
Todo mundo tem ouvido sobre os três adolescentes Brancos em Michigan que saltaram um trem de carga, acidentalmente foram parar em um bairro negro na cidade de Flint, e foram atacados por uma gangue de Negros enquanto tentavam achar um telefone para poder ligar para seus pais. Os negros espancaram e roubaram todos os três adolescentes brancos, desnudaram e estupraram a menina branca, e então atiraram em todos os três jovens Brancos na cabeça, no estilo 'execução', deixando-os como mortos. Um deles, um menino de 14 anos, de fato morreu de seu ferimento à bala. Os outros dois, um menino de 15 anos e a menina de 14 anos que foi espancada, despida e estuprada, se fingiu de morta depois de ter sido baleada, e eventualmente eles escaparam.Tudo isso aconteceu em Julho passado, e de início, eu não tinha planejado dizer nada sobre isso. Afinal, é o tipo de coisa que acontece toda hora nesta maravilhosa, multicultural América em que nós vivemos. Todos entendemos isso e aceitamos isso, portanto não me parece um assunto muito promissor. De fato, eu fiquei surpreso pela quantidade de cobertura da mídia que o crime recebeu. Nem de longe uma cobertura tão imensa como seria se um grupo de brancos tivesse atacado três jovens pretos, é lógico, mas ainda assim foi muito mais cobertura do que esses crimes Negro-contra-Branco normalmente recebem da mídia controlada. Eu acho que o que pegou a atenção da mídia nesse caso foi o fato de que foram 3 vítimas. Se fosse apenas uma menina branca sendo estuprada por um grupo ou um menino branco assassinado, teria recebido apenas uma notícia momentária e estritamente local .
Mais do que isso, no entanto, foi a maneira na qual o crime aconteceu: é o tipo de coisa que a maioria dos Brancos Americanos -- certamente aqueles que vivem em cidades grandes e dirigem para o trabalho todos os dias -- tem pesadelos: acidentalmente tomar a saída da estrada errada enquanto voltando para casa, e acabar num bairro negro. Essa cena de pesadelo foi o elemento chave no filme e best-seller de Tom Wolfe, Fogueira das Vaidades.
Eu não tinha intenção de comentar esse crime racial até que alguém me mandou uma reportagem sobre isso da edição da revista Time de 21 de julho. A primeira coisa que prendeu minha atenção nesse artigo da Time foi a manchete: Dizia: "... três adolescentes brancos foram alegadamente assaltados por um grupo de jovens negros". "Alegadamente". Eu imagino que é razoável usar essa palavra ao se referir sobre um suspeito específico, que, antes de seu julgamento e condenação, somente se "alega" ser culpado. Neste caso, no entanto, não havia nenhuma dúvida de que um ataque tinha ocorrido. Havia três adolescentes brancos com balas nas suas cabeças, um deles morto, e uma delas estuprada, e os tiros e o estupro ocorreram em uma área totalmente negra. Não havia questão sobre a raça dos atacantes. O uso da palavra "alegadamente" na história da Time claramente era uma indicação de seu desejo de não aceitar os fatos ‘Politicamente Incorretos’ do crime Negro-contra-Branco, e isso determinou o tom do artigo inteiro.
Suponha que os atacantes fossem Brancos e as vítimas Negras. Você acredita que a Time teria usado a palavra "alegadamente"?
Outras coisas na história da Time também chamaram minha atenção. As três vítimas brancas são, em muitas maneiras, típicas dos piores elementos da sociedade Branca de hoje. Eles são o tipo que usam bonés de baseball para trás, com calças extra-largas e perambulam pelos shoppings com nada mais útil para fazer do que trocar cartões com fotos de jogadores Negros de basquete. Tudo o que eles sabem eles aprenderam assistindo televisão: a maioria da vezes, MTV. E seus pais parecem não ser melhores. Seus pais certamente nada fizeram para prepará-los para a vida na América multicultural. As crianças não tinham idéia do perigo em que eles estavam quando eles saíram do trem em um bairro Negro. Seus pais "Politicamente Corretos" nunca os alertaram.
A parte mais nauseante da história da Time é a revelação de que a mãe do menino Branco assassinado tinha outros dois filhos – de dois pais Negros. A Time considera isso irônico: que esta boa mãe, que tentou tão duramente ser uma verdadeira multiculturalista, uma verdadeira Clintonista, e manteve seu filho livre de qualquer senso de sua Brancura, perdeu-o para um grupo de jovens Negros marginais.
