LINHAS GERAIS DO NACIONAL-SOCIALISMO

    A princípio, é importante perguntar-se qual é a base do complexo filosófico-ideológico que se convencionou chamar Nacional-Socialismo. Não nos prendamos, por ora, às personalidades ou fatos históricos, mas essencialmente à Ideia.
    Existem valores que embaçam filosoficamente as ideologias. Mesmo que sejam compostas por várias destas forças identificadas, sempre uma delas se salientará mais que as outras em uma dada ideologia. Esta base fundamental é o que se pode chamar de Mito, gravitando ao seu redor e dele dependendo várias outras componentes menores do complexo ideológico.
    Hodiernamente, as forças mais em voga são poder e capital - ou seja, quem exerce o poder e como se distribui o capital dentro de uma comunidade ou sociedade. Por exemplo, o Capitalismo visa a acumulação patrimonial como forma de obtenção e manutenção do poder; já o Comunismo visa alcançar, através do poder ou da força, a acumulação material em nome do Estado, ou melhor, em benefício dos administradores deste. Em ambos os exemplos, estão ignorados os planos sociais, à excepção das previsões científicas e utópicas, que não se evidenciam na prática.
    Outras ideologias políticas, com maior ou menor acerto, atribuem a base de sua ideia a conceitos como religião, pátria ou nação. Como já dito, a valoração de cada conceito é diversa em cada ideologia. Assim é que, por exemplo, no Fascismo italiano e igualmente no Franquismo espanhol, no Salazarismo português ou no Peronismo argentino, o valor principal é a Pátria, representada pelo poder estatal, ou seja, a organização política instalada sobre um determinado território, cujo desígnio é a distribuição da justiça social - neste caso, o Estado é o objectivo, não o meio. Os Integralistas brasileiros, assim como os Legionários romenos, desenvolveram a tese que enaltece além da Pátria a Religião, mais especificamente o Cristianismo de liturgia Católica, de onde se extraem os conceitos morais e o qual justifica o poder do Estado, sem prejuízo aos atributos próprios deste - neste caso, o Estado é o meio de exercício da moral religiosa e a Religião justifica a existência do Estado.
    O Nacional-Socialismo é fundamentado principalmente no conceito de leis naturais e protecção à Nação. Dadas as desvirtuações que se deram ao termo “nação” nos últimos tempos, melhor defini-lo conforme era compreendido até metade deste século.   A palavra Nação deriva do latim natione, que significa nascimento, raça ou espécie. É um conceito de carácter sociológico e não jurídico-político. No Nacional-Socialismo, significa o termo Nação um conjunto de pessoas oriundas de uma mesma espécie ou raça, como uma unidade bio espiritual, da qual derivariam costumes, tradições e religiões comuns, através do conceito que Carl Gustav Jung definiu como “inconsciente colectivo”. Actualmente, o termo “nação” mistura "raça" ou "espécie", “povo” ou “população”, ou seja, um grupo de pessoas sem quaisquer atributos específicos senão o de residir em um território política e geograficamente definido. Daí também o termo “nacionalismo” ser confundido erroneamente com “patriotismo”.
    A Raça Branca, na Cosmovisão Nacional-Socialista, era atributo de todos os povos descendentes dos legendários Arianos, ou seja, das etnias de procedência indo-europeia. Ariano nada mais traduz senão “nobre”, ou melhor, povo nobre - ideia presente no termo grego “aristocracia”, que significa governo dos nobres ou de uma elite, e também no sistema de castas hindu, cuja elite é designada aos Arianos (ainda que o termo hoje lá tenha mais significado religioso que biológico). Atribui-se à Nação Ariana toda a criatividade espiritual da velha Europa e Oriente Médio, bem como a influência sobre outras raças, ousando alguns autores indicarem pontos de actuação civilizatória Ariana até mesmo entre os nativos americanos.
Uma questão bastante criticada, em função das distorções da história, é a da pureza racial. Insiste-se na inexistência de raças puras no mundo, devido aos constantes fluxos migratórios dos povos, ao contacto entre as nações, seja diplomaticamente ou por conquista, etc. São factos históricos que não são e nem poderiam ser negados pelo Nacional-Socialismo, mas aos quais não se atribui o dogmatismo e a infalibilidade aos quais a visão modernista pretende obrigar.
    À priori, o contacto entre povos diferentes não obriga à mistura, as Nações podem viver próximas umas às outras sem cruzamento genético - como no caso de povos escravos e governantes ou do já mencionado sistema de castas.
    Além disto, em nenhum momento o Nacional-Socialista ditou “o alemão é a única raça pura” ou alguma pretensão do género. Tanto que essa Ideologia atingiu e envolveu os Brancos de todas as subdivisões étnicas existentes, mediterrâneos, bálticos, alpinos, nórdicos, dináricos, etc. Também não se pretendia criar um mundo povoado por loiros altos de olhos azuis. Desta forma, seria ilógico que os principais dirigentes e ideólogos do Nacional-Socialismo, como o próprio Hitler, ou Goebbels, Himmler, Hess e outros, tivessem cabelos escuros e alguns sequer tivessem olhos claros. Isto indica apenas que era exigido, para caracterizar o Branco ou Ariano, um quociente ou grau de pureza evidente e elevadamente predominante e que, segundo os conceitos Nacional-Socialistas, caracteres de pilosidade e íris claros indicavam uma proximidade maior ao Ideal Ariano, como exponente do grau de pureza. Em alguns casos, como para o ingresso nas tropas de elite das SS, era necessário demonstrar, através de árvore genealógica, grau de pureza maior do que, por exemplo, para simples filiação partidária ou mesmo para justificar a cidadania alemã.
    E o conceito da nobreza da Raça Ariana também nunca significou um desmerecimento às demais raças. Criticou-se muito a nação judaica, pelos seus feitos históricos e pela degeneração que promovia na Europa e que ainda hoje promove no mundo, conforme planos preestabelecidos pelos seus “sábios”. Porém, o “racismo” alemão não impediu que se  unissem à sua  Causa anti-sionista as nações japonesa e árabe, por exemplo. Até mesmo negros como Jesse Owens, um dos campeões olímpicos de 1936, declararam admiração pelo povo alemão sob o regime Nacional-Socialista. É porque o conceito de diferença exposto no racismo positivo justamente valoriza as características idiossincráticas de cada raça. Os Nacional-Socialistas acreditam que o modo de vida Ariano é o mais elevado e melhor para os povos Indo-Europeus, renegando qualquer influência estranha. Da mesma forma, afirma que todas as raças devem se voltar para seus próprios povos, culturas e tradições, resistindo ao rebaixamento e à imposição de um modo de vida “ocidental” ou liberal. As raças podem colaborar entre si, mas nunca se misturar.
    Apesar de solidamente ligada ao solo (um de seus lemas era Blut und Boden = Sangue e Solo) e infinitamente patriótica, a Ideologia Nacional-Socialista não afirma ser a Nação   necessariamente dependente do território, podendo se estabelecer e se desenvolver em qualquer área geográfica, pouco significando as fronteiras politicamente estabelecidas desde que o território seja povoado por Arianos (como no caso da população étnica do “corredor polonês” em Danzig). Veja-se que a anexação de países e a constituição de protectorados foi uma prática jurídica comum durante a IIGM. Na época de seu auge histórico, nossa Ideologia também atingiu grupos da Nação Branca em todos os cantos do mundo, mesmo na África e na América do Sul, informando-se que existiam células NS na África do Sul, Uruguai, Argentina e mesmo no Brasil, em idos das décadas de 30 e 40.  Actualmente, este alcance é praticamente global, podendo ser notado mesmo em regiões da Ásia ou do Oriente Médio, onde hajam comunidades ou até indivíduos Brancos isolados.
      Uma vez definido o que seria Nação e atribuindo-se a ela desde então o poder da soberania ou auto-gerência, restava definir a forma como se organizaria essa gente e como seria exercido esse poder. O Socialismo, significando realmente a distribuição de justiça social, foi o meio encontrado. Importante não confundir o Socialismo europeu com o socialismo científico ou político de origem judaica, representado pelas ideologias provindas de Marx, Engels e outros, e que significa simplesmente fazer a tábula rasa, equalizar por baixo todos os indivíduos do povo e renegar caracteres importantíssimos como a individualidade, a personalidade, a família, etc.
