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POLÍTICA |
Já reparou como é constituída a nossa classe política? Na sua esmagadora maioria são "meninos bonitos", provenientes de boas famílias, com formação universitária geralmente em direito, e que enquanto estudavam trataram logo de se meter nas associações de estudantes. Depois passaram para as "juventudes" dos partidos, depois para o "aparelho" dos partidos e daí para deputados ou membros de governo. Estes "meninos" nunca tiveram de procurar um emprego, nunca tiveram de enfrentar uma entrevista de selecção, nunca tiverem de aturar chefes nem subordinados, não cumpriram serviço militar, etc. A propósito, já reparou que os dois últimos presidentes da republica são chefes do estado maior das forças armadas sem sequer terem cumprido o SMO? E os últimos ministros da defesa? Somos todos iguais perante a lei? Não era isto que defendia a republica? O que é que estes "meninos" sabem da vida? Eles não passam de especialistas na não-especialização que falam eloquentemente de tudo sem perceberem realmente de nada. Aliás tal como os jornalistas e é por isso que uns não podem viver sem os outros. Mas perfila-se uma luz de esperança no horizonte. O aumento constante das taxas de abstenção, o baixíssimo prestígio da profissão de político, confirmada por várias sondagens, levam a crer que o eleitorado está a ficar exigente e exige qualidade. Nos últimos governos, a escolha de profissionais prestigiados para pastas como a das finanças, mostra que os políticos também se aperceberam disso e acusam o toque. Se o nosso país pudesse continuar a caminhar no sentido do primeiro mundo essa tendência iria tornar-se cada vez mais marcante ao ponto de podermos realisticamente aspirar a uma classe política de qualidade, a um parlamento sem "golden boys", sem líricos, sem oportunistas. Um parlamento de profissionais de créditos firmados, com experiência na industria, no comercio, etc. Poderíamos ir ainda mais longe: A actual tecnologia das telecomunicações e da informática já permite que cada cidadão se represente a si próprio. Por isso para que precisamos nós de representantes? Eliminem-se os intermediários! Pela primeira vez na história, as condições estão reunidas para a democracia representativa dar lugar à democracia directa. A chamada "democracia virtual". Finalmente a verdadeira! Uma nova forma de democracia onde os eleitores possam escolher directamente as equipas governativas fazendo deste modo um "bypass" aos partidos que se tornarão inúteis e obsoletos. Um sistema politico onde o "parlamento" será formado por todos nós. A actual democracia, supostamente representativa, é um múmia do século XIX que só é mantida viva porque interesses poderosos se tornaram extremamente hábeis a explorar as suas limitações e fraquezas.
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| E que Portugal é
que tem para "vender"? Um Portugal onde os interesses do país tenham primasia sobre os interesses dos lobbies de alto poder de chantagem, como os patos-bravos, os militares, os médicos, juízes, etc? Um Portugal sem sigílo bancário para fins fiscais, para acabar com a injustiça fiscal e tornar a vida difícil aos corruptos? Que propõe para a justiça? Acabar com este sistema que caça pulgas mas deixa passar elefantes? E a imigração? Vamos continuar com as portas escancaradas? Vamos deixar que empresários sem escrupulos continuem a explorar a mão-de-obra imigrante? Que propõe quanto a isso? Como é possível que o senhor mantenha silencio absoluto sobre este assunto que é tão importante? Que propõe você afinal? Quer que lhe passemos um cheque em branco? Você só fala de banalidades! Não se compromete com nada de concreto! E depois quer votos? Porquê? Porque acha que tem cara de bonzinho? |
