
O CASO DE HENDRIK MÖBUSoal
pelo Dr. William Pierce
No nosso programa da semana passada falamos sobre a campanha Judia para ilegalizar o discurso Politicamente Incorrecto: então chamado de "discurso de ódio". É evidente, como mencionei na semana passada, os Judeus não são os únicos a tentar abolir a Emenda de Direitos. Os Judeus são os principais organizadores e apoiantes , mas as feministas radicais estão entre os seus zelosos aliados; em como o lobby homossexual. Cada grupo desta sociedade estragada que é a nossa que alguma vez teve privilégios especiais atribuídos pelo governo – cada membro da coligação Clinton –querem silenciar qualquer pessoa que possa estar inclinada a questionar os privilégios desses grupos. E também existem os liberais de coração a sangrar, que realmente acreditam que a liberdade não ser ofendida pelo que qualquer pessoa escreve ou diz é mais importante que o direito à expressão.
Mas os Judeus são quem planeia a campanha, e os mass mídia são as suas principais armas contra a nossa liberdade. Há duas semanas um homem branco de 30 anos, Eric Toews, morreu em Tacoma, Washington, após ter sido brutalmente espancado, pontapeteado e pisoteado numa rua de Tacoma por uma gang de 15 a 20 negros naquilo que até os jornais locais chamaram de "morte por gozo". Agora, a razão pela qual Eric Toews foi espancado até à morte é porque os mídia cuidadosamente evitaram relatar uma dúzia de outros maldosos, e não provocados espancamentos de homens brancos que passeavam sozinhos nas ruas de Tacoma no mês antecedente. E a razão pela qual os mídia evitaram mencionar qualquer comentário sobre os espancamentos anteriores foi devido ao facto das vítimas serem homens brancos e a gang ser negra.
Como vê, os mídia em Tacoma não ficaram à espera que o "discurso de ódio" se tornar ilegal. Já haviam imposto a regra contra o "discurso de ódio" sobre si, e o que seria mais "odioso" que relatar os ataques efectuados a brancos por uma gang de adolescentes negros? Os mídia de Tacoma estavam preocupados que caso relatassem os ataques, alguns brancos pudessem tomar medidas para se defender contra não brancos. No mínimo as notícias dos ataques teriam causado nalguns brancos maus sentimentos para com gangs de negros adolescentes: as notícias teriam "incitado ao ódio racial", como os liberais gostam de dizer. Por outras palavras, relatar os ataques e identificar os atacantes como negros e as vítimas como brancos iria cair sobre a alçada geralmente definida pelo "discurso de ódio". Portanto os mídia mantiveram-se em silêncio sobre os ataques até Eric Toews ter sido espancado até à morte. Mesmo nessa altura o Seattle Post-Intelligencer relatou aos seus leitores que a polícia – citação – "não possuía razões para acreditar que os ataques fossem racialmente motivados." Realmente: nenhuma razão. Portanto, como vê, a polícia também aprendeu a não mencionar nada que possa ser considerado como "discurso de ódio" mesmo antes da primeira emenda ter sido abolida.
A família e amigos de Eric Toews realmente não são tão compreensivos quanto à atitude da polícia e dos mídia como deveriam ser, De facto, estão furiosos: Um amigo, Jesse Kimmerling, disse ousadamente: "Isto não teria acontecido caso ele tivesse conhecimento dos ataques anteriores." Um dos empregados de Eric, Dan Zimmer, disse, e eu cito: "Talvez isto pudesse ter sido evitado, e o Eric estivesse a falar connosco ainda caso ele soubesse que não era seguro andar sozinho nessa área, se a polícia tivesse alertado a população do que se estava a passar." – fim de citação – bem, não tenho a certeza, mas a implicação destes testemunhos não me soa nada bem. Penso que o Sr. Kimmerling e o Sr. Zimmer deverão estar gratos por não possuirmos uma lei sobre o "discurso de ódio" ainda; caso tivéssemos, eles poderiam estar em problemas. Uma consequência previsível na retenção dos mídia e da polícia em no que toca a ataques de gangs de negros sobre branco em Tacoma é que eles se expandiram para outras comunidades no Nordeste do Pacífico. A semana passada, no dia 31 de Agosto, entre as 7:00 da noite e a meia-noite, uma gang de adolescentes negros rumou através da baixa de Seattle, escolhendo homens brancos ao calha e espancando-os e assaltando em pelo menos seis assaltos separados. O muito breve relato destes assaltos no Seattle Post-Intellinger no dia 2 de Setembro mencionam o assassínio de Eric Toews em Tacoma e citam um orador da polícia que revelou que os assaltos em Seattle aparentavam ser "réplicas". O maior jornal de Seattle, o Seattle Times, foi negligente ao ponto de não mencionar a raça de quaisquer vitimas ou atacantes na cobertura que deu ao evento. Esse foi o padrão geral para os restantes relatos dos mídia, os quais descreveram os atacantes como "adolescentes que vestiam camisas vermelhas e que tinham as cabeças rapadas." Não há qualquer menção à raça, e muitos cidadãos sem dúvida ficaram com a impressão, após esta descrição, de que os atacantes eram skinheads brancos.