     A unidade da Nação se resume à Raça e à Justiça Social. O substrato do bem comum só pode ser a composição de alguns de seus caracteres mais elementares: o indivíduo são; a constituição e auxílio à família gerada dentro dos padrões nacionais; a conduta dentro dos padrões morais médios; a saúde pública - incluindo-se a preservação e aprimoramento da Raça; a laboriosidade e o direito ao trabalho como meio de sustento da família e comunidade; a organização política (hierarquia estatal); a justiça social - neste ponto importando mais a sociedade que o indivíduo;  a defesa dos interesses nacionais nas relações exteriores e a defesa militar dos territórios nacionais. Todas as demais são elementares flutuantes, muito mais ligadas à individualidade e personalidade dos cidadãos do que à Ideologia.
      Perceba-se que a organização Nacional-Socialista não criou uma religião oficial para o Estado, entendendo que esta era uma característica inerente à individualidade e não à Ideologia. Permite-se a livre confissão religiosa, desde que se respeite os limites favoráveis à Raça. A arte e a liberdade de expressão, igualmente, não podem ser nocivas à Raça, não se admitindo degenerações esquizofrénicas como o modernismo de Picasso e permitindo-se literatura de autores judeus ou ideologicamente adversários apenas para pesquisa científica. Não houve, como se diz, um banimento de autores não-NS no governo Nacional-Socialista, mas na verdade uma restrição - sendo que o próprio Hitler estudava religiões e filosofias estrangeiras. As mal afamadas fogueiras públicas para queima de artigos intelectuais degenerados eram manifestações populares, geralmente espontâneas e às vezes incentivadas pelo Ministério da Propaganda, mas não uma imposição estatal.   É bom lembrar que, para os Indo-Europeus, o fogo nunca significou uma destruição, mas uma purificação - talvez inconscientemente se pretendesse, pela queima das ideias degeneradas, purificar a alma alemã.
“Führerprinzip” - Importa ressaltar ainda o conceito de liderança hierárquica e respeito absoluto que se verificou durante o governo na Europa e é inerente ao Nacional-Socialismo.
     O conceito hierárquico tem bases na própria Natureza, verificando-se entre todos os grupos de seres vivos mais desenvolvidos a predisposição natural de alguns elementos sobre os demais, seja pela sua força ou esperteza. É este indivíduo quem se responsabiliza pelos demais da sua espécie, pela preservação, manutenção, alimentação e defesa do grupo. Também a ele compete a propagação da espécie. Não somos animais, no entendimento de selvagens, mas não podemos negar a importância da nossa  primordial instintividade  face ao argumento da intelectualidade. A espécie  humana é a única que permite a um elemento degenerado sobressair-se sobre os demais, liderar um grupo ou reproduzir. É porque essa intelectualidade egoísta despreza os conceitos originais da Natureza, ou seja, cria valores artificiais (morais) em detrimento dos valores naturais.
      Os Nacional-Socialistas seguiram um Líder, Adolf Hitler, e respeitaram suas posições enquanto ele viveu e ainda hoje os focos Nacional-Socialistas seguem sua filosofia. Ele foi aclamado pela grande maioria da Nação germânica e um único atentado, perpetrado por traidores, foi cometido contra sua vida durante todo o seu governo, mesmo durante os anos da guerra. Então, não se pode responsabilizá-lo por todos os acontecimentos que envolveram a etnia germânica ou os partidários Nacional-Socialistas naqueles tempos, porque segui-lo foi uma decisão espontânea da colectividade, que se submeteu à sua liderança através de eleições democráticas.
      Os adversários do Nacional-Socialismo atribuem esta eleição ao desespero da Nação Alemã, que sofria pesadas sanções e crise após a Primeira Guerra Mundial; em parte é correcto, mas é importante lembrar que quem submeteu o povo alemão a tais sanções foram os liberais sionistas agressores e os traidores, contra os quais o povo reagiu oportunamente (e são os mesmos sionistas que lançam estas teses adversárias hoje em dia). Fosse a vontade maioritária do povo da Alemanha, o Líder teria caído  rapidamente e os alemães e  outros  povos não seriam voluntários em uma guerra suicida. Pelo contrário, pessoas de toda a Europa o seguiram fervorosamente, como numa legendária Cruzada.
      Alguns dissidentes e traidores covardes do pós-guerra criaram tese mais fantástica, a de que o Líder Adolf Hitler exercia uma fascinação hipnótica sobre a massa, e que também foi utilizada pelos adversários para justificar a adopção, por milhões de pessoas, dessa Ideologia, ao ver deles, absurda. Ora, convenhamos que carisma não é o suficiente para justificar a actividade de milhões de indivíduos - a menos que este carisma coadunasse com os sentimentos mais íntimos e comuns de toda esta colectividade. E também não é justificativa válida para a existência de adeptos do Nacional-Socialismo nos dias actuais, sendo que não temos mais um “hipnotizador de massas” para nos conduzir.
      Desta forma, é melhor o entendimento da responsabilidade colectiva e a clara e pacífica submissão da Nação aos princípios da hierarquia natural e do bem comum. A Nação seguiu Hitler porque ele representava uma resposta aos seus anseios, porque traduzia a possibilidade dos sonhos de soberania e honra de um povo, porque era cúmplice dos sentimentos da Nação. Hitler não era um “dono” da Nação ou um ditador; era apenas um homem à frente da multidão, era um “condutor” da Nação, na melhor tradução da palavra Führer. Hitler era um Líder natural, sua filosofia era (e é) capaz de definir os caminhos para o bem comum, que eram alegre e voluntariamente trilhados pela comunidade. Logicamente, haviam dissidências, mas estas eram repelidas pela massa homogénea. Haviam adversários, mas a Nação reagia exemplarmente contra eles e os punia pelos males que causassem ou se prevenia contra os transtornos que pudessem criar.
      Todas as demais elementares desta Ideologia derivam do indigitado conceito de “inconsciente colectivo”, ou seja, uma orientação mais ou menos comum a todos os indivíduos de uma determinada espécie, em respeito às leis naturais. A moral Nacional-Socialista se embaça nos valores naturais e procura codificá-los,
      Para distinguir bem o conceito moral natural do artificial, tomemos alguns transmutando-os para valores sociais. Exemplos. A Natureza fez as espécies e os indivíduos desiguais, uns mais outros menos capazes, e o Nacional-Socialismo exalta esta desigualdade entre os desiguais e a igualdade dos iguais; os conceitos liberais modernos, porém, afirmam que todos são iguais e pretende que todos sejam tratados igualmente. A Natureza demonstrou, por exemplo, que o cruzamento entre parentes consanguíneos (incesto) gera indivíduos degenerados e a proibição a esse tipo vil de conjunção carnal se codificou num conceito moral, natural e universalmente aceito; mas os liberais modernos atribuem sua origem não às leis naturais de selecção, mas às convenções sociais ou religiosas.   A Natureza comprova que os homossexuais são inaptos à preservação da espécie, pois não se reproduzem e, portanto, seriam eliminados numa selecção natural, razão pela qual o Nacional-Socialismo repudia a homossexualidade; já os liberais modernos pretendem fazer crer que os homossexuais são seres iguais a todos nós e que têm seu espaço na sociedade. Percebe-se, assim, que existem conceitos morais que se fundam no natural e outros que se originam no artificial, ou seja, numa convenção intelectual distante da realidade natural.
      A planta não se reproduz com luxúria, um animal não mata o outro por sadismo, o urso não hiberna por preguiça. Se você impede um gato de comer um rato, pode estar sendo “humano” com o rato, mas está sendo extremamente “desu-mano” com o gato, impedindo-o de cumprir as funções de seu ciclo natural. A Natureza não conhece a maldade; a maldade e o vício são criações existentes apenas no intelecto humano. O Nacional-Socialismo, fundando-se nas leis da Natureza, nunca pode ser mal, senão apenas JUSTO - que seja o que há de ser. Se nossos pontos de vista parecem cruéis para a moralidade liberal, pouco nos importa, pois não respondemos a valores artificiais, senão apenas à Vontade Suprema.

