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Imigração em Portugal  - Problemas e consequências

IMIGPORT 3

 

ARQUIVO DE NOTÍCIAS COMENTADAS-2001

 

Uma Sondagem do Público
[Público, 3 de Maio de 2001]

O Público publicou hoje uma sondagem da Universidade Católica para o Público, Antena1 e RTP sobre as procupações dos portugueses. Foram feitas várias perguntas sobre insegurança, corrupção, droga, enfim, o costume. Quando chega ao capitulo da imigração diz assim:

"O mesmo se passa em relação à imigração. Embora a maioria esteja de acordo com uma política mais restritiva para a entrada de imigrantes, não deixa de ser significativo o número daqueles que discordam da afirmação "O governo deveria impedir a entrada de imigrantes estrangeiros, enquanto não houver trabalho para todos os nacionais".

Em relação aos outros problemas, o publico dá números precisos; X% contra, Y% a favor, mas quando chega à imigração diz apenas que "uma maioria" é a favor de uma politica mais restrictiva. Mas quanto é que é uma maioria? Pode ser 51%, 70% ou 100%! Quanto é?

Reparem como a frase final está construída: Começa por um "Embora", depois diz que uma maioria está a favor de políticas mais restritivas, e no fim acrescenta que "um número significativo" discorda que deva ser impedida a entrada de mais imigrantes enquanto não houver trabalho para todos os nacionais. Mas quanto é um "número significativo"? E que interessa um "número significativo" numa sondagem? Uma sondagem é sempre feita com base numa amostra da população e não com a sua totalidade. Assim um numero absoluto numa sondagem não interessa rigorosamente nada. O que tem valor são as percentagens relativas que se assume serem iguais às da população alvo, se a amostra for representativa. Infelizmente a formação estatística dos jornalistas do Público parece ser do mesmo nível da sua formação deontológica.

Será que o leitor típico do Público tem consciência de que aquilo que tem nas mãos é uma impostura jornalistica? O bando de energúmenos que edita este jornal ainda tem o descaramento de publicar um "livro de estilo" que segundo eles se justifica pelo facto do Público ser qualquer de especial no meio jornalistico nacional.

Nós não temos duvidas que o Público é de facto especial. É muito provavelmente o jornal mais falso e tendencioso da história de Portugal.

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" A legalização não durará para sempre " afirma novo director do SEF
[Expresso, 28 de Abril de 2001]

A entrevista com o director do SEF , Júlio Pereira, é elucidativa. Elucidativa do que nos espera para quem ainda não saiba o que é andar nas ruas de Lisboa e se deparar quotidianamente com esse flagelo que nos atinge: a imigração terceiro-mundista ou melhor dizendo, a nova invasão dos bárbaros. Positivo, diz ele: "Perante os números é muito positivo. 50 mil pessoas legalizadas em três meses significa um aumento de estrangeiros de 25%. " Parece um "stakanovista", quanto mais legalizar melhor, terá o prémio e figurará no livro de honra do guterrismo por ultrapassar todas as previsões e legalizar um número recorde de ilegais. Maravilha. Este novo director do SEF é um achado. Ele fica feliz com a legalização dos imigrantes ilegais! A função do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, parece ser cada vez menos de vigilância das nossas fronteiras e controle de entrada e permanência de estrangeiros, para ser mais uma repartição burocratizada de legalização de estrangeiros com contrato de trabalho, não dependente do Ministério da Administração Interna mas do Ministério do Emprego e Segurança Social.

Será que nem ele nem ninguém entende o contra-senso ? Cada imigrante legalizado significa que estava aqui ilegal, o que automaticamente é um atestado de incompetência do SEF cuja missão é impedir a entrada e a permanência de ilegais ? Achar que 25% de aumento em 3 meses é bom ? Traduzido por miúdos significa que só os ilegais são hoje 250.000 ! Para quem quiser ter uma ideia, isto significa em termos práticos que se todos os imigrantes ilegais vivessem só em Lisboa, metade dos residentes do concelho de Lisboa seriam imigrantes legais, 1 em cada 2 ! É positivo ? Em quê ? Só se for na construção de habitação social para o alojamento e realojamento dos imigrantes ! A este ritmo antes do final do ano de 2001 teremos cerca de meio milhão de imigrantes legais (não contando com os naturalizados portugueses). Mas não se deve esquecer que depois da legalização dos imigrantes este número deverá quadruplicar, quintuplicar com o reagrupamento familiar ( as mulheres, crianças e restantes familiares) previsto na lei e aqui assumido pelo novo director do SEF. Mas o mais estupendo é que o director do SEF está a legalizar sem saber as reais necessidades laborais do país, diz ele : " Logo que o Instituto do Emprego e Formação Profissional nos dê a lista das necessidades do mercado de trabalho o processo vai parar" Só pode ser brincadeira ou será mesmo est .... !