Vou falar-lhe de outro modo no qual os mídia participam nesta campanha Judia contra o chamado "discurso de ódio", e apenas para tentar convencer os mais impressionáveis membros do público de que o discurso de ódio" já é ilegal. Vou dar-lhe um exemplo hipotético: um membro do Ku Klux Klan envolve-se numa luta com um Muçulmano negro devido a um espaço de estacionamento, e um dos dois morre. Quando a notícia aparecer num jornal mainstream, cá estão duas possibilidades para o modo como será efectuado o cabeçalho. Se for o branco a ser morto pelo negro, o cabeçalho será: "Homem acusado de esfaqueamento num estacionamento." Se for o negro a morrer pelas mãos do branco: "Racista branco acusado de assassinar sem provocação um negro." E não são só os jornais, já o mencionei numa emissão anterior quando Jonh King, um de três cadastrados brancos que assassinaram um cadastrado negro ao arrastá-lo atrás de um camião em Jasper, Texas, foi sentenciado por essa morte no ano passado, o pivot da NBC Tom rokaw anunciou a sentença nas notícias da noite da NBC com, cito, estas palavras: "Em Jasper, Texas, hoje o racista foi condenado à pena de morte." – fim de citação – A mensagem subliminar é de que John King foi condenado à morte pelo seu racismo e não por qualquer acto criminal específico.
Já assisti a casos ainda mais flagrantes deste tipo em esquemas dos mídia. Um homem distribui panfletos que possuem uma mensagem racial atirando-os pela janela do carro em quintais e entradas de garagens enquanto passa por uma área residencial. É observado por um polícia, que o prende acusando-o de sujar a via pública. O cabeçalho do jornal que relata o evento será: -- início de citação – "Homem preso e processado no decorrer de distribuição de panfletos racistas." – fim de citação – É claro que a mensagem que o lemming mediano absorverá daí. Não é a de que sujar a via pública é ilegal; é a de que distribuir panfletos racistas é ilegal. Agora, as pessoas que editam os jornais são maldosas, mas a maioria delas não são estúpidas. Quando fazem algo como isto é intencionalmente. Pretendem enganar. E é um modo muito comum de engano. Mantenha os olhos abertos quando lê o seu jornal, e encontrará casos similares.
Agora relatarei uma experiência pessoal muito recente que tive no que toca a este assunto. É especialmente interessante, porque ilustra não só o aspecto que mencionamos ainda agora sobre o papel dos mídia na campanha contra a Primeira Emenda, mas também nos demonstra o papel do governo neste esforço subversivo. Como muitos de vós sabem, o programa de rádio American Dissident Voices não é o único meio que utilizo para alcançar o público com a minha mensagem. Também utilizo música. De facto, no ano passado comprei duas editoras discográficas, uma nos Estados Unidos e outra na Suécia. Ambas editam e distribuem música de resistência, que alcança principalmente pessoas jovens. Há três meses tive uma visita de um jovem músico Alemão que se tornou famoso com a música de resistência na Europa. Ele é Hendrik Möbus, e tem 23 anos de idade. Convidei-o a ficar como meu hóspede e a auxiliar-me no estabelecimento de novos lançamentos na Europa para as minhas editoras. E foi o que ele fez por 10 semanas. Permaneceu como meu hóspede e falamos sobre o papel da música no nosso esforço comum.