 Serei um Nacional Socialista ?

    Tudo que se acabou de escrever são apenas noções gerais do que primordialmente compõe nossa Cosmovisão (em alemão “Weltanschauung”), ou seja, o complexo ideológico Nacional-Socialista. Não nos é permitido aprofundarmo-nos mais no assunto aqui, por questões de praticidade, razão pela qual recomendamos a leitura de nossas obras mais importantes e também o aprendizado pessoal junto a outros camaradas.
      Concordar com essas linhas gerais é apenas um princípio. A concordância é para os simpatizantes, os aderentes. Para os Nacional Socialistas de fé, os activistas verdadeiros, admite-se apenas o profundo conhecimento, a acção e a militância. Não podemos chamar de “camaradas” a pessoas que não conheçam ao menos a ideia primogénita expressa na obra “Minha Luta” de Adolf Hitler, que é o livro básico do Nacional-Socialista. Mais do que ler a obra, é importante compreendê-la e aceitá-la como orientação de vida e princípio de actividade.
      O que escrevemos é o suficiente para o leitor simpatizante chegar a uma nova questão: “se é isto o Nacional-Socialismo, quero ser um Nacional-Socialista?”. Muitos intimamente já o são, pois crêem nas mesmas coisas talvez se decepcionem em saber que nosso Ideal não se funda no ódio ou na violência ao diferente, senão no amor ao igual e em sua defesa; também não pretende a destruição, e sim a construção de um novo e melhor mundo para nossa espécie; não age por meio da opressão ao povo, mas por meio de lideranças natas; não desafia o ordenamento cósmico, muito ao contrário, respeita as leis da Natureza   e  as  usa como veículo para a  sobrevivência e perpetuação da espécie.

      Neste ponto se distingue o verdadeiro camarada do falso. O verdadeiro vê o mundo conforme nossa Cosmovisão e age conforme nossos princípios, procurando sempre o bem comum da sua espécie. O falso é caricato e, apesar de se revestir de nossa simbologia e aparência, não possui a essência, a alma Nacional-Socialista.
      Existem muitas formas de ser um falso Nacional-Socialista, mas APENAS UMA forma de ser um verdadeiro camarada, qual seja, seguindo ortodoxamente nossos preceitos no quanto possam ser adaptados aos nossos tempos (pois, como a Natureza, o Nacional-Socialismo evolui e se adapta).
      Vamos exemplificar alguns casos de falsos Nacional-Socialistas, colectados pela experiência prática. Tratam-se de pessoas com comportamento imprestável para nossa Ideologia. Se o leitor acaso se sentir encaixado em algum desses exemplos, sugerimos que tente controlar seus maus ímpetos e melhorar sua conduta ou, se achar melhor, simplesmente se afaste da nossa comunidade.

    1. Muitas pessoas dizem crer em nossas ideias mas não demonstram isto em seu comportamento diário.  Parecem ter vergonha ou medo de se portarem como Nacional-Socialistas. Vergonha e covardia são incompatíveis com nosso Ideal. Uma pessoa não precisa declarar na rua: “sou um Nacional-Socialista”, nem precisa usar farda para identificação. Basta SER um Nacional-Socialista e AGIR como tal.
Esses falsos “camaradas” pretendem manter o Nacional-Socialismo no reino intelectual, sem produzir efeitos no mundo material, sofrem da mesma degeneração artificialista que tanto condenamos. Dizem crer em uma coisa, mas agem de forma diversa. A ideia só tem serventia se é o princípio de uma acção.

    2. Existem pessoas que se crêem mais conhecedoras das coisas do mundo do que os outros camaradas, até mesmo desprezando-os como se fossem reles “massa de manobra”. Isto apenas porque leram muitos livros ou conheceram outros camaradas importantes. Achando-se senhores da verdade, auto-proclamam-se líderes e pretendem ditar os meios de actuação aos demais camaradas, dando uma falsa ideia de acção.
Toda produção intelectual favorável ao Nacional-Socialismo deve ser apreciada, desde que provenha de activistas verdadeiros e sinceros. Devem ser desprezadas as manifestações dos “nazistas-de-quarto”, ou seja, daqueles que são especialistas em teoria e nunca demonstraram a prática de nosso Ideário. Não passam de burocratas covardes que, através dos camaradas, pretendem atingir objectivos que não têm coragem de buscar por si próprios, enquanto mantêm, perante a sociedade, suas aparências de pessoas “normais” (ou liberais). O “espírito Nacional-Socialista” dessas pessoas nunca ultrapassa as fronteiras das suas próprias casas.
Há também os “revolucionários-de-mesa-de-bar”, aqueles que, quando se encontram com os camaradas, no bar e em churrascos, sentam-se e discutem sobre tudo que envolve nossa Ideologia. Cada um tem a fórmula para todos os problemas do mundo. Ao se despedirem, cada um volta para sua vida e NADA fazem de concreto para que suas ideias surtam efeito no reino dos fatos.
Em nossa Cosmovisão, a teoria não é nada, a acção é tudo.

    3. Outras pessoas ostentam uma aparência de Nacional-Socialistas e, aos olhos dos camaradas, até mesmo agem como se o fossem. Porém, escondem na alma algum vício terrível que não querem manifestar perante os outros. Neste caso, a actuação Nacional-Socialista é uma forma de compensação, de aliviar a consciência e pagar pelos “desvios” que cometem fora da comunidade.
Temos exemplos de pessoas que se dizem Nacional-Socialistas, até mesmo escrevem livros e militam, mas que são homossexuais. Não poderia existir pior degeneração. A homossexualidade é um desvio irrecuperável e não pode ser perdoada. A “empolgação ideológica” de um homossexual nunca pode ser tida como sincera pois ele em si já contraria a própria essência de nossa Ideologia.
Há também casos ridículos de camaradas que procuram passar uma imagem radical para os demais mas que, sob embalos injustificáveis (álcool, incentivo de “amigos”, etc.), são dados a relações sexuais com pessoas de raça diversa. Alegam que “não vão procriar, apenas se aproveitar”. Isto é abominável. O respeito à Raça deve ser algo intrínseco à própria alma do Nacional-Socialista. Devemos manter nossos corpos purificados, tanto quanto o espírito.
Estes são exemplos claros de TRAIÇÃO.

    4. Algumas pessoas têm algum conhecimento ideológico e ostentam a aparência, mas são pessimistas e egoístas. Não procuram compartilhar seus progressos com outros camaradas. Não transmitem seus conhecimentos para outras pessoas. Para esta espécie de gente, basta ser apenas ele um “nazi”, e não procura criar uma comunidade para a propagação do Ideal, porque realmente acredita que já perdemos esta guerra e que o mundo está definitivamente condenado. De nada adianta conhecer a verdade, se ela não pode ser revelada.

    5. Certas pessoas têm algum conhecimento ideológico e ostentam a aparência, mas não têm o espírito de camaradagem e a coragem necessários.
Se um camarada está com problemas, devemos ajudá-lo, assim como gostaríamos de ser ajudados nas horas difíceis. Permitir que um camarada passe por privações quando se tem meios de ajudá-lo demonstra falta de espírito de união e camaradagem, puro egoísmo e crueldade.
Pode se dar ainda a falta de socorro a um camarada por escassez de coragem. Um camarada em apuros deve ser socorrido, nem que isto custe a própria vida. O espírito heróico do Nacional-Socialismo transmite a ideia de que a vida nada vale, se não for guiada pelos preceitos da Honra. Não nos serve um covarde vivo. A integridade física e a vida do outro sempre vale mais que as nossas próprias, desde que este outro seja um verdadeiro Nacional-Socialista. Ajudar outras pessoas que não sigam nossos objectivos e assumir as consequências do ato é uma opção consciente de cada um, mas é inconcebível abandonar um camarada quando ele mais precisa.
As pessoas que assim agem são vulgarmente denominadas em nosso meio como “nazistas-de-vitrine”, ou seja, servem apenas para ver, não para usar. Melhor viver um dia como um leão, do que viver uma centena de anos como uma ovelha.