Quanto aos contratos de trabalho que se vendem diz que o SEF esta a par dessa situação. Mas e então é só isso ? É só o que o director do SEF tem para dizer ? Já nem se promete a investigação da praxe ? Nem mesmo aquela inofensiva que não indica os nomes dos responsáveis por este crime de fraude ? Os imigrantes legalizados com falsos contratos ficam impunes ? Só os próximos ? Este é segundo crime praticado pelo imigrantes, o primeiro foi entrarem clandestinamente ao arrepio da legislação.

Estes imigrantes que já entram violando as nossas leis dão a absoluta certeza que serão cidadãos cumpridores da leis desta república portuguesa.

Quanto à integração destes novos imigrantes, perguntas e respostas :

"EXP. - Acredita que esta lei proporcione a integração?

J.P. - A integração passa pelo emprego, mas também pelo reagrupamento familiar, e pela habitação. Mas acredito que agora as pessoas quando estiverem legais passem a exigir os seus direitos.

EXP. - Mais os do Leste que os dos PALOP?

J.P. - Sim, os do Leste parece que têm mais capacidade de correr o país em busca de um lugar para viver, e também parecem ter mais facilidade de integração."

O director do SEF vem reconhecer uma evidência, que os africanos são os piores imigrantes em termos de integração, e não só ..., apesar de nos terem emprenhado com a ideia de que por supostamente falarem algo a que se chama "português" e por terem partilhado a nossa história seria um privilégio receber estes "manos".

Mas para quem ainda acalentasse que se trata de uma imigração temporária, o director do SEF mostra-se realista e afirma na entrevista : " Têm a ilusão de que não devem descontar para a segurança social, por exemplo, porque um dia hão-de ir-se embora. Nunca vão. Aconteceu com os portugueses no estrangeiro."

Ontem clandestinos, hoje imigrantes legais, amanhã novos portugueses.

Mesmo que a imigração fosse meramente um fenómeno laboral, sem outras consequências em termos de identidade nacional, a situação que se avizinha é explosiva, basta pensar na habitação social, na rotura do serviço nacional de saúde, nas prestações sociais, abonos de família, RMG...).É um autêntico GENOCÍDIO (pacífico e civil) que se está a cometer contra o povo português ou para empregar a expressão muita badalada pela Esquerda noutro contexto, uma verdadeira "purificação étnica".

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Gama defende "Estatuto de Cidadania Lusófona"
[Público 11 de Abril de 2001]

O nosso ministro dos negócios estrangeiros afirmou à chegada a Cabo Verde que propôs aos países da CPLP a criação de um estatuto de cidadania lusófona que se traduz no "reconhecimento de um conjunto de direitos iguais, e implica direitos civis, direitos políticos, direitos de acesso à actividade profissional, ou à actividade económica e empresarial" ou seja "que todos estamos dispostos a reconhecer aos restantes quando residentes no nosso país um conjunto de direitos iguais".

(Resta perguntar se os deveres também serão iguais…

Não, já não resta perguntar nada porque isto vai ser o fim. A partir daqui já nem vale a pena fingir que controlamos as fronteiras e em poucas décadas teremos a população dos Palop em peso a viver em Portugal. E quando as coisas começarem a "dar para o torto", a culpa não será desses imigrantes nem dos políticos tontos que criaram estas leis estúpidas mas sim da sociedade portuguesa que será acusada de ser "racista, xenófoba, intolerante e ignorante"! A questão é: Será que nessa altura estes chavões ainda conseguirão calar os portugueses?)