Eu me recordo de Nicole Brown Simpson, cujos pais nunca alertaram-na também sobre Negros – que, de fato, parecem ser orgulhosos de que eles a criaram sem qualquer senso de identidade racial. Se somente todas as vítimas Brancas da selvageria Negra que são estupradas e assassinadas neste país a cada ano pudessem ser somente aquelas que estão perdidas sem reparo para nossa raça!
Infelizmente, este não é o caso. É deprimente contemplar a situação dos Brancos Norte-Americanos hoje. E não cria benefício nenhum agora enfurecer-se com a sua falta de coragem ou sua falta de entendimento ou até mesmo prometer a nós mesmos que quando a revolução vier nós vamos tostar cada um que esteja conectado com a revista Time sobre uma fogueira. Nós nunca teremos uma chance de construir tal fogueira e queimar cada um dos enganadores e traidores de nosso povo a menos que nós sejamos capazes de ajudar os Norte Americanos Brancos a melhorarem a sua situação primeiro. E nós sempre acreditamos que saber a verdade, saber os fatos, é a maneira para qualquer um começar a melhorar a sua situação. Portanto vamos dar uma olhada em alguns fatos: alguns fatos raciais.
E não vamos começar em alguma localidade desconhecida e pequena como Flint, Michigan, mas ao invés disso, no local de show nacional do Clintonismo e multiculturalismo, o centro mundial da diversidade e da ação afirmativa: Washington DC. Eu nunca estive em Flint, mas eu vivi em Washington por 18 anos. Eu ainda tenho o mau cheiro do lugar em minhas narinas. Washington é 70 por cento Negra. Alguns de seus habitantes gostam de se referir a ela como "cidade Chocolate". Alguns Brancos nos subúrbios a chamam de "Cidade Zoológico". Uma das razões porque há tantos Negros em Washington é de que lá é o ponto zero, o epicentro, para igualdade e Nova Ordem Mundial. É uma cidade boa para eles, com bastante trocados e benefícios. Em primeiro lugar, o governo Federal subsidia a operação da cidade com cerca de 1 milhão de dólares por dia, porque ele não pode permitir que a capital da nação afunde para a selva e comece a parecer como Kinshasa ou Port-au-Prince. Em outras palavras, nós, pagadores de impostos por todo o país estamos pagando para a manutenção do lugar. O governo da cidade de Washington é quase inteiramente Negro, com oficiais escolares Negros, um prefeito Negro, e por daí em diante. As escolas da cidade estão preenchidas por um time de professores Negros e diretores Negros: todos os tipos de modelos para jovens Negros. Além disso, o governo Federal, que é de longe o maior empregador na área, é pesadamente lotado com empregados Negros. Há uma abundância em empregos não preenchidos com altos salários e muitos benefícios. E acima de tudo isso, o ‘welfare’ (cheque do governo para quem não tem emprego) é bom em Washington. Ajuda é facilmente disponível para qualquer um, porque o governo não quer pessoas dormindo em caixas vazias na calçada em frente à Casa Branca. Dá uma má impressão a turistas estrangeiros.
Portanto, de qualquer maneira, com toda essa benevolência e atenção especial do Grande Pai Branco, talvez você esperasse que nossos irmãos "coloreds" em Washington estivessem em seu melhor comportamento. Talvez você esperasse que eles quisessem provar ao mundo que eles são realmente nossos iguais. Bem, a verdade nessa matéria é que eles se comportam em Washington da mesma maneira que eles se comportam em Flint – ou Kinshasa e Port-au-Prince. Cinquenta por cento dos homens Negros no distrito de Colúmbia entre as idades de 18 e 35 anos estão atualmente embaraçados com o sistema de Justiça Criminal. Isto é, eles estão na cadeia, eles estão detidos esperando julgamento em acusações criminosas, há um mandado de prisão para eles e a polícia está tentando achá-los ou eles estão em liberdade condicional ou provação antes de serem condenados por uma ofensa criminal. Cinquenta por cento. Um em cada dois.
E isso não inclui aqueles que foram formalmente enquadrados no sistema de Justiça Criminal: isto é, aqueles que já serviram suas sentenças por uma ofensa criminal e não estão mais em período de provação – como o prefeito, Marion Barry, por exemplo, que foi condenado numa acusação de uso de crack e cocaína e terminou a sua pena há vários anos atrás. A figura dos cinquenta por cento que eu acabei de lhes dar vem de um estudo do problema do crime em Washington que foi publicado no Washington Post em 26 de agosto de 1997.