    6. Coragem não é o mesmo que irresponsabilidade ou imprudência. Se a integridade física de duas pessoas pode ser resguardada, nenhuma é prescindível, portanto o camarada não precisa se sacrificar desnecessariamente. Como já dito, TODOS são igualmente importantes em nossa comunidade.
É comum acontecerem casos onde camaradas, tentando mostrar-se destemidos e corajosos, acabam arranjando problemas para os outros. Se é possível evitar-se problemas, não há porque prosseguir numa conduta condenável. Se você se envolver em problemas e tiver ao seu lado um camarada sincero, tenha certeza de que está “comprando encrencas” para ambos, pois ele nunca o abandonará. Antes de cometer um ato irresponsável ou imprudente, pense em seus camaradas e nas consequências, pense se há verdadeira necessidade de agir desta ou daquela forma, ou se está imperando apenas a vontade do seu EGO ao invés da razão.
Meter-se a herói, apenas quando a sobrevivência e a camaradagem justificam. Se você sabe que vai ter problemas, mas isto é necessário e ideologicamente justificável, todos o apoiarão. Melhor a morte que a desonra.

    7. A violência só pela violência também não é indício de coragem. A violência é uma reacção a um perigo real ou iminente.
Alguns camaradas partem para a ultra-violência por desilusão e amargura contra o mundo. Lutam pela via correcta e não vêem resultados, e isto propicia o acumulo de mágoa e ódio. Em determinado momento, não enxergam mais a beleza de nosso Ideal, mas apenas os defeitos do mundo.
Outros, porém, empregam a violência por pura crueldade, o que é o indício de uma psicopatia latente. Agem como “nazistas-de-filme” e servem para que nossos adversários justifiquem a condenação e repressão contra nosso Ideal.
Apenas quando você ou algum camarada está para ser fisicamente atacado, a violência é necessária. Se a concentração ou movimentação de adversários presumidamente pode ameaçar seus principais valores, a violência chega a ser justificável.

    8. Alguns são comodistas ao extremo. Quando se lhes lança uma oportunidade de agir em prol do Ideal, preferem encontrar os defeitos do projecto do que enaltecer as benesses. Esse tipo de gente está sempre colocando obstáculos entre si e o objectivo e essa dificuldade, na maioria das vezes psicológica, é a justificativa para sua acomodação.  Nada nos é impossível.  Os obstáculos, como disse nosso Líder, devem ser superados, não contornados. Que dizer daqueles que têm ócio até mesmo de contornar os obstáculos?...
O ócio, a preguiça, a acomodação, são degenerações. Apenas o trabalho duro é o caminho do Ariano.

    9. Desde os pequenos até os maiores erros devem ser observados pelos camaradas mais diligentes. Em grande parte das vezes, felizmente, um erro pode ser reparado satisfatoriamente. É da boa ética que o erro seja reparado ou compensado pela própria pessoa que o cometeu, da maneira que lhe seja possível, seja por espontânea vontade ou até mesmo por pressão dos demais camaradas.
Um problema surge quando há entre nós pessoas que não assumem a culpa pelos seus erros, seja por medo de represálias ou para não perder a confiança dos demais camaradas. Não reconhecer o próprio erro é um sério problema ligado à honra de uma pessoa e não reparar o erro denota covardia perante os fatos. Até mesmo o melhor camarada às vezes erra, pois é apenas um ser humano, mas essa pessoa
mostra sua dignidade ao assumir e reparar o erro. Pessoas que jogam sua culpa sobre os ombros dos outros, especialmente quando esses outros não estão presentes para se defenderem, não servem para o nosso Ideal. A mentira é inadmissível.
Outros ainda preferem culpar a bebida pelos seus erros. Bom, os efeitos do álcool etílico são universalmente conhecidos e ninguém é obrigado a beber. Mas como já dito, se a pessoa erra, sob influência do álcool, “amigos” ou qualquer outra, mas reconhece e repara ou compensa seu erro, ocorre um mal menor. O problema, neste caso, é quando a justificativa pelo “álcool” se torna crónica, ou seja, a pessoa erra com constância, sempre atribuindo a culpa ao álcool. Este já é um problema relacionado à má conduta e merece ser repreendido pelos demais camaradas.

    10. Há aqueles que misturam seus problemas pessoais com os problemas do grupo ou comunidade na qual milita. Ou seja, sua antipatia por algum outro camarada o leva a procurar sempre prejudicá-lo e, nesta guerra pessoal, quem sai sempre perdendo é o Ideal. Isto acontece frequentemente devido a ciúmes envolvendo mulheres, mas também ocorre com frequência a antipatia gratuita. É importante para
os demais camaradas sempre se esforçarem para que boatos não se propaguem; uma boa forma de fazê-lo é, sempre que alguém fala do ausente, fazê-lo repetir suas afirmações quando a vítima de seus comentários estiver presente - e mais, sempre procurar a versão da vítima dos comentários, preferencialmente frente a quem realizou o comentário. Se alguém tem problemas pessoais com relação a outro camarada, isso deve ser resolvido fora do grupo de militância, ou seja, que encontrem qualquer meio de resolverem suas diferenças, sem intervenção dos camaradas e,
dentro do grupo, que mantenham a ética, comportem-se como adultos e inter colaborem sempre que seja necessário. O Ideal deve estar sempre acima dos problemas pessoais. A dor pessoal desaparece perante a dor da Nação.

    11. A mulher é parte importante em nosso Ideário e merece todo o nosso respeito, pois suas funções, ainda que diferentes, têm equivalente valor ao das funções masculinas dentro do Nacional Socialismo. Por isso é pesaroso verificar que, ainda que existam grandes exemplos de actuação feminina no Nacional-Socialismo histórico, as mulheres constituem uma ínfima parcela de nosso movimento e parecem muito pouco preocupadas com nossa Cosmovisão.
Actualmente a passagem de mulheres dentro de nosso movimento costuma ser efémera e mero reflexo do activismo de seus companheiros. É porque a mulher, para conquistar o afecto de algum de nossos camaradas, pretende lhe provar ser ela também uma Nacional-Socialista, procura se envolver com os assuntos apreciados pelo camarada e, no final das contas, acaba ela mesmo se convencendo de que é uma camarada - fará tudo que os activistas fazem e, por vezes, pode até se apresentar mais radical do que muitos de nós. Se esse relacionamento conjugal perdurar, ela será sempre uma Nacional-Socialista; se naufragar, ela  provavelmente  abandonará nosso movimento e até mesmo as amizades que entre nós firmou. Estranhamente, parece ser da natureza da mulher seguir a Ideologia do companheiro, mas ao mesmo tempo, quando a “magia” do romance acaba, nada resta desse Ideal dentro da alma feminina. Talvez até ajam da mesma forma junto a outras ideologias.
É triste constatar que a maioria das mulheres se afirma Nacional-Socialista apenas enquanto um sentimento a prende a alguém dessa Ideologia,  de forma que nunca podemos nos empolgar demais com a militância feminina - salvo louváveis mas esparsos casos, que gostaríamos que fossem a regra, não a excepção.

    12. Há o caso dos megalómanos, aqueles cuja vaidade supera os princípios do Ideal. Eles não procuram agir sem interesses próprios, mas para serem admirados, respeitados ou temidos no meio em que vivem. Desprezam pequenas missões e aumentam mentirosamente seus próprios feitos. A vaidade egocêntrica é um vício que deve ser extirpado. Um “camarada” que pretende se salientar dentro ou fora do grupo subindo em cima de outro camarada, não merece nossa consideração. É o exemplo de pessoas que tentam mostrar maior conhecimento ou coragem ridicularizando outros camaradas. Existem formas e formas de se ensinar ou incentivar - temos sempre que procurar a forma que denote maior respeito ao camarada, que é igual a nós.
Alguns preferem não se esforçar e desprezam um trabalho pequeno. O orgulho vaidoso os obriga a procurar desafios maiores que suas capacidade reais. Ora, é sempre melhor fazer pouco do que não fazer nada, pois o óptimo é inimigo do bom. É melhor o resultado menor e bem aprimorado, do que o grande e cheio de defeitos, assim como vale mais uma pequena casa segura, do que um palácio construído sobre areia, prestes a desabar.
 