Hendrik é um jovem extremamente inteligente, bastante sério, e totalmente dedicado à nossa luta. Quando era um adolescente na Alemanha do Leste, contudo, envolveu-se em problemas. Com 16 anos envolveu-se num assassínio. Bem, foi julgado e condenado quando adolescente, e passou a sua pena na prisão, utilizando os cinco anos de cadeia para corrigir o seu modo de pensar. Eventualmente foi solto, e após isso devotou-se à música. Mas não foi tão discreto como poderia ter sido: começou a revelar aos mídia mainstream Alemães o que pensava sobre certas coisas. Agora, desde 1945 na Alemanha que é ilegal dizer a quem quer que seja a sua opinião sobre certas coisas, a menos que as suas ideias sejam Politicamente Correctas. É o que acontece quando se perde uma guerra: perde-se a liberdade. Portanto o governo Alemão disse a Hendrik que ele tinha de voltar para a prisão.
Hendrik decidiu que preferia não o fazer; preferia continuar a produzir e a promover música de resistência. E então deixou a Alemanha e veio para os Estados Unidos – legalmente, com um passaporte e um visto. O governo Alemão nessa altura pediu ao governo de Clinton que prendesse Hendrik e o enviasse de novo à Alemanha, para que pudesse ser preso por dizer o que pensava.
À duas semanas, quando Hendrik saiu da minha casa para comprar algumas mercearias, uma dúzia de agentes da polícia secreta do Sr. Clinton saltaram sobre ele, encostaram-lhe uma pistola ao ouvido, bateram com a sua cabeça na traseira de um carro com tanta força que ficaram marcas de dentes na pintura, puxaram-lhe o braço para trás das costas com tanta força que o partiram, e levaram-no embora. Hendrik é um calmo, magro, não violento intelectual. Estava desarmado e não fez qualquer resistência quando foi preso. Contudo partiram-lhe o braço. E os polícias Federais que o prenderam sabiam por que estava ele a ser preso. Eles tinham cópias do pedido de extradição. Eles sabiam que a sua alegada ofensa era simplesmente ter falado com a imprensa na Alemanha. E contudo partiram-lhe o braço quando o prenderam. E depois, antes de Hendrik me poder contactar ou a um advogado, esfregaram-lhe um papel na cara e disseram que o assinasse. Tornaria as coisas mais fáceis para ele disseram. Hendrik cheio de dores devido ao braço partido a não compreendendo realmente a situação, assinou um acordo de não contestar a deportação para a Alemanha por ultrapassar a data de estada do visto. Isso foi um erro, mas creio que pode ser desfeito, para que o governo não possa reduzir o processo de extradição com uma deportação.
Digo-vos porque o governo de Clinton preferia deportar Hendrik do que tentar extraditá-lo, e porque prefiro lutar uma extradição em vez de uma deportação. A razão pela qual o governo prefere uma deportação e nós uma extradição é porque o que Hendrik fez na Alemanha não é ilegal nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos são actividades protegidas constitucionalmente. A maioria dos Americanos não compreende que os Alemães não têm liberdade de expressão. Não compreendem quem em 1945 não libertamos os Alemães; tirámos-lhes a liberdade e impusemos um governo de ocupação sobre eles, do qual descende o presente governo Alemão. O presente governo Alemão gostava de manter as coisas como estão, com a maioria dos Americanos a permanecer às escuras no que toca a este assunto. E muitos Americanos também não compreendem que o seu governo em Washington colabora com o governo Alemão no castigo de Alemães que dizem o que pensam. O governo de Clinton gostava de manter as coisas como estão, com a maioria dos Americanos a permanecer às escuras sobre a verdadeira atitude do seu governo perante a liberdade de expressão.