Eu não tenho uma figura exata para aqueles, que como o prefeito, são ex-criminosos sem acusações atuais contra eles. É razoável dizer, portanto, que a maioria dos homens negros entre a idade de 18 e 35 anos que você irá encontrar nas ruas de Washington D.C. são criminosos, com acusações correntes contra eles ou com registros criminosos anteriores. Você entra no bairro errado em Washington – que é qualquer bairro fora da área fortemente policiada do Governo, ou na área Branca na parte noroeste da cidade – e você está garantido a terminar como aqueles ingênuos adolescentes Brancos em Michigan, cujos pais nunca os avisaram que Negros realmente não são o mesmo que os Brancos.
A maioria das pessoas Brancas que passam qualquer quantia de tempo em Washington – e estes são na maioria empregados Brancos do governo Federal – não são ingênuos. Eles alertam uns aos outros sobre a realidade de viver e trabalhar em Washington. É claro, os alertas são usualmente dados de uma maneira furtiva, sem falar, na verdade, sobre raça. Palavras-código são usadas, porque os Brancos em Washington são no mínimo tão "Politicamente Corretos" quanto os Brancos no resto do país. Eles se sentem obrigados a manter o fingimento de que eles acreditam na igualdade, que eles acreditam que Negros não são mais perigosos ou inclinados ao comportamento criminoso do que qualquer outro. Eles querem que você saiba que eles acreditam que se um bairro é perigoso, isso é somente por causa da pobreza. Isto certamente nada tem a ver com raça. Crime é um problema econômico, não um problema racial, eles lhe dirão.
Eles se sentem obrigados a manter essa falsidade, mas eles também querem continuar vivos. Portanto eles usam palavras-código e frases-código para alertar uns aos outros. E então, de vez em quando a verdade acaba aparecendo em um dos principais órgãos do "Politicamente Correto", tais como o Washington Post.
Há outras pistas para as fundamentais e profundas diferenças entre Negros e Brancos além da vastamente maior criminalidade dos Negros. Há as diferenças inatas em inteligência, em habilidade de resolver problemas. Eu tenho falado sobre estas diferenças intelectuais em outros programas. Novamente, como a criminalidade, a diferença na inteligência é algo que é vastamente reconhecido por Brancos educados e com conhecimento, mas é raramente discutida, porque é "Politicamente incorreto" fazer isso.
Padrões ocupacionais nos dão outra pista. Originalmente, praticamente todos os Negros na América do Norte estavam engajados no trabalho rural – por necessidade mais do que por escolha, é claro. Eles eram escravos nas plantações. Depois da abolição da escravidão, muitos Negros inicialmente permaneceram no trabalho na agricultura, alguns partilhando colheitas e outros com pequenas fazendas. Em qualquer caso, a porcentagem de negros engajada no trabalho nas fazendas era maior do que a porcentagem de Brancos. Nos últimos 130 anos, no entanto, esta situação mudou radicalmente. A mudança foi especialmente rápida desde a Segunda Guerra Mundial, mas ela realmente começou quando os programas de ‘welfare’ (cheque do bem-estar social) do governo se tornaram disponíveis de maneira geral. Hoje Negros constituem 13 por cento da população total dos Estados Unidos, mas menos de 1 por cento dos fazendeiros. Menos de um por cento!
Tanto Brancos quanto Negros tem se mudado das fazendas para as cidades desde a Guerra Civil, mas proporcionalmente Negros tem se aglomerado nas cidades muito mais do que Brancos. Por quê isso? Isso pode ser culpado no racismo Branco? Ou isso tem alguma coisa a ver com as exigências dos fazendeiros em geral, exigências inerentes à natureza do trabalho? Eu quero dizer, quanto crack e cocaína você pode fumar ou injetar e ainda manter a plantação semeada e colhida no tempo certo?
Eu estou certo de que se a revista Time fizesse qualquer artigo sobre o desaparecimento dos fazendeiros Negros nos Estados Unidos, eles iriam culpar isso no racismo Branco. E eu devo admitir, eu não passei muito tempo tentando analisar este problema particular. Eu apenas fui golpeado pela própria estatística – menos de um por cento dos fazendeiros nos Estados Unidos são Negros – sem levar um grande projeto de pesquisa para descobrir o porquê disso. Para mim, isto é apenas outra pista de que Negros e Brancos são realmente diferentes. As estatísticas sobre a raça dos Fazendeiros nos Estados Unidos, a propósito, estão disponíveis no Departamento de Agricultura em Washington. Se há uma coisa que nosso governo sabe fazer, é coletar estatísticas: estatísticas sobre emprego assim como estatísticas criminais.