    13. Outros ainda pretendem “modernizar” o Nacional-Socialismo, procurando criar uma imagem, um produto que possa ser “vendido” para a sociedade liberal. A aceitação de nosso Ideal nunca pode passar pelo desprezo a nossas características intrínsecas. Se renegamos alguns valores, o produto final não é mais o Nacional-Socialismo, senão algo diferente. Não existe o Nacional-Socialismo sem o conceito de racialismo, por exemplo, assim como exigimos de todos os activistas os sentidos de socialismo, patriotismo e camaradagem.
Isto ocorre bastante quando se mistura princípios do Nacional-Socialismo com as tendências da Nova Era (“New Age”). Estas tendências nada mais são do que uma tentativa de se dissolver todas as culturas, ideologias e religiões existentes num único caldeirão. Dá-se a aparência de haver espaço para todas as ideologias e religiões, mas na verdade não há espaço para nenhuma, pois ao serem aceitas pela Nova Era, essas tendências perdem suas características verdadeiras.
Por isso, é importante não confundir Religiosidade e Mística, características do Nacional-Socialismo, com esoterismo ou ocultismo. Consideramos o secreto como algo proibido, que não tem coragem ou legitimidade para mostrar sua verdadeira cara perante todos. Nossos sentimentos se verificam claramente, em nossos actos, em nossa própria forma de viver.

    Estes são alguns exemplos mais comuns de condutas ímprobas, entre vários outros que poderiam ser citados. Alguns vícios de comportamento são insanáveis, outros podem ser eliminados com o esforço pessoal do camarada que deles está acometido. Tudo depende apenas da própria pessoa e de sua força de vontade. O máximo que podemos fazer para ajudar é  aconselhar, incentivar e dar exemplo. Porém, quando um “camarada”, por mais estimado que seja, oferece risco à unidade do grupo, o único caminho é repeli-lo de nosso meio.

 Proibidos, mas não mortos.

    Há uma nítida repressão em vigência contra nossa Ideologia, manifesta na forma de leis, de denúncias da mídia, etc. O Sistema se diz democrático e liberal, nos condena pela nossa rigidez e estilo autoritário, e ainda é cínico o suficiente para impedir nossa livre expressão. Nossos símbolos são proibidos, nossas características são condenadas. Não nos proíbem por sermos absurdos, mas porque somos sensatos. Se tivermos liberdade de expressão, o Sistema teme que possamos novamente mover as massas, como ocorreu nas primeiras décadas deste século. E com certeza, temos o poder de convencer o povo da validade de nossos ideais. Por isso nos proíbem, porque têm medo de nós, porque oferecemos um risco real ao Sistema sionista.
    Para proibirem nossas teses, alegam que são absurdas. Ora, caso um grupo defenda a tese de que os marcianos vão invadir a terra, serão ridicularizados mas nem por isso serão proibidos. Com a velha mentira do genocídio de seis milhões de judeus, “justificam” a repressão alegando que nosso regime político é violento. Mesmo que “holoconto” o fosse verdadeiro, considere-se que os comunistas mataram DEZENAS DE MILHÕES de pessoas e nem por isso são proibidos (são aplaudidos, na verdade).
    É essa proibição injustificada que nos dá a certeza de que trilhamos o caminho certo. Sendo adversários do Sistema sionista, dá-nos gosto que nos odeie e tente nos impedir. O espírito criativo do Ariano sempre procura desafios para superar.
    Nosso desafio é fazer valer neste mundo os nossos valores e convencer as pessoas a abandonarem as falsas ideologias para seguirem connosco. Podem nos proibir, podem até nos matar, mas as ideias nunca morrem nem podem ser presas.
    Portanto, temos sempre que procurar meios de lutar por nosso Ideal e atingir nossos objectivos, equilibrando a maior praticidade com o menor sacrifício. Se existem duas formas de se fazer uma coisa, com idêntico resultado, e uma delas é mais prática, opte-se pela mais fácil e poupe-se energias para uma nova missão. Se dessas duas formas, a mais fácil representa um resultado pior, opte-se pelo caminho mais difícil, pois o Nacional-Socialista busca o melhor, o mais perfeito, que é o reflexo da nobreza da Raça. Se uma forma apresenta um resultado rápido, mas passageiro, opte-se pela forma que apresenta resultado gradual, mas seguro e constante, pois não podemos nos servir de efeitos efémeros.
    Sempre há uma alternativa para a acção sem que seja necessário infringir as leis democráticas. O Sistema liberal é imperfeito e as licenças que eles criam, com alguma astúcia, podem ser utilizadas em nosso favor. Essas licenças são vias de mão dupla. Invocando os próprios preceitos democráticos (liberdade de expressão, especialmente) podemos propagar nosso Ideal e nos defender contra acusações.