| Mas infelizmente não nos esqueçamos que dentro de 50 anos serão, na hipótese que coloquei (ver "a caminho da maioria negra"), 2,6 milhões os descendentes dos actuais imigrantes do terceiro mundo. Uma população relativamente jovem, com um estrato social muito baixo, inculta, frustrada, complexada e desenraizada. Este eleitorado continuará a ser presa fácil de demagogos populistas. Com eles, os políticos de má qualidade podem não só sobreviver mas prosperar. Aliás, mesmo hoje as manobras dos actuais partidos para garantir a simpatia deste eleitorado já começaram. As piscadelas de olho são constantes. Alguns já começaram a aliciar elementos das minorias étnicas para serem candidatos em eleições locais e mesmo nacionais. Os partidos de esquerda foram os primeiros na linha de partida. Tal como as moscas são irresistivelmente atraídas por detritos orgânicos, estes partidos são atraídos pela miséria e pela pobreza. Como não é fácil sair dos estratos sociais "mais desfavorecidos", como eles dizem, isso garante um eleitorado abundante e fiel por muito tempo. Tentar uma democracia directa com um eleitorado destes? Isso seria suicídio! Mas estes partidos estão a esquecer-se de um coisa. É que a cor política é mutável. As pessoas mudam de opinião. Evoluem. Arrependem-se. Ainda recentemente isso aconteceu com um histórico do PCP. Mas a cor étnica, essa nunca muda. Ao grupo étnico não se escolhe pertencer. Já se nasce nele. E nunca ninguém se arrepende com uma declaração do estilo; "Desculpem, eu sempre fui negro mas estou arrependido. A partir de amanhã vou ser branco" (OK existe o Michael Jackson mas ele é a excepção que confirma a regra). Despidos de adereços, é impossível distinguir pelo aspecto exterior, o comunista mais fanático do conservador mais tradicionalista. Mas no que diz respeito a grupos étnicos, isso é muito fácil. A diferença está na cara. O ser humano é um animal eminentemente visual. Não é por acaso que essas diferenças existem. A quem será mais forte a fidelidade desde eleitorado? Ao grupo das ideias políticas ou ao grupo étnico? Suspeito que estes partidos estão a alimentar um monstruzinho que lhes vai morder as mãos na primeira oportunidade. Estamos a deixar entrar no nosso país pessoas oriundas de países onde nunca existiu verdadeira democracia, onde as leis não funcionam, onde uma vida humana não vale nada, onde a violência é uma constante. Será que elas vão conseguir interiorizar os nossos princípios, a nossa maneira de viver? E se o fizerem vão conseguir transmitir aos seus filhos? Ou será que estamos a criar bolsas de terceiro-mundismo profundo num país que só à pouco tempo se libertou completamente dum terceiro-mundismo, apesar de tudo, bastante mais progressista? A Igreja tem estado do lado das portas escancaradas, mas será que estes senhores já repararam que muitos dos imigrantes que estamos a receber são muçulmanos e portanto não partilham connosco nem sequer algo de tão básico como o conceito de família ? Já demonstrei que é possível que a região de Lisboa e vale do Tejo se torne numa região de maioria negra dentro de menos de 70 anos. Imagine que um grupo de líderes negros se lembra de formar um partido. Nem é preciso ser um partido regional. Pode perfeitamente ser um partido nacional. O facto de inicialmente só ter votação substancial nesta região é irrelevante. Não se vai chamar Partido Africano, claro. Chamar-se-ia talvez Partido dos Oprimidos ou Partido Multicultural ou Partido dos Coitadinhos (PC). E claro que iria ter alguns elementos não-negros no "comité central" para dar um "ar" de abertura. Seria um partido a duas vozes: uma, macia e democrática, para os média e para a sociedade em geral e outra fanática e sectária, para os bairros negros. Nessas condições seria muito provável que esse partido passasse a dominar as instituições políticas regionais da região de Lisboa tal como o partido comunista faz actualmente no Alentejo. |
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Hoje em Algés Brevemente num terreno perto de si! |
