BOMBARDEAMENTOS DA SUÍÇA NEUTRA EM TEMPO DE GUERRA

por Joachim Hoffman

 À já algum tempo que se tornou comum bater na protocolarmente democrática Suíça por vezes de um modo hostil e ocasionalmente até odioso. Aparentemente isto está a ser feito por motivos políticos.

 Por este lado, certos acontecimentos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial são fortemente enfatizados, sem com toda a justiça mencionarem as circunstâncias difíceis  sobre as quais a Confederação Suíça teve de manter a sua neutralidade e soberania perante não só os poderes do Eixo, especialmente a Alemanha, mas também perante os Aliados ocidentais.

 Acima de todos os Estados Unidos, que são estão na linha da frente das críticas acusatórias, deviam permitir-se a serem relembrados da grande extensão na qual, durante anos, violou a neutralidade da Suíça. A partir de 1943 os aviões Americanos voaram livremente sobre o país neutral, por vezes em formação de voo, em ataques a alvos no Reich Alemão.

 Uma vez e outra também desempenharam operações ofensivas  contra o território Suíço. Contanto, no dia 1 de Abril de 1944, Schaffhausen foi vitima de um intenso ataque aéreo Americano, com consideráveis perdas humanas e pesadas destruições de propriedades. Carros férreos de passageiros e transporte de carga, viadutos e estações de comboio também foram repetidamente atacadas e atingidas, tais como Chiasso e Basel, resultando em numerosas baixas e num extenso dano de materiais. No dia 22 de Fevereiro, 1945, 18 Suíços perderam a vida, e 50 foram feridos, alguns severamente, em bombardeamentos Americanos e ataques aéreos no norte do país.

 Após os ataques aéreos Americanos a Basel e Zurique a 5 de Março, 1945, que uma vez mais causaram consideráveis baixas humanas e danos materiais, o governo de Washington foi notificado com um protesto verbalmente forte sobre a flutuação rotineira da neutralidade Suíça, e do crescente número de violações das suas fronteiras, e que tais bombardeamentos eram intoleráveis. A situação tornara-se tão tensa que Washington pediu ao chefe de estado maior da Força Aérea dos Estados Unidos na Europa , General Spaatz, e ao seu chefe de pessoal, para irem a Berna (a capital Suíça) em pessoa para se desculparem e prometerem uma reforma.

 Entre os diversos aviões dos EUA que desceram em território Suíço não se encontraram menos de 160 bombardeiros B-17 "fortalezas aéreas"  de quatro motores e B-24 "Liberators", ambos porque as tripulações queriam evitar ser tomadas prisioneiras na Alemanha, ou eram desertores que só queriam escapar-se ao serviço militar, ou porque eram forçados a aterrar ou atingidos por aviões Suíços ou defesas da força aérea.

 Aviões de combate de outros países também desempenharam operações ofensivas contra a Suíça repetidamente, incluindo, em larga escala, a Real Força Aérea Britânica, e também, não tão seriamente mas ainda considerável, pela Luftwaffe Alemã, e ocasionalmente por aviões Franceses.

 Contudo, nenhuma das nações em guerra desafiaram massivamente e continuamente  a neutralidade Suíça, e causaram extensas perdas de vidas e destruição de propriedades, como os bombardeiros e caças da força aérea dos Estados Unidos.

 Extraído da web do Movimento Nacional-Socialista Atlântico