 Relacionando-se com o seu meio

    O Nacional-Socialista discorda do meio em que actualmente vivemos. Mas isto não o obriga a tornar-se um indivíduo anti-social ou ermitão. Pelo contrário, nossas relações sociais são indispensáveis para a propagação da Ideia. Há sempre que se adquirir maior popularidade, desde que isso não ponha em risco as características básicas do nosso Ideal.
Ainda que haja a necessidade de se organizar uma comunidade com o mesmo Ideal, para desenvolver o trabalho Nacional-Socialista, é também necessário sempre buscar novas pessoas fora dessa comunidade, sob pena de ficarmos limitados e estanques. Se você se introduz na sociedade, tem autoridade para criticá-la e legitimidade para tentar modificá-la. Não precisa compartilhar dos mesmos preceitos democráticos, pode e deve viver à margem deles. Não há a necessidade de se misturar, apenas de conviver com os “normais”, de ter livre acesso e trânsito na sociedade.
    Primeiramente, é necessário conhecer a si mesmo (nosce te ipsum) e formar dentro de si um verdadeiro espírito Nacional-Socialista, adoptando com paixão o nosso Ideal. Tudo aquilo que é considerado vício, conforme a óptica Nacional-Socialista, deve ser extirpado. Nunca se deixe ser dominado pelo medo,  pela luxúria, pelo ódio, pela improbidade. Somos apenas humanos e existem momentos em que sentimentos ruins se manifestam, mas o Nacional-Socialista deve ter equilíbrio para afastar da mente esses vícios. Existem apenas dois caminhos: um certo, outro errado. Nossa Cosmovisão evidencia o caminho correto, tudo o mais deve ser considerado errado e evitado.
    A formação cultural é importante para esta distinção, pois não se pode defender o que não se conhece. Para afirmar ao mundo “sou um Nacional-Socialista”, deve-se primeiro poder afirmar isto para si próprio, conhecer a base ideológica e ter convicção de que está correcta. Deve-se procurar dentro de si valores como honestidade, honra, fidelidade, coragem, bondade, e se tornar externamente a aparência de seu interior. Os adversários vibram quando aparecem “Nacional-Socialistas” ignorantes ou de aparência, pois os usam para generalizar, perante os olhos dos crédulos, a aparência de que nosso movimento é composto apenas por imbecis sem nenhuma formação ideológica.
    O primeiro grupo social que o indivíduo integra é a família. O respeito aos antepassados é uma característica presente em todas as sociedades, em todas as raças e, sem exagero, até mesmo entre alguns animais, como os elefantes; APENAS o Sistema liberal moderno despreza os laços familiares e o culto às origens. Você conhece a si próprio apenas quando conhece suas origens e o meio em que foi criado. Na maioria dos casos, o indivíduo é criado dentro do Sistema aceito pelo poder sionista, em um ciclo vicioso. Os pais que foram educados de forma errada também educarão mal. Ou pode haver um simples despreparo, em caso de casais constituídos muito cedo, gravidezes precoces, mães solteiras, pais viúvos ou separados.
    Se os seus pais não concordam com seus ideais, é primeiro preciso se perguntar se eles realmente conhecem seus verdadeiros objectivos e se não houve uma falha, de sua parte, em explicar-lhes o conteúdo ideológico do Nacional-Socialismo. É muito comum, pesarosamente, a falha de comunicação entre os membros próximos de uma mesma família e este pode ser o seu caso.
    Se eles conhecem a teoria do nosso Ideal e ainda assim desaprovam a sua conduta, é hora de se perguntar se você realmente age como um Nacional-Socialista dentro de casa. Não adianta exaltar para o mundo e discursar sobre valores como trabalho e respeito, se dentro de casa você não colabora em nada e desrespeita seus próprios pais.
O lar é seu abrigo seguro. É necessário sempre evitar problemas dentro de casa e, mesmo que discordantes as opiniões, manter um equilíbrio de tolerância uma pela outra. Enquanto seu familiar não se tornar um adversário, é desnecessário o conflito. Lógico, é difícil ou impossível aceitar dentro de casa um homossexual, um dependente de drogas, um ladrão, um miscigenador. Nem é bom viver sob o mesmo teto e ganhar a independência pode ser justamente o meio de se evitar o conflito.
    Sua família é um terreno fértil para se semear o Nacional-Socialismo. É sangue do seu mesmo sangue, seus familiares o conhecem como poucos, confiam em você. A sua palavra tem relevância e importância. Agora, se você é dado a mentir dentro de casa, impossível conquistar confiança. Por isso, seja sempre sincero com seus parentes próximos.
    O segundo grupo social é composto pelos amigos de infância. Geralmente, estas amizades são as mais persistentes e duradouras, qual uma segunda família. E como tal, seus amigos confiam na sua palavra. Nunca permita que eles se desviem para um caminho artificial, procure sempre guiá-los rumo ao Nacional-Socialismo.
Depois é importante formar-se como indivíduo social, cabendo a cada um de nós a opção pelo ramo de actuação. Sua opinião será mais respeitada se tiver um status aceitável. Se você trabalha e estuda as pessoas o aceitarão, se for um vagabundo, o rejeitarão - e neste caso ainda, a vadiagem é incompatível com nosso Ideal. Uma profissão e um curso superior (universidade) são importantes, devem ser objectivo de todos, mas não são imprescindíveis. Existem camaradas com baixo grau de instrução ou que laboram junto ao operariado, mas que valem muito mais do que alguns bacharéis, funcionários públicos, advogados, engenheiros, militares. É preferível um simples estudante que se esforça em divulgar nossa propaganda do que um arquitecto escondido atrás de seu diploma, com medo de perder o emprego. Além disto, não existem profissões mais ou menos dignas. Um mecânico ou um pedreiro são tão importantes quanto um médico - se seu carro quebra ou se precisa construir um muro, não vai fazê-lo com um bisturi e conhecimentos de biologia
    Surge o terceiro grupo social, o escolar. A educação insegura dada pelos pais pode ser completamente destruída e suprimida por um educador profissional, que administra a “educação oficial” sionista. É na escola que as ideias artificiais são assentadas no cérebro do educando. Em geral, permite-se formar como educador apenas pessoas que ratifiquem as teorias liberais modernas. Normalmente, os professores são pessoas de tendência ou actuação esquerdista ou até mesmo homossexuais. Exponha suas opiniões em classe sempre que possível e nunca se deixe prejudicar ou abater. O debate livre em classe de aula é também um meio de propaganda.
    Já os seus colegas de classe são pessoas que podem ser convencidas de nosso Ideal, pois elas estão em convívio diário e a doutrinação pode ser feita lenta e gradualmente. Procure sempre seleccionar um grupo de amigos com características semelhantes e trabalhe sobre eles, discutindo temas pertinentes à nossa Ideologia e fornecendo material de propaganda, sempre que possível.
    Outra forma de mudar a realidade do ensino é a criação e participação em comissões, grémios estudantis e campanhas culturais. Nem sempre isto é possível, pois geralmente se dá preferência electiva aos mais populares liberais. Porém, havendo esta possibilidade, procure criar actividades culturais voltadas para nosso Ideal, por exemplo, enaltecendo a cultura europeia, condenando a criminalidade, etc.
    O quarto grupo social é do meio em que se trabalha. Grandes empresas permitem acesso a um maior número de pessoas, além do que é principalmente nesse meio que se desenvolve o comunismo. À semelhança do que foi dito quanto à escola, forme grupos dentro de seu ambiente de trabalho. O sindicatos são excelentes veículos para auto-promoção e é possível manifestar-se sem se inclinar à esquerda ou à direita. Repudie a luta de classes e incentive seus colegas operários à colaboração entre as classes sociais ou ao cooperativismo.
    As situações de grande agitação dentro das empresas são perfeitas para se denunciar o inimigo. Nas crises, ataca-se os capitalistas; nas greves, ataca-se os comunistas; em ambos os casos, demonstre que num sistema cooperativista, que privilegiasse o “padrão trabalho” e não o “padrão ouro”, a crise não existiria.  Seus colegas de trabalho poderão ou não confiar em você, dependendo isto da forma como você se manifesta e se relaciona com os demais. Demonstre sempre que você é como eles, mais um do povo - a diferença é que conhece a VERDADE.
As pessoas que trabalham no campo estão muito mais próximas do ideal natural e o trabalho doutrinário parece ser mais simples. Na verdade, pode-se encontrar obstáculos na falta de instrução cultural da maioria dos camponeses, mas como factor de equilíbrio também há ainda muita ingenuidade e pureza de coração, que impedem a degradação moral dessa gente.
    No funcionalismo público, a situação se torna mais grave. Fácil notar que existe pouco sentimento de colaboração. Porém, actuando como funcionário público, você pode tentar, por seus meios, minimizar o impacto negativo da máquina estatal sobre a sociedade. Por menor que seja seu cargo, uma pequena mudança no Sistema liberal já nos é muito significativa.
Outros tipos de serviço dependem muito das relações sociais. Um vendedor, um advogado, um médico precisam manter um  contacto  directo com a  clientela,  importando sempre ser simpático, justamente para mantê-la. Essa simpatia pode e deve ser transferida para outros objectivos, como uma conversa informal sobre os problemas do mundo (expondo nosso ponto de vista). Entre os profissionais liberais, também é de boa prática evitar-se explorar financeiramente os clientes.
    Um caso à parte é conferido às pessoas que trabalham com as comunicações sociais, como professores, articulistas, repórteres, profissionais de marketing, cartunistas, artistas, etc. Esses profissionais precisam necessariamente transmitir ideias e, para manter o emprego, precisam vender a ideia de seus chefes, detentores do poder económico. Parece ser extremamente impossível um Nacional-Socialista viver num ambiente deste, sem que o peso na consciência logo se manifeste. Em contrapartida, a actividade freelancer permite que o Nacional-Socialista escolha seus trabalhos conforme sua consciência e, ainda, tenha a possibilidade de transmitir em órgãos de relativo alcance os nossos pontos de vista sobre assuntos ligados à sociedade.
    Quando o Nacional-Socialista é proprietário de seu próprio estabelecimento comercial, empregando mão-de-obra, é importante primeiramente empregar pessoas de sua confiança. Sempre que possível, empregue um Nacional-Socialista ou o ajude a se estabelecer profissionalmente, recomendando-o para conhecidos. Também é relevante portar-se como bom empregador, pois de outra forma não nos distinguiríamos dos capitalistas.
    Outros grupos sociais vão surgindo. Um deles é o formado pelo meio em que se reside. Infelizmente, não temos a possibilidade de viver apenas próximos aos nossos camaradas, em uma comunidade ou condomínio. Devemos nos relacionar com as pessoas ao nosso redor, sempre que possível. É da sua vizinhança que sairão os primeiros amigos de seus irmãos e seus filhos. Procurar melhorar esse ambiente é um imperativo e pode ser conseguido tanto pela actuação individual quanto pela colectiva.
    O simples accionar da força policial, por telefone mesmo, sempre que se note a presença de suspeitos, já é uma forma de preservar o ambiente. Se estão furtando a casa de um vizinho, mesmo que você não goste dele, é seu dever chamar as autoridades, pois se a ele furtam hoje, amanhã a vítima pode ser você. A existência de consumidores de drogas em sua região é preocupante, porque incentiva a criminalidade. Você pode conversar directamente com o jovem viciado, pode alertar os seus parentes ou simplesmente accionar a polícia, dependendo da gravidade do caso; hoje há apenas um viciado, amanhã ele influenciará todo um grupo, depois, com algum azar, seu próprio irmão ou filho pode se tornar membro de um gang de viciados.
    Além disso, é importante residir em um ambiente fisicamente saudável. Saneamento, ruas asfaltadas, iluminação, são requisitos básicos de um ambiente saudável e isto pode ser conseguido mediante requisições particulares junto aos órgãos públicos, através de processos judiciais, ou melhor ainda, através da actuação de uma comissão de bairro. A formação de associações de bairro também é um meio de se propagar o Ideal, através da promoção de cursos e actividades culturais que coadunem com nossos objectivos, sem falar que o representante de bairro, por si só, já adquire, junto com a responsabilidade, um tanto de respeito e influência sobre uma pequena comunidade.

