação. Para isto nunca estou velho demais, nem cansado demais.

Kees van Rijn, Jan '96

Extraído da web do Movimento Nacional-Socialista Atlântico