Quero utilizar o caso de Hendrik para expor a hipocrisia do governo dos EUA no que toca à liberdade de expressão. Felizmente para este propósito, o caso de Hendrik é agora um tema de enorme interesse público na Alemanha. O público Alemão está fascinado com o facto de que um Alemão de 23 anos foi preso e brutalizado pela polícia secreta cá (nos EUA – editor) por fazer um comentário Politicamente Incorrecto na Alemanha. Eu já deu três entrevistas às maiores redes de televisão na Alemanha nos passados oito dias, e se o interesse Alemão por Hendrik continuar, os mídia controlados deste país terão muito trabalho em ignorar o principal tema envolvido: nomeadamente, que o presente governo dos EUA, enquanto pretende ser a favor do direito de expressão realmente simpatiza com leis repressivas do tipo que os Judeus têm conseguido impor sobre os Alemães., para que possam continuar a utilizar a Alemanha como uma vaca de dinheiro para Israel, e os Alemães não se possam queixar sobre isso.
Imaginem isto: Um Judeu na Arábia Saudita é preso por envergar um cartaz que diz, "Mohammed mijava na cama." O Judeu foge da polícia Saudita e vem para os Estados Unidos. O governo Saudita requer que o nosso governo o prenda e devolva à Arábia Saudita para ser julgado por sacrilégio. Consegue imaginar o tipo de colaboração que o governo Saudita iria receber do governo de Clinton? Conseguem imaginar a Madeleine Alright a enviar Marshals dos EUA para cercar o Judeu, partir-lhe um braço durante o processo e entrega-lo aos Sauditas para que lhe possam cortar a cabeça numa praça pública em Riyadh? Conseguem ao menos imaginar isto? Mas quando o governo Alemão requer a extradição de um jovem músico Alemão que compões o tipo de música e diz o tipo de coisas que os Judeus e os Liberais desgostam, o governo de Clinton desmorona-se na sua avidez para ajudar o governo Alemão a punir um jovem que fez o que qualquer Americano é livre de fazer. O governo de Clinton e os grandes patrões Judeus dos mídia irão dizer-lhe que acreditam no direito de expressão, mas eu digo-lhe que é o que fazem mais do que o que dizem que nos revela no que realmente acreditam eles. Os funcionários do governo de Clinton fizeram o voto de defender a constituição dos Estados Unidos de todos os inimigos, estrangeiros e domésticos, mas de facto eles próprios são os maiores e mais perigosos inimigos da constituição.
E os mídia Judeus empregaram o mesmo tipo de engano no seu relato sobre a prisão de Hendrik que haviam praticado em todos os outros casos onde matérias ideológicas estão envolvidas. Até agora nem um só relato dos mídia nos Estados Unidos se focou no facto de que o pedido de extradição Alemão cita apenas "ofensas" na Alemanha que não o são nos Estados Unidos. Nem um único jornal dos EUA editou num cabeçalho algo como, "Músico Alemão preso nos Estados Unidos por fazer música e comentários à imprensa Politicamente Incorrectos na Alemanha." O cabeçalho do Washington Post a 29 de Agosto era, e eu cito: "Fugitivo Neo-Nazi Alemão é Capturado no Oeste da Virgínia." E o parágrafo principal na história do Washington Post é, cito novamente: "Após secretamente terem seguido um fugitivo Neo-Nazi Alemão na sua viagem…para o Oeste da Virgínia o Serviço de Marshals dos EUA prendeu o assassino condenado perto dos 200 acres da propriedade do separatista branco William Pierce, autor dos Diários Turner, anunciaram as autoridades ontem." – fim de citação.
Agora, pode ler a imprensa para obter mais informações sobre a prisão, mas a mensagem que se colará à mente do leitor médio do jornal é a que está no cabeçalho e no parágrafo principal: Hendrik foi preso por ser um Neo-Nazi, e é também um assassino fugitivo. O padrão foi o mesmo para os outros mídia Americanos. A história da Imprensa Associada, também de 29 de Agosto, encabeçava: "Fugitivo neo-Nazi Alemão Preso no Oeste da Virgínia." A história na terminantemente libertina Charleston Gazette no dia seguinte – 30 de Agosto – encabeçava, "Polícia encontrou-se com neo-Nazi em Lewisburgo."
