HEROÍSMO GENUÍNO

por Gerhard Lauck

O Nacional Socialismo não sofre de uma carência de heróis e heroínas. Os seus feitos, as suas concretizações e acima de tudo os seus sacrifícios servem-nos de exemplo, de obrigação e de fonte de força.

 A minha geração, a primeira geração "pós guerra", ainda teve a oportunidade de conhecer pessoalmente muitos desses heróis. Lembro-me de visitar o famoso Coronel Hans-Ulrich Rudel na sua casa em Kufstein, Tirol nos anos de 1970. Uma grande honra!

 Mas existem muitos outros camaradas que exerceram uma influência muito superior à minha pessoa. Primeiro, passei mais tempo com eles do que com o Coronel, e segundo, eles eram só "pessoas normais", embora eles fizessem muito mais que o "normal".

 Estiveram lá os antigos camaradas das SA Walter Luttermann e Karl-Ferdinand Schwarz, o casal Müller e "Armin" da geração da Juventude Hitleriana, Thies Christophersen, os lutadores da geração pós guerra tais como Michael Kühnen, Gottfried Küssel, Michael Storm e outros que permanecem inominados por razões de segurança.

 Alguns destes camaradas e as suas vidas causaram-me uma forte impressão.

 …1945. A guerra acabou. Tudo está perdido. A vida tornou-se insignificante. Alguém caminha para a floresta em direcção às linhas de comboio. Senta-se na linha e espera por um comboio, que dará por terminada a sua triste vida. Alguém pondera. Dez alguens tomam uma decisão diferente. Se um sobreviver, talvez um dia esse um possa fazer algo pelo espirito do Führer. Alguém se levanta e vai para casa. Os anos passam. Na Primavera de 1972 alguém expulso de Breslau afirma que existe um NSDAP/AO. Alguém torna-se num dos primeiros membros, um dos mais trabalhadores  voluntários, e um generoso contribuinte financeiro, embora não seja rico e tenha um estilo de vida muito modesto. Alguém faz trabalho de voluntariado ano após ano, década após década. Já em idade avançada, a cegueira instala-se. Mas alguém continua a trabalhar – alguém ainda consegue dobrar e embalar material por correspondência.

 …Fatalmente doente com cancro. Mal consegue comer ou dormir. Andar é difícil e cansativo. Mas esse alguém ainda pode fazer algo: arrasta-se para uma secretária e faz trabalhos de computador. Durante horas. Porque é difícil levantar-se e voltar à espreguiçadeira. Dia após dia. Ano após ano. Na manhã do ultimo dia de vida, isto mantém-se  uma rotina. Naquela tarde a morte chega.

 …1945. O jovem soldado continua a lutar após o armistício. Mais tarde é capturado, mas não é identificado como um lutador lobisomem. Quatro anos num campo de prisioneiros de guerra especial para Nazis não arrependidos. Finalmente a liberdade. Imediatamente resume-se ao activismo político. A prisão. A mulher deixa-o. De novo a liberdade, activismo político e um papel crucial na expansão do NSDAP/AO nos anos de 1970. Mas um traidor significa a sua prisão. A segunda mulher deixa-o.

 …Quatro anos de prisão política – sem fiança até ao último dia. Então chega o dia da liberdade. De volta ao trabalho político. Um ano de intensa actividade. Seguido de mais quatro anos na prisão. Livre novamente, activo novamente, até à morte.

 …Alguém deseja casar-se, mas o partido necessita de trabalhadores e de dinheiro. Uma família terá de esperar mais alguns anos. Mas a doença vem apesar da juventude. A família já não vem, vem a morte.

 …Alguém fica aleijado no decorrer da guerra. Ambas as pernas desapareceram. Um braço desapareceu. O outro braço ferido. Ainda não está indefeso. Ainda é possível trabalhar ao telefone. Graças ao seu desempenho ao telefone, o NSDAP/AO expande o seu programa de televisão de uma para treze cidades no prazo de um ano.

 …Uma crise. Alguém surge e toma conta das tarefas sem qualquer treino. O tempo livre e a profissão são trocadas por trabalho político, problemas, preocupações e stress. Alguém aguenta-se durante anos até a crise terminar e a própria, larga família pode de novo tornar-se prioridade.

 Camaradas!

 Estas são histórias vitalícias!

 Trabalhei de perto com estes camaradas, por vezes durante décadas. Devemo-lhes  as concretizações do NSDAP/AO durante as três ultimas décadas.

 Que eles vos sirvam de exemplo e obrigação, de conforto e inspiração, como serviram a mim.

 Que alguns de VOCÊS se tornem exemplo para aqueles que se mais tarde se unirão às nossas fileiras e carregar o estandarte da sagrada suástica quando nós, também, formos chamados para aquela grande tropa de choque no céu…

…pois a bandeira significa

mais que a morte!

Extraído da web do Movimento Nacional-Socialista Atlântico