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Associação policial acusada de racismo
[Jornal de Notícias, 9 de Abril de 2001]

"Associações de imigrantes e organizações anti-racistas acusaram, ontem, os dirigentes da Associação dos Profissionais de Polícia (APP) de terem proferido, na passada quarta-feira, declarações abertamente racistas, ao defenderem _ a propósito dos tiros que feriram três agentes da PSP na Azinhaga dos Besouros, bairro degradado da Amadora _ a expulsão do país dos estrangeiros culpados de crimes."

(Quer dizer que estes estrangeiros que entram em Portugal à revelia das leis portuguesas, permanecem em situação ilegal e disparam contra os agentes da ordem não podem ser expulsos porque isso é "racismo"?

Mas o que é o "racismo"? Não é estranho que ninguém se dê ao trabalho de definir o que é realmente este "racismo"? Actualmente o "racismo" é como o ketchup; dá para pôr em cima de tudo, desde o arroz às batatas. É claro que isso é muito conveniente, é como a palavra "fascista" nos tempos do PREC. A maior parte dos esquerdóides nem sabia o seu significado mas isso não os impedia de chamar "fascista" a quem quer que não estivesse de acordo com as suas opiniões. Bastava defender a economia de mercado para se ser "fascista"! Lembram-se? Agora os mesmos esquerdoides decidiram instalar o novo software multiculturalista ao lado da tralha que por lá já tinham e tentam promovê-lo utilizando exactamente os mesmos métodos. É engraçado…

Mas a APP ao defender a expulsão dos estrangeiros culpados de crimes não mencionou nenhuma raça em particular. Como em Portugal vivem estrangeiros de todas as raças, ninguém que seja honesto pode inferir uma conotação racista destas declarações. É claro que aqueles que ficaram "picados" sabem perfeitamente qual é o grupo racial responsável pela maior parte da criminalidade urbana…)

"Uma posição [a da APP] que foi apoiada no mesmo dia pelo líder do PP, Paulo Portas…"

(Força Portas! Avança! Estamos contigo :)

"… e que o secretário-geral da APP, Eurico Leitão, desenvolveu ontem em declarações ao JN. "Não temos nada contra os imigrantes, até porque Portugal é ele próprio um país de emigrantes", afirmou o responsável, "mas se a Lei de Estrangeiros não for cumprida, isto qualquer dia é uma república das bananas, entra quem quer, faz o que quer e nem sabemos quem é porque está clandestino", acrescentou.

(Querem mais politicamente correcto do que isto?

No entanto, será que o senhor Leitão já pensou que países de emigrantes são praticamente todos os países europeus? É incrível como "vende bem" está falácia de que Portugal é um caso especial em termos de emigração na Europa! A Inglaterra, a Irlanda, a Alemanha, a Itália e a Grécia, só para citar alguns, têm uma maior percentagem de emigrantes e seus descendentes relativamente à sua população do que Portugal. E no entanto toda a gente continua a engolir esta farsa de que somos um caso especial em termos de emigração.)

"Declarações consideradas descabidas pelas associações de imigrantes. "É querer associar a criminalidade aos estrangeiros, para mais usando um caso em que só estão envolvidos jovens portugueses", afirmou ao JN José Falcão, dirigente do SOS Racismo e da Rede Anti-Racista (RAR), que junta cerca de 60 associações de imigrantes e de combate ao racismo e à xenofobia…"

(Numa sociedade livre e democrática porque é que não se pode dizer a verdade, que é que, os estrangeiros, particularmente africanos, estão desproporcionalmente representados entre os que cometem actos criminosos?

E quanto aos jovens serem "portugueses", isso deve-se à nossa lei da nacionalidade que, numa atitude de clara discrimininação racial, oferece aos ilegais dos Palop a possibilidade de registar os seus filhos como cidadãos portugueses de uma forma mais fácil que aos outros estrangeiros. Mas eles são "portugueses" apenas no papel porque de portugueses não têm nada, nem os genes, nem a cultura, nem os valores, nada! )

"Segundo José Falcão, "os actos de violência devem ir a julgamento, mas não se resolvem culpando os imigrantes que já são vergonhosamente explorados em Portugal"".

(Ai não? Quer dizer, um imigrante que comete um assassínio não pode ser culpado porque "já é vergonhosamente explorado"? Essa é boa! Mas o imigrante se não está satisfeito com a sua situação pode sempre regressar ao seu país de origem que, no caso de ser um PALOP, já foi há 25 anos libertado da opressão colonialista portuguesa.)