| Um partido destes a dominar a região mais rica e desenvolvida do nosso país já antes do fim do próximo século? E isto é só o começo. Repare que na prática isso será uma situação do mesmo tipo que o KOSOVO! Que os impedirá nessa altura de pedir autonomia ou mesmo a independência? Nós portugueses já cometemos um erro deste tipo com Cabo Verde e São Tomé. Quando chegamos a estes arquipélagos eles estavam desertos. Nós fomos os primeiros naturais dessas terras. No entanto pusemo-nos a importar africanos em tais numeros que estes acabaram por ficar em maioria. E depois nós é que fomos corridos! Com o apoio de toda a comunidade internacional que achou muito bem! Não satisfeitos com isso vamos agora repetir o mesmo erro no coração do nosso próprio país! Quando Portugal for um país de maioria negra, vai continuar a ser uma democracia? Existirá nessa altura um SOS Revanchismo, subsidiado pelo estado, que actua com um fanatismo e uma parcialidade tal que denuncia de forma bombástica o mais pequeno deslize da maioria étnica enquanto perdoa, esquece e abafa os crimes mais hediondos da minoria étnica? Haverá nessa altura um Alto Comissário para as Ex-maiorias Étnicas que actua com uma cegueira, uma ingenuidade e uma estupidez tais que chega a deixar-se instrumentalizar pelos marginais oportunistas da ex-maioria étnica? Pense nisto! |
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Este senhor é o primeiro-ministro de Portugal. Olhe bem para ele. Ele acha que o país está em boas mãos. Ele considera-se um humanista! Quando estava na oposição, ia para o aeroporto pôr-se a chorar ao pé da Vuvu, por o governo da altura não querer deixar entrar esta Zairense que nem sequer falava português. Achava-se muito bonzinho e os outros eram muito maus! Desde que está no poder, e conforme era esperado, a sua política de "bonzismo" tornou Portugal num país de portas escancaradas. Um europeu que visite Lisboa já não sabe se os nativos são os que se parecem com europeus, se são os africanos ou se são os indianos. Entretanto, na construção civil é o caos. Segundo os sindicatos a mão-de-obra clandestina já representa 70% do total! Qualquer empresa de construção civil, mesmo que não aprove o recurso a mão-de-obra ilegal, está condenada a utilizá-la sob pena de não ser competitiva. E porquê? Porque não existe fiscalização eficiente. Os infratores são impunes! E quem é responsável em ultima análise por tudo isso? Este senhor! Este humanista! A legislação portuguesa de imigração considera punível quem ajude ou facilite a entrada no país de imigrantes ilegais mas já não considera punível quem faz uso e abuso desses imigrantes ilegais como mão-de-obra semi-escrava! E foi este senhor que alterou a lei anterior sobre este assunto! Mas não corrigiu este ponto e teve 4 anos para o fazer! E considera-se um humanista! As grandes empresas de contrução civil são os mais generosos financiadores dos partidos políticos. Será que isso têm alguma influência? Quando dentro de poucos anos, dos guetos negros, saírem pequenos exércitos miseráveis para pilhar Lisboa, é este senhor, este humanista, que vai ter de responder por isso perante a história. Se a 3ª república não acabar com os problemas da imigração, quem sabe se os problemas da imigração não acabarão com a 3ª república? Olhe para ele. Ele acha que o país está em boas mãos! Ele considera-se um ... humanista! |
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Mas quem é que não é contra as pensões de miséria? E o que é que o PP propõe de concreto? Para aumentar as pensões é preciso aumentar os recursos da segurança social. E como é que o PP se propõe fazer isso? Este partido tem-se transformado numa pandilha de demagogos populistas sem qualquer especie de credibilidade. Como é possível que nas ultimas eleições tenham conquistado 8% dos votos? |
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O que é isto? É um ovni? É um avião? É uma flor? É o super-homem? Não! São "Os Verdes"! A organização política mais inconsequentemente inútil do universo! |
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IMIGRAÇÃO EM PORTUGALREFLEXÕES POLÍTICAMENTE INCORRECTAS |
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