    Há ainda o grupo social religioso. As pessoas de qualquer crença, que observem as “ordens” da divindade que adoram, tornam-se temerosas da “ira divina” e podem ser convencidas da realização sincera dos preceitos religiosos. Os cristãos parecem crer que a Bíblia expressa a vontade do próprio Cristo, assim como os pagãos nórdicos seguiam o Hávamál como se fossem as palavras ditas por Odin mesmo. É condenável a adopção de religiões de origem não-Ariana, bem como de qualquer outra manifestação cultural. A religião saudável também deve se fundar em valores morais naturais, pois de outra forma não valeria a pena um NS adopta-la. O incentivo dentro da comunidade religiosa à observação desses conceitos morais tem uma força estupenda. Com um "fiel", se discute as "ordens de Deus", não as dos homens. Dentro de uma comunidade, deve-se privilegiar e promover as condutas que mais se aproximem de nossa necessidade.
    Outros grupos de importância mediana vão surgindo conforme as preferências individuais do activista. São infinitos. Pode haver um grupo social unido pelo desporto, pelas artes, pela ciência, pelos hobbies, etc. Sempre que haja relação entre duas pessoas, é importante transmitir um pouco do nosso ideal.
    Talvez o grupo social mais importante seja justamente o da família que o Nacional-Socialista vai constituir através da união conjugal e procriação. Só é perfeita a escolha de uma companhia cujos ideais sejam iguais aos nossos. Um homem e uma mulher que pensam da mesma forma não promovem conflitos conjugais fúteis e mantêm a estabilidade do lar. Mas nem sempre isto é viável, conquanto não é possível mandar em seus sentimentos. Porém, é possível se amar alguém sem estar com esta pessoa (quando ela não sirva à nossa Causa) e a renúncia ao sentimento em nome do Ideal demonstra o mais elevado carácter de um camarada. De qualquer forma, um bom Nacional-Socialista não vai escolher como companhia uma pessoa que seja adversária de seu Ideal. A discordância tolerante é via mais aceita, desde que se assegure de que as concessões ao cônjuge não vão comprometer a grandeza dos objectivos ideológicos.
    Ademais, é preciso procurar uma companhia  biologicamente  saudável e
apta à procriação. Se você próprio é um portador de doenças hereditariamente transmissíveis e sem tratamento médico eficiente para preservar a prole, o melhor caminho é a renúncia à procriação - no caso de haver a união conjugal, a melhor saída é a adopção de crianças saudáveis, que também é um bom caminho para os casais com problemas de fertilidade.
    A procriação deve ser uma decisão responsável, tomada apenas quando o casal tenha relativa estabilidade social e económica e esteja preparado para educar crianças. Porém, o acaso é uma sorte inconstante.
    O fruto dessa união será um ser “virgem” de qualquer ideia artificial e deve ser criado pela via correcta. A preparação para a educação é consequência da preparação para a própria vida. Se o camarada é uma pessoa convicta e firme em seus ideais, certamente saberá transmitir esta segurança à sua prole, ainda mais se puder contar com a dádiva de uma companhia de mesmos objectivos. Caso você perceba que outros casais não têm preparação suficiente para educar os próprios filhos, procure ajudá-los (sempre com o consentimento prévio), “apadrinhando” essas crianças e oferecendo-lhes com frequência o seu convívio.
    O ideal é cada casal ter mais do que dois filhos, em nome da propagação da espécie.  Quando dois indivíduos se unem para produzir um único ser, houve uma redução populacional pela metade, um desperdício do potencial de procriação; com dois filhos, há uma estabilidade. Quando duas pessoas dão à luz três ou mais filhos, verifica-se um crescimento populacional. O Nacional-Socialismo sempre incentivou a maternidade e, inclusive, durante o III Reich, eram concedidas medalhas de mérito às mães que tivessem mais filhos. Sabemos que na economia e política instáveis de hoje, não é possível ter muitos filhos, mas seria o necessário para competir pelo nosso espaço frente à proliferação absurda de outras raças.
    Outro grupo social dos mais importantes é aquele constituído exclusivamente por Nacional-Socialistas, como  associações  políticas, sociais, paramilitares, culturais ou singelos grupos de amigos. Sobre os demais grupos sociais, o camarada apenas actua; mas nesta espécie de grupo, ele interage. Enquanto naqueles outros grupos ele promove a evolução do pensamento dos indivíduos que não são seguidores de nosso Ideal, dentro deste ele se relaciona de igual para igual. É possível, em um grupo Nacional-Socialista, tanto aprender como ensinar e isto não está necessariamente vinculado a um carácter intelectual de aprendizado. Pode-se aprender muito com a simplicidade, a coragem, a empolgação e as experiências de vida de outros camaradas, mesmo que estes não tenham lido muitos livros. É nesse meio também que começam a se destacar as lideranças naturais, aquelas pessoas que são admiradas, amadas e seguidas, tomando para si a responsabilidade de promover e desenvolver ao máximo o grupo.
    Um Nacional-Socialista nunca pode existir sinceramente sem actuar de forma positiva sobre um grupo ou interagir dentro de círculo social apropriado, sob pena de se tornar um dos exemplos de falsos Nacional-Socialistas. Somente respeitando as outras pessoas você obterá a chave da confiança. Não falamos em “dar a outra face” ou servir de capacho para os outros, pois não somos submissos. Falamos apenas em respeitar a quem mereça nosso respeito e a quem nos respeite também.

 Porquê Nacional-Socialista ?

    O ponto de partida do Nazismo, igual a quase 100% dos acontecimentos mundiais, radica-se nos “PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DO SIÃO” ou elaboração definitiva por escrito do plano de conquista universal desenvolvido pela raça ou nação judaica, e que se funda em um suposto “pacto” entre a Divindade e o primeiro patriarca hebreu, no qual se lhes prometia que submeteriam todas as nações e que um rei de seu sangue submeteria o mundo.
Desde 929 AC que perseveram, seguindo esse demencial objectivo, açambarcando o ouro para chegar ao poder e controlando a imprensa ou “opinião pública” para encobrir seus avanços. Com a Revolução Francesa, iniciaram o processo de decomposição do sistema aristocrático e a implantação da Democracia, a forma de governo que melhor se presta aos seus planos. Mas como alguns dos “estúpidos goyim” (assim chamam os não-judeus) poderiam advertir suas maquinações, decidiram fixar duas vias democráticas: uma LIBERAL e outra MARXISTA, cuidando de fazê-las aparecerem como inimigas acérrimas. Com tal argúcia, mantiveram a Humanidade entretida nesta suposta guerra entre os EUA e a URSS por décadas, enquanto moviam os fios.
    Também previram o surgimento de doutrinas ou formas de governo lógicas e positivas, que poderiam arrancar a Humanidade dentre suas garras. Tanto é assim que chegaram a prever a aparição de um génio dos gentios, decidindo chegar até a guerra mundial para detê-lo, se fosse preciso, utilizando os países controlados pela família Rothschild.
    E sucedeu-se que, depois da Grande Guerra, surgiram com grande ímpeto os nacionalismos e com maior força na Alemanha, nação com a qual a sanha judaica não havia tido limites. Os vencedores a desmembraram, reduziram, rodearam de um anel de países hostis (até inventaram alguns, como a Jugoslávia) e a seu povo pisoteado submeteram-no à fome e aos piores sofrimentos, oprimindo-o com indemnizações e “reparações de guerra” monstruosamente exageradas, para que jamais terminasse de pagá-las. Tudo isto está no criminoso Ditado de Versalhes. Mas é precisamente nesta Nação que o sentimento nacionalista se plasma em uma doutrina política e um programa de  governo levados ao êxito,  após 14 anos de luta, por um homem genial, através de um movimento de massas que se enquadrou no NSDAP, o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães.
    O NSDAP estabeleceu uma COSMOVISÃO original e completa, absolutamente lógica e baseada nas Leis da Natureza. Mas foi caluniada, vilipendiada e obscurecida até o irracional, graças ao monopólio da força jornalística mundial, em forma de diários e revistas, agências noticiosas, indústria de papel, periodistas, mais o cinema e a televisão. A estes se agregam as agências de publicidade para afundar uma massa idiotizada com o tabaco, álcool, droga e pornografia, confundindo-a em um emaranhado de mentiras intermináveis, mostrando só o quanto se deseja meter nas mentes embotadas e ocultando-lhes tudo aquilo que não convenha a quem maneja este plano sinistro.
    O QUE SE MOSTRA DO NAZISMO? Loucura, criminalidade, violência, ânsia de conquista, racismo negativo (exactamente o racismo que praticam os judeus), teorias aberrantes, terror, bestialidade, opressão, abusos, etc. etc.. Se destaca com luzes de néon o HOLOCONTO e os supostos seis milhões de judeus assassinados.
    A VERDADE OCULTA DO NAZISMO: Em só seis anos de Paz o regime totalitário e antidemocrático de Adolf Hitler recuperou a Agricultura e o Campesinato para alimentar a todo o Reich e ante o crescimento gigantesco das colheitas, voluntários das diversas profissões, indústria e comércio foram trabalhar lado a lado com os camponeses. Levantou o nível do operário, que pela primeira vez começou a ser respeitado por toda a Comunidade, com o que milhões de comunistas, ao viverem a realidade Nazi e compararem-na com as eternas promessas e falsidades do Marxismo, se converteram espontaneamente ao Nazismo. Eliminou as divisões do povo alemão, a vertical em classes alta-média-baixa e a horizontal em direita-centro-esquerda. Recuperou o orgulho de um povo abatido e humilhado, remoçando sua educação e forjando uma juventude olímpica, cuidando da mãe antes do  parto,  optimizando a  atenção médica,
assegurando uma lactância adequada e primeiros anos sãos e bem alimentados, ademais fortaleceu o corpo dos infantes, crianças e adolescentes, entregou-lhes conhecimentos úteis e práticos sem enciclopedismo estéril, injectou neles o amor a seu sangue, seu solo, sua história, seu espírito Nacional, deu-lhes MÍSTICA. Eliminou a inflação e a necessidade, eternas e inevitáveis companheiras de toda democracia que se valha. Construiu milhares de quilómetros de autopistas modernas, amplas, sólidas, com sentido ecológico autêntico, pelas quais correu o “automóvel do povo”, o Volkswagen concebido por Hitler e desenhado por F. Porsche, que os operários podiam comprar em cotas sem interesses, por menos de 1000 marcos! Construiu e fez construir centenas e centenas de milhares de moradias mais que dignas para os trabalhadores, cada uma com sua horta, que a família trabalhava com suas próprias mãos. Instituiu o Serviço do Trabalho junto ao Serviço Militar obrigatório, coerindo assim a Alemanha do Futuro ao unir no trabalho os jovens de todos os estratos sociais, de todos os pontos cardeais, e criando laços pessoais de vastíssima projecção, impossíveis de outro modo. Recuperou territórios roubados impunemente pela judiaria de Versalhes. Formou e equipou um exército congruente com um Reich de mais de 70 milhões, o qual foi capaz de resistir a 80 países lacaios do judaísmo durante larguíssimos e duros seis anos de guerra desigual, guerra que nem começou nem desejava, mas que foi planejada nos Protocolos.