E o JN continua "Para o activista, "o problema dos bairros limítrofes das grandes cidades é muitas vezes potenciado pela própria polícia, com agressões racistas que ficam impunes"".

(Tem provas? Porque é que a APP não lhe exigiu logo provas? Que garantias temos nós de que ele não está a inventar tudo? É incrível a baixeza moral desta criatura: culpa os seus adversários por crimes fictícios e depois ainda tem o descaramento de os julgar por esses crimes – esta é uma táctica de desinformação tipicamente Trotskista)

Timóteo Macedo, membro da Associação Olho Vivo e também dirigente da RAR, (é engraçado como eles são todos "dirigentes" ou "activistas" das associações uns dos outros! É uma espécie de participações cruzadas) afirmou-se "perplexo face a declarações racistas que, a despropósito, pretendem atribuir aos imigrantes a criminalidade".

(A despropósito? Existe alguém que não saiba que os africanos cometem a maior parte do crime urbano na região de Lisboa? )

Para o activista, trata-se de "sentimentos racistas promovidos pela própria Lei de Estrangeiros, que aumenta a marginalização dos imigrantes, os fenómenos de gueto e de exclusão". "Mas a criminalidade não tem cor, tem origem em injustiças sociais, numa discriminação económica que atinge estrangeiros e portugueses", acrescentou.

(Essas "injustiças sociais" e "discriminação económica" sempre existiram em Portugal e também em muitos outros países sem que isso tenha produzido os focos de criminalidade que se observam nos bairros africanos. Ao defender que esta é a razão da criminalidade este dirigente está automaticamente a desculpar os criminosos presentes e futuros destes bairros que poderão sempre invocar a desculpa de que a culpa não é deles mas sim da sociedade. A velha retórica da esquerda levada ao absurdo cómico-trágico)

A RAR tem-se pronunciado contra a aplicação da pena acessória de expulsão prevista na Lei de Estrangeiros, que "viola os direitos elementares dos cidadãos, ao criminalizá-los duas vezes pelo mesmo crime".

(Mas porque é que os imigrantes, especialmente os ilegais, têm de ser considerados cidadãos? E já agora porque é que eles consideram um castigo tão terrível serem mandados de volta para os territórios que os seus pais lutaram para que deixassem de ser parte de Portugal? Não queriam ser independentes? Agora já querem ser tratados como cidadãos portugueses?)

Também a Associação Sócio-Profissional da Polícia (ASPP) se demarcou, ainda na passada quarta-feira, das declarações da sua congénere, afirmando que "a criminalidade não tem cor" ou nacionalidade.

(E viva o espírito de corpo! Grandes Camaradas!. Foram muitas conversas com políticos e sindicados, muitos os compromissos… Já estão feitos com o sistema. Vamos a ver o que recebem em troca…

De qualquer maneira, o facto de "a criminalidade não ter cor ou nacionalidade" não impede que os autores de crimes violentos estejam desproporcionalmente representados em determinados grupos étnicos, não só em Portugal mas um pouco por todo o mundo.)

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PCP Queixa-se à PGR Sobre "Sites" Racistas
[Público, 7 de Abril de 2001]

"O PCP apresentou ontem uma queixa à Procuradoria-Geral da República (PGR), denunciando a existência de dois "sites" racistas que, a seu ver, incorrem na prática de discriminação racial."

(Como é que um site na internet pode praticar "discriminação racial"?
-Impedindo o acesso a cibernautas de outras raças? Isso é impossível
-Dispondo a informação de modo a que só seja perceptível por pessoas de determinada raça? Isso também é impossível.
Seria interessante que o PCP explicasse exactamente como é que estes sites conseguem fazer "discriminação racial"
)

Ao mesmo tempo, entregou na Assembleia da República um requerimento questionando o alto-comissário para a Imigração e Minorias Étnicas sobre as medidas que tenciona tomar para prevenir situações como estas.

