SOCIALISMO, NACIONALISMO, BIOLOGISMO

por Otto Erlach

  O caos geral, a ausência de paz e de amor transforma a ordem e o cosmos. Estas são as conclusões concordantes dos numerosos casos, é a situação actual da humanidade. Mas são também, da mesma maneira, o alvo da guerra psicológica dos grandes banqueiros contra a Europa e a raça branca.

 O internacionalismo fornece a humanidade, mas o homem possui uma capacidade de amar limitada e essencialmente inadaptada. Quem ama tudo não ama nada! Quem se crê responsável de tudo não assume nenhuma responsabilidade. A filantropia que ama a humanidade retira o seu amor àqueles que naturalmente têm o direito – ao seu próximo.

 Fazer do próximo o mundo inteiro é anti-humano, gravemente abiológico, logo prejudica a vida! Hoje, a batalha decisiva desenrola-se entre o internacionalismo e o nacionalismo. Dela depende o continuar da humanidade. O nacionalismo protege o espaço vital do indivíduo e da comunidade. Ele favorece a diferença e permite a evolução, logo a sobrevivência da humanidade. O internacionalismo aboliu a diferença, o combate pela igualdade dos homens e prejudica toda a evolução, toda a ascensão humana.

 A actual e nefasta situação do homem resulta da vitória das potências internacionais em 19465. Depois, as doutrinas internacionais foram desmascaradas como as utopias, a grande parte é de caracter científico do marxismo. Assim o comportamento social do homem apresenta dividendos patológicos e deliquescentes. A ONU – na realidade é um instrumento dos grandes banqueiros – esforça-se por dissimular a sua face e modificar a natureza social do homem. Mais não faz do que tentar alterar o comportamento social natural. Mas sem resultado!

 Na realidade, as relações entre os homens   desenvolvem-se sobre um caos total por causa do egoísmo ilimitado inerente ao sistema internacional. Todos lutam contra todos. O amor ao próximo desapareceu. As mães matam os filhos. Os homens recusam-se a proteger a vida!

 Se o nacionalismo protege os espaço vital do homem com a sua diversidade, o socialismo ordena o espaço vital de tal maneira que de um lado os fracos (mulheres, crianças e reformados) são protegidos, mas que, do outro lado, a selecção é mantida no interior da comunidade. Tal é a elevada sabedoria a que o homem deveria atender! Tal é a garantia do seu futuro!

 Um socialismo internacionalista é impossível, veja-se a sua oposição à família, ao povo e à autoridade. A situação actual do homem o prova claramente. Os partidos internacionalistas, mesmo "socialistas" não reúnem os homens dotados de um comportamento social especial. Eles reúnem antes de tudo os egoístas do combate das classes, que aspiram a uma "ditadura do proletariado" ou de qualquer outra classe ou claque. Nós vemos a sua pressa quando graças ao partido, esperam um bom lugar ou posto, e os pacifistas em massa, desejosos de não defenderem a sua Pátria e o seu Povo.

 O Partido Nacional Socialista Alemão declarava: "o interesse geral passa à frente do interesse individual". Esta máxima desapareceu com a guerra quotidiana, geral, a guerra de todos contra todos: no trabalho, entre os sexos, as gerações, os partidos! O direito civil mantém penosa uma aparência de ordem. O direito penal prostituiu-se à política.

 Nacionalismo e socialismo confrontam-se com a bipolarização. O que ignoramos ainda, é que toda a ordem biológica válida exige a transposição do egoísmo e a quebra da importância do capital. Fazer passar a ecologia antes da economia é impossível sobre as regras dos grandes banqueiros. A escravatura dos interesses é o filho legítimo dos banqueiros mundiais por quem o interesse suprime a natureza. O parasita destrói a sua própria base de existência: a Terra. A bomba atómica é o seu último termo!

 Falta-nos um "espírito europeu"! O espírito e as esperanças que permitem manter os povos europeus intactos. Mas há uma questão fundamental: haverá na Rússia algum Churchill, aliado dos bancos internacionais, para destruir as potências europeias? Onde se encontra a força política e espiritual para substituir o internacionalismo por uma política russa? Ou será que a Rússia não tem nada a oferecer à Europa face à escravatura económica americana, a não ser a sua própria escravatura sobre os trabalhadores e um marxismo abiológico, inimigo da ciência.

  Nós o ignoramos. O resto da Europa deve doravante se unir espiritualmente e materialmente. Eu creio e protagonizo a independência de todos os povos europeus. Diversidade dentro da unidade! Esta paz europeia é o alvo. É necessário organizá-la de tal maneira que a Rússia e também os filhos da Europa possam aí entrar!

 Viva a Europa!

Fonte: "Vanguarda Nacional, nº01 (1984)

Extraído da web do Movimento Nacional-Socialista Atlântico