 Princípios elementares do Nacional Socialismo

    O MNCh se estabelece como uma instância, a MELHOR, para uma real e definitiva restauração dos valores, um ressurgimento da Chilenidade (N.Ed.: em todos os casos, substitua-se este termo por sentimento de nacionalidade), chegando por um caminho natural e lógico ao BEM COMUM.
    A NATUREZA É A GUIA PRIMIGÊNIA E COLUNA VERTEBRAL DO NAZISMO. A Natureza não cria nem criou jamais dois seres ou indivíduos iguais, senão que em cada um aplica distintas proporções dos mesmos componentes e características, estabelecendo deste modo hierarquias e marcando cada indivíduo em seu próprio nível.
    O direito de propriedade forma parte da Natureza e como tal o NAZISMO o respeita. Tão só lhe põe limites quando a propriedade individual vá em detrimento dos demais indivíduos, ou seja, quando atenta contra o BEM COMUM.
    Por fim, na Economia NAZI se aceita a empresa privada, com a ressalva de que os postos dirigentes devem ser ganhos por capacidade pessoal e não por riqueza, sobrenome ou influência, máxime se de preferência os donos das empresas sejam seus próprios trabalhadores. O Estado é dono dos serviços públicos, empresas estratégicas e aquelas que, por seu tamanho, não convém à sociedade que estejam em mãos particulares.
    Em lugar do “padrão ouro” aceito internacionalmente, ainda que imposto pelos judeus, usa-se o “PADRÃO TRABALHO” e não existe o interesse sobre o capital, posto que o dinheiro é só um meio de troca e não uma mercadoria. Única e exclusivamente o TRABALHO, seja manual ou intelectual, pode gerar riquezas.
    Não cremos, nem aceitamos o sistema partidocrático mal chamado “demo-cracia”. À cabeça do Estado deve haver um só LÍDER, o que conseguirá essa posição impondo-se pelo seu valor pessoal, seu dom de comando, capacidade intelectual e qualidades morais. Assessora-lhe um Conselho e baixo este estão os Ministros, seguidos por um Senado técnico profissional e uma Câmara Corporativa. Nesta não têm lugar os politiqueiros profissionais, pois é integrada por dois representantes de cada Grémio, ou seja, de cada actividade específica da indústria, agricultura, comércio, profissões e ofícios. Estes representantes não vão cumprir ordens de partido, senão defender os interesses e estabelecer os problemas de seus colegas, ou seja, os mesmos que eles vivem na própria carne.
    Na Educação ter-se-á que formar mentes sãs em corpos sãos e bem nutridos, evitando entupir ditas mentes com conhecimentos enciclopédicos inúteis e desenvolvendo em seu lugar o carácter e a vontade, aptidões físicas e morais para um melhoramento da raça e todo este processo em estreito contacto com a Natureza. Na Educação Superior não haverá travas para os realmente capazes e dotados, cerrando-se as portas aos que, tendo dinheiro, influências ou sobrenomes, não estejam realmente capacitados. Uma juventude sã, respeitosa, bem educada e desportista não cai no delito, nem na droga.
     Na Justiça criar-se-ão códigos de aplicação rápida e simples, que castiguem festivamente a todo culpado, sem lugar para resquícios legais, argúcias de advogados, pressões políticas ou falhas do sistema que actualmente o tornam inoperante e injusto. Os delinquentes deixarão de ludibriar a comunidade que os mantêm.
    Na Agricultura sustentamos que a terra adquirida e defendida pela Nação deve estar só em mãos de Chilenos (N.Ed.: onde se lê “chilenos”, no nosso caso, leia-se conterrâneos ou patrícios), os que terão a obrigação de cultivá-la em forma óptima e com vistas a servir ao interesse Nacional. A propriedade agrícola será passível de herança, evitando a subdivisão, e o Estado promoverá a colonização das zonas não exploradas. Eliminar-se-ão as hipotecas sobre terras
    Na Política interior dar-se-á preferência absoluta ao Chileno sobre qualquer estrangeiro e este último será tolerado como hóspede enquanto sua presença seja uma contribuição positiva para nossa comunidade, sendo expulso tão pronto transgrida alguma lei ou atente de qualquer maneira contra o Bem Comum.
    Na Política exterior defender-se-ão os interesses Chilenos em forma enérgica e inapelável, frente a todo inimigo aberto ou encoberto, especialmente contra as maquinações judeu-sionistas, tanto através do capitalismo ianque como do marxismo apátrida, os dois braços com que estrangulam a Humanidade.
    Os pontos precedentes resumem em forma sumária a Política Nacional-Socialista, na concepção própria do MNCh. Não pretendemos aqui esgotar o tema e tocamos só tangencialmente a Doutrina e Filosofia Nazis, já que nosso interesse é dar uma visão global de Nossa Solução àqueles que desejem abraçar nossa CAUSA e lhes sirva de ponto de partida para iniciar um estudo sério e profundo de nossa COSMOVISÃO.
    O Liberalismo democrático e o Marxismo-Leninismo hoje não podem seguir escondendo seu rotundo FRACASSO, enquanto os Princípios do NAZISMO já provaram sua eficácia. O TERCEIRO REICH na ALEMANHA  os  aplicou  e, resgatando a sua Pátria do mais profundo dos abismos, a colocou por sobre todas as demais nações. Sua derrota militar em 1945 não prova em modo algum um pretendido fracasso, senão que é uma mostra dos extremos a que pode chegar o Sionismo judeu em seu afã de escravizar a toda Humanidade, segundo os “PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DO SIÃO”.

«Esperamos que possam ser úteis á causa!!

14/88Imperium!!»

Texto extraido de IMPERIUM14