(Coitado do Dr. Leitão! Agora vai ter de andar a espiar por cima do ombro de todos os cibernautas de Portugal para evitar que algum faça um "upload" de um site contra a imigração terceiro-mundista. Até agora só o Pai Natal conseguia efectuar uma proeza semelhante na noite de 25 de Dezembro. Vamos a ver como "se desenrasca" o Dr. Leitão. De qualquer maneira um pouco de exercício não lhe ficava mal…

Basicamente o que o PCP quer é que o ACIME institua um estado policial para proibir os portugueses de expressar a sua opinião sobre o que se passa com a imigração. Os comunistas nunca se deram muito bem com o conceito de LIBERDADE DE EXPRESSÃO mas parece que estão a passar por uma recaída grave.

Não era o PCP que se queixava que o antigo regime não os deixava expressar as suas ideias em liberdade? Então porque querem agora evitar que outros o façam? Se as ideias deles são realmente as melhores então elas só podem ganhar! Eles até teriam interesse que as pessoas comparassem as ideias de uns e de outros, pois assim ainda se tornava mais evidente a superioridade das ideias que eles defendem. Mas não! Os comunas preferem tentar silenciar quem expressa opiniões diferentes das deles. Será que no fundo eles têm consciencia de que as "ideias" deles não passam de propaganda mentirosa facilmente denunciável por alguém com dois dedos de testa e um mínimo de espírito crítico?)

Um dos "sites" (www.welcome.pt/imigport) é dedicado ao fenómeno da imigração e a "reflexões politicamente incorrectas". Contém uma série de cálculos para provar que, dentro de 80 anos, a maioria da população em Portugal será de raça negra e que, por isso, é preciso combater esta tendência.

(O site não tem cálculos nenhuns! Apenas explica os pressupostos e a forma como os resultados foram obtidos! Além disso convida um eventual interessado a confirmar os resultados através do envio por e-mail da folha de cálculo usada para os cálculos. Até hoje ainda ninguém manifestou interesse em receber essa folha de cálculo, muito menos este jornalista do Público!

Já agora porque é que o jornalista escolheu apenas esta parte do site para comentar? Porque é que não escolheu o texto sobre o partido comunista incluído em O imposto da imigração ? Será que os portugueses têm de aceitar de bom grado a possibilidade de os seus netos serem uma minoria no seu próprio país? Porque é que o Público não sente o mesmo ímpeto para comentar os fenómenos de limpeza étnica contra os brancos que têm lugar no Zimbabwe ou na África do Sul? )

O "site" é da responsabilidade de uma organização chamada Imigport, (Ah! Ha! Ha! Agora fomos promovidos a "organização"! ) que propõe algumas medidas para controlar a imigração, como a revisão da lei da nacionalidade, a determinação das necessidades de imigrantes, um novo método de selecção dos candidatos a imigrante, um sistema de quotas proporcionais, um programa de repatriamento e o fim do trabalho clandestino.

(O jornalista limitou-se a ler a página de entrada. Nem reparou que esses títulos são links que ainda não estão completos)

Inclui um fórum de discussão e uma série de documentos sobre questões ligadas à imigração em vários países.
Num dos textos, o redactor insurge-se contra os indivíduos de raça negra, baseando-se no argumento de que esses indivíduos é que são racistas. "É por isso que receio tanto a possibilidade de Portugal se transformar num país de maioria negra porque dessa maneira deixaremos os nossos descendentes à mercê do racismo negro que é a pior forma de racismo que existe no mundo. Porque é o racismo da inferioridade! O racismo dos complexados!"

(Existem frases bem mais sumarentas no site, mas o sr. jornalista do pasquim Público nem se deu ao trabalho de ler o resto. Porque haveria de o fazer? Afinal de contas um eminente jornalista do jornal de "cólidade" que é o Público não se pode rebaixar a ler opiniões sobre imigração que não estão de acordo com a doutrina do jornal. É claro que só a doutrina do jornal é que está certa. Todos os outros estão enganados e são ignorantes e xenófobos. Os senhores jornalistas do Público é que foram abençoados pela luz divina e são portadores da verdade absoluta.

Até onde descemos…)

O outro "site" citado pelo PCP tem a morada www.pwp.netcabo.pt/0143650601,mas não estava ontem acessível na Internet.

(Não estava acessível porque a morada está errada! A morada correcta é http://pwp.netcabo.pt/0143650601 Este jornalista nem copiar sabe. De qualquer modo é incrível como podem considerar esse site racista. Ele apenas tem um página de entrada toda "prafrentex" em "flash" mas que não tem conteúdo nenhum!)