De novo relembro que nem um dos relatos sore a prisão de Hendrik focou o facto de ele ter sido preso apenas pelo que disse na Alemanha. Em vez disso insinuam que a verdadeira ofensa é ser neo-Nazi e que é bastante razoável prenderem pessoas apenas por isso nos Estados Unidos. E claro, agarram-se à sua delinquência juvenil e tentem associar-lhe ideias de "assassino fugitivo" e "neo-Nazi" nas mentes dos leitores. E nem um só deles – nem um – mencionou que os Marshals Americanos lhe haviam partido o braço quando o prenderam, apesar do facto de que estava desarmado, não ter feito qualquer resistência, e não se acreditava que fosse violento ou agressivo. E devo mencionar que no que toca a este assunto que Hendrik foi examinado por um médico após a sua prisão, foi feia uma radiografia ao braço, e foi determinada uma factura pelo médico – mas nem uma palavra sobre isto surgiu nos mídia 'mainstream' por cá. Não queriam que o público tivesse qualquer simpatia por um criminoso "fomentador de ódio". De novo, imagine o que teriam dito sobre um braço partido no caso hipotético daquele Judeu que cometeu um sacrilégio na Arábia Saudita. Nunca mais se calariam. Seria outra história semelhante à de Elian Gonzales, com imagens televisivas das nódoas negras e dos inchaços, com relatos de hora em hora do médico da prisão, dia após dia. Mas no caso de Hendrik, nem uma palavra.
Bem, espero ter esclarecido o meu ponto de vista sobre nem os políticos no governo de Clinton nem os patrões dos mídia acreditarem em direito de expressão, e que mentem quando dizem que acreditam. Acreditam no direito de expressão apenas para aquelas pessoas com quem eles concordam ideologicamente, aquelas pessoas cujos interesses são os mesmos que os deles. E eles definitivamente não querem pessoas que discordam com eles com disponibilidade para se exprimirem. É por essa razão porque estão a pressionar tanto para a criação das proclamadas leis "anti ódio" e tentar levar os lemmings a acreditar que já podem ser processados e presos por dizer qualquer coisa que seja "racista". É por essa razão que o governo de Clinton colabora tão entusiasticamente com o governo Alemão na perseguição de Incorrectidão Política.
A minha intenção é alertá-lo para todas estas coisas e avisá-lo do perigo que estamos a enfrentar daqueles que nos querem retirar a liberdade e tentar galvanizá-lo em falar e alertar outras pessoas. A minha intenção é não o desencorajar ou levar a pensar que tudo está perdido porque as forças que lutam contra a nossa liberdade são tão fortes. Portanto deixem-me acabar o programa hoje com uma nota positiva. O governo Alemão não está desesperado ao ponto de fazer um caso exemplar de um jovem de 23 anos que falou demais aos mídia porque está confiante de que a história está do seu lado. Pelo contrário, o governo Alemão está for a de forma porque o caso de Hendrik o assustou de morte – e milhares de outros como ele. O governo Alemão sente a instabilidade no ar. Sabe que toda a estrutura onde assenta o seu poder está podre. Está com medo de dissidentes, com medo de onde os poderão levar os dissidentes.
E o governo de Clinton e os Judeus por traz do governo têm medo de dissidentes exactamente pela mesma razão. Eles não enviam uma equipa da SWAT composta por rufias com comichão nos dedos do gatilho atrás de um magriço, desarmado, músico de 23 anos com ideias Politicamente Incorrectas e lhe partem o braço porque estão repletos de confiança na inviabilidade do lesbianismo militante ou seja lá o que for que o governo de Clinton defende.
Fazem-no porque têm medo. Vamos ajudar o seu pesadelo a tornar-se realidade.
Obrigado por estarem comigo novamente.
Todos aqueles com disponibilidade para auxiliar na defesa de Hendrik DEVEM enviar a maior doação possível para: National Alliance, PO 90, Hillsoro, WV 24946, EUA. Escrevam na carta que inseriram "Hendrik's Defense Fund." Para mais novidades, peçam os panfletos MNSA – Solidariedade P.O.W. escrevendo para .
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Extraído da web do Movimento Nacional-Socialista Atlântico