Gente Branca deve prestar mais atenção a estas estatísticas – a estes fatos raciais – e menos atenção ao pessoal na revista Time e em toda parte, que tentam nos persuadir que estas estatísticas não significam nada, porque nós somos realmente os mesmos, todos iguais. A Time quer nos fazer acreditar que nós não devemos alertar nossas crianças para ficar longe de Negros e não andar em bairros Negros. A Time quer nos fazer acreditar que os pais de Nicole Brown criaram-na corretamente quando eles deixaram-na sair com jogadores Negros de futebol quando ela era adolescente. A Time quer nos fazer acreditar que a mãe do menino Branco de 14 anos que foi assassinado em Flint se comportou admiravelmente tendo duas crianças de pais Negros, além do filho branco dela, agora morto. Este tipo de comportamento provê o ambiente diverso, multicultural no nosso lar, que todos nós precisamos para crescer sem tendência racial, a Time sugere
Algumas vezes eu fico tão enfurecido com estes pais Brancos "politicamente corretos" , que mandam suas crianças para este mundo de selva em que nós vivemos sem qualquer conhecimento do que eles necessitam para sobreviver – quanto eu fico com o pessoal na revista Time, que determina o tom ideológico para estes pais. A diferença é que o pessoal que é dono da revista Time, da MTV, do New York Times e do Washington Post, e do resto da mídia que determina a moda, espalham seu veneno deliberadamente, com malícia planejada. Eles são na maioria Judeus, trabalhando em conjunto. Seu objetivo é o total desarmamento moral dos Brancos Americanos. Eles querem fazer com que seja impossível que nós nos defendamos racialmente. Não há questão sobre o que precisa ser feito com eles.
Eu tento ser mais compreensivo com os pais Brancos que querem acompanhar a moda, que seguem a linha Judaica da mídia. Afinal, a maioria do nosso povo nasce com uma necessidade inata de acompanhar os outros, de ser ‘da moda’ , e sem senso de discriminação para serem capazes de distinguir modas saudáveis de modas doentias. Não é ruim que pessoas sintam uma necessidade de serem "da moda" e acompanharem os demais. É uma parte da personalidade feminina, que nós todos , homens e mulheres, nascemos. O que é um problema é que nesta era este espírito feminino não está equilibrado com um espírito masculino que discrimina entre o que é saudável e o que é doentio, entre o que é benéfico para nosso povo e o que é hostil. Nesta era o espírito feminino está ascendente, e é um espírito que nos diz que não devemos resistir àqueles que querem nos destruir. É um espírito que no caso de um conflito racial nos diz para nos entregar, para nos render, para nós virarmos nossas costas e expor nossas gargantas a nossos inimigos na esperança de que eles nos poupem.
A linha feminina, de estar na moda, que estes pais tem aprendido da mídia Judaica é a de que nós estamos vivendo em um mundo que está se tornando cada vez menos Branco, que em breve a raça Branca se tornará uma minoria até mesmo nos Estados Unidos, e que ao invés de fazer tudo o que for necessário para reverter esta situação e permanecermos donos de nossa própria terra, nós deveríamos tentar nos conformar e acomodar a esta realidade; nós deveríamos tentar nos fazer simpáticos com os não-Brancos na esperança de que eles irão nos tolerar. Alguns desses pais efeminados, conscientes da moda, vão tão longe a ponto de dar boas-vindas a miscigenação; se nós nos cruzarmos com os descendentes de nossos escravos, estes pais pensam, então certamente eles vão nos perdoar por nossa Brancura e vão nos deixar viver. E então eles preenchem as cabeças de suas próprias crianças com estas idéias venenosas e então as mandam para a selva lá fora, da maneira que os pais de Nicole Brown Simpson fizeram e da maneira que os pais daquelas três crianças Brancas em Michigan fizeram.
Eu tento não ficar furioso com tolos e otários, e ao invés disso, guardar minha fúria para aqueles que são conscientemente malignos. A longo prazo sua tolice será sua própria punição, mas enquanto isso, vai nos tirar um número considerável de pessoas jovens inocentes também.
Extraído da web da National Alliance