No fundo, o facto mais frustrante relacionado com esta notícia é que ela não aumentou em nada o numero de visitas ao site, que se mantiveram aproximadamente constantes antes e depois da publicação da notícia. Se isto é negativo, porque significa uma oportunidade perdida de divulgação do site, também não deixa de nos causar uma certa satisfação saber que, no fundo, ninguém presta grande atenção às notícias do Público! 

 

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Hostilidade contra os imigrantes aumenta na Europa
[SKY News, 21 de Março de 2001]

Segundo esta estação de TV do Sr. Murdoch (muito PeeCee), uma sondagem do Centro Europeu de Observação do Racismo e da Xenófobia revela que entre as comunidades da EU existe uma necessidade de encontrar bodes espiatórios para os problemas sociais

(Estes Europeus ignorantes e insensíveis...).

O estudo sugere que existe um perturbador aumento no numero de pessoas da UE que acreditam que os imigrantes abusam do sistema de segurança social e recebem tratamento preferencial das autoridades.

(Mas que mentira! Estas más linguas...)

Inglaterra

Enquanto a sondagem de 16000 pessoas também mostra um aumento no número daqueles que acreditam que as minorias enriquecem a vida cultural de um nação (e esta ein? ), não é esse o caso da Inglaterra.

(Como é que os ingleses conseguem sempre acreditar menos em disparates que os outros? Aconteceu com o marxismo, agora com o multiculturalismo, qual é o segredo?).

O relatório da sondagem efectuada no ano passado diz: "O Optimismo Multicultural está a diminuir no Reino Unido. Menos estão de acordo com a afirmação de que é uma coisa boa para qualquer sociedade ser constituida por pessoas de diferentes raças, religiões e culturas."

(Que horror! Como é que as pessoas podem ser tão ignorantes! Com tantos exemplos de enriquecimento multi-cultural no mundo, como a Jugoslávia, Israel e os Palestinianos, etc)

Os numeros para o Reino Unido:

 

  • 22% dos Britânicos agora acreditam que os imigrantes, mesmo aqueles que estão legalmente estabelecidos no Reino Unido, deveriam ser repatriados para os seus países de origem. A ultima sondagem em 1997 deu 15%

( Um aumento de 2.3% ao ano. Em 2012 serão 50%! Interessante ...)

  • O numero de pessoas que não concordam com o repatriamento de imigrantes baixou de 71% para 58% no mesmo periodo.

(Um decréscimo de 4% ao ano. Dentro de 2 anos passam a minoritários...)

  • Só 40% dos Britânicos acham que os imigrantes enriquecem a vida cultural da nação (Ou seja: 40% acredita nos média politicamente correctos)  – 42% acham que não (que pena...).
  • Mais de 14% disseram que acham a presença de pessoas de outra religião perturbadora.

(Realmente é incrível a insensibilidade dos ingleses! Com o palmarés de tolerância que têm as outras religiões, como pode haver razão para preocupações?)

Na União Europeia

A Grécia parece ser o país mais hostil perante os imigrantes e as minorias étnicas, onde 81% acreditam que essas pessoas estão mais frequentemente envolvidas em crimes.

(Deve ser mentira ... )

Em toda a UE mais pessoas acreditam agora que os grupos minoritários tendem a abusar dos sistemas de segurança social (52%).

Também houve um aumento no numero daqueles que acreditam que as crianças dos grupos minoritários ameaçam a qualidade do ensino (52%).

(Isto também só pode ser mentira...)

’Preocupante’

O deputado europeu do grupo trabalhista Claude Moraes (Moraes? Será um luso-descendente?) disse: "Os numeros podem parecer pequenos mas são dramáticos e preocupantes."

"Eu acredito que isto é o resultado de atitudes insistentemente negativas em relação aos que pedem asilo e à imigração na sociedade, e tem de haver uma resposta séria dos politicos de todos os partidos."

"Temos de ser pro-activos," acrescentou.

(A opinião do povo só é cívica, culta, civilizada, etc quando coincide com a deles...)

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200 000 - Chineses à porta da União Europeia
[Correio da Manhã, 15 de Março de 2001]

Estimam-se em 200 mil o número de chineses que estão actualmente na Jugoslávia e que esperam uma oportunidade para entrarem na União Europeia, situação que só mereceu atenção das autoridades europeias após o a descoberta de 58 cadáveres de imigrantes ilegais chineses no reboque de um camião acabo de entrar em Inglaterra.

Segundo o jornal, «os governos começam a ser pressionados para definir uma estratégia comum de prevenção e penalização dos traficantes de clandestino».

 

Só o Correio da Manhã é que vê uma pressão nos governos da Europa, por exemplo o governo português raramente é pressionado, excepto pelos "lobbies" imigracionistas apesar de se saber que a esmagadora maioria dos portugueses é contra a imigração, em particular a proveniente do Terceiro-Mundo.

Dizem que nenhum país escapa à imigração ilegal é mentira!

Porque será que os paquistaneses atravessam a Ásia e vêm por exemplo para Portugal em vez de irem para o Japão ou para Taiwan, países muito mais perto e com um nível de vida superior ao de Portugal ?

Porque será que os muçulmanos senegaleses escolhem vir para Portugal em vez de irem para os países do Médio-Oriente, como a Arábia Saudita, Kuwait, Emiratos Árabes Unidos, onde o nível de vida é superior ao português e tem a inegável vantagem para esses imigrantes de ser um país islâmico ?

Porque nesses países a lei que impede a imigração ilegal é aplicada 1De nada serve a um imigrante ilegal gastar dinheiro na viagem para um país se souber que passadas algumas horas ou dias é expulso !

 

Conflito sobre imigração na Catalunia
[Financial Times, 7 de Março de 2001]

"As igrejas medievais do bairro gótico de Barcelona tornaram-se, nas ultimas semanas, num santuário para centenas de imigrantes ilegais - Polacos, Russos, Pakistaneses, Norte Africanos e Latino Americanos.

Em busca de papeis que permitam trabalhar e residir na legalidade, os imigrantes organizaram uma série de protestos e greves de fome, numa tentativa de atrair as atenções para o seu infortúnio.

Mas nada acordou a estável e próspera sociedade de Barcelona para o sofrimento destes imigrantes de forma tão acutilante como uns quantos comentários mal escolhidos proferidos por figuras eminentes do "establishment" catalão.

Marta Ferrusola, a esposa do presidente da Generalitat - o governo regional - e a primeira dama da Catalunia nos ultimos 20 anos, chocou a Espanha na semana passada ao proferir em público que o seu marido estava "farto e cansado" de ter de providenciar habitação e beneficios de segurança social a imigrantes que são muçulmanos e nem sequer falam catalão.

(A Espanha ficou chocada por isto? Seria interessante saber qual a "Espanha" que reagiu dessa maneira. A "Espanha" que escreve nos jornais e se movimenta nos corredores do poder ou a "Espanha" que trabalha e paga os impostos?

Jordi Pujol, o presidente da Catalunia, já com 70 anos, tornou as coisas ainda piores ao explicar que a sua mulher, uma devota Catolica Romana e uma igualmente fervorosa nacionalista Catalã, estava meramente a expressar as ansiedades que muitos catalães sentem, mas não se atrevem a expressar.

(Tornou as coisas piores por dizer isto? Mas porquê? É mentira? E onde está o respeito pela liberdade de expressão? É curioso de observar que os nacionalismos das varias nações que compõem a Espanha eram um assunto coqueluxe para a esquerda quando isso era do seu interesse. Agora pelos vistos deixou de ser... Estão a chegar "oprimidos" e "coitadinhos" bem mais convenientes...

A disputa foi aumentada por outro velho grande homem da política Catalã. Heribert Barrera, que, com 83 anos, é suficientemente velho para ter combatido do lado Repúblicano durante a guerra civil espanhola e que depois se tornou o primeiro líder do parlamento regional autónomo da Catalunia.

Ele veio a público expressar a opinião de que a "identidade colectiva" da Catalunia estava ameaçada pelo influxo de imigrantes ilegais.

(Reparem como a jornalista liberal que escreveu este artigo colocou "identidade colectiva" entre aspas. Para eles não existem "identidades" ou "comunidades". Somos todos irmãos, unidos na resistencia contra conspiradores fantasmas, que podem ser invocados sempre que isso seja conveniente para silenciar quem ainda se atreve a defender ideias diferentes das suas. )

Os comentários do Sr. Barrera não podem ser ignorados como lamúrias de um velho caquético e louco. Ele é um professor universitário, tem livros publicados e é o tipo de Nacionalista Catalão dos "quatro-costados" que se recusa a responder a perguntas que lhe são dirigidas em espanhol na radio pública nacional.

(É engraçado observar a enumeração das caracteristicas do Sr. Barrera que o absolvem da acusação de "velho caquético e louco"!)

Em entrevistas proferidas na semana passada, ele expressou simpatia por Jorg Haider, o líder do partido da liberdade da extrema-direita Austríaca.

(Pronto! Estragou tudo! Mas então o Sr. Barrera não sabe que os liberais não avaliam as ideias pelo seu valor mas sim pela sua origem? Que ingénuo!)

"Quando o Sr. Haider diz que existem demasiados estrangeiros na Austria, ele não está a ser racista. Ele está meramente a afirmar o facto que o número de estrangeiros torna impossível manter a sociedade tradicional Austriaca," disse o sr. Barrera

Tanbém a Catalunia, disse ele, iria "desaparecer" debaixo do "tsunami" de imigrantes.

(Reparem mais uma vez nas aspas em "desaparecer". É claro que para os liberais a catalunia nunca poderá desaparecer. Ficará sempre o território, as fábricas, as lojas, os consumidores, os cargos públicos e os gabinetes nos jornais. De que mais precisam os liberais?)

As opiniões do Sr Barrera, bem como as da Sra Ferrusola, foram severamente criticadas na imprensa nacional. Ainda mais importante, provocou uma "busca-do-eu" (soul-searching) na Catalunia.

(Este "soul-searching" que segundo esta jornalista ocupou toda a Catalunia, quase certamente ocorreu apenas entre a Nova Classe dos jornalistas e intelectuais porque o resto dos catalães estiveram quase certamente demasiado ocupados a criar riqueza.)

Poderá o nacionalismo catalão, com as suas raízes na resistência à ditadura de Franco, esconder um credo mais feio e racista?

(É de notar a desonestidade intelectual patente nesta pergunta. Se muitos dos imigrantes são do leste europeu e da américa latina, e como tal racialmente muito semelhantes aos espanhois, como é que isto pode ser reduzido a racismo? )

Existem muitas pessoas na Espanha que pensam que sim (Quem diria? ). Santos Julia, um histériados, diz que 25 anos após a morte de Franco, o nacionalismo catalão já não é um movimento romantico contra a tirania.

(Cá está a nova aliança em acção! O liberalismo económico do Financial Times com a esquerda intelectualoide barricada nos departamentos do môfo das universidades. Se por acaso os comunistas tivessem ganho a guerra civil de espanha e não Franco, será que o regime que se seguiria seria  muito diferente de uma tirania?)

"Quando raça e linguagem são usadas para definir a identidade nacional," Escreveu o Sr Julia no El Pais, um diário nacional, "A exclusão de estrangeiros torna-se uma parte central do discurso nacionalista."

(A velha esquerda não perdeu as suas qualidades propagandisticas. Continuam a não mostrar qualquer remorso em pôr na boca dos adversários coisas que eles não disseram e depois julgá-los por isso. Por exemplo: Quem é que falou em raça?
E sobre a lingua? Quer dizer que agora a lingua já não pode ser usada para definir a identidade nacional? Então o que é que querem usar em seu lugar? A fé numa ideologia comum?
)

Outros analistas, mais próximos das aspirações da Catlunia de se tornar um nação, mesmo assim criticaram o Sr. Barrera e a Sra. Ferrusola por reforçarem os preconceitos que muitos espanhois têm em relação aos catalães e por alimentar os argumentos da direita espanhola contra a expansão da autonomia às 17 "comunidades autónomas" do país.

(Não tem nada a ver uma coisa com a outra mas é util assustar os incautos com fantasmas)

Em Madrid, o governo conservador de Jose Maria Aznar's foi rápido a condenar os "comentários racistas e deploráveis" do Sr. Barreras.

(Até tu Aznar ? )

O trabalho estrangeiro, diz o governo, é necessário e será cada vez mais num país com a mais baixa taxa de natalidade da Europa e uma população em envelhecimento rapido. O Sr. Aznar está preocupado em como integrar um influxo súbito e tão grande de imigrantes. Por isso ele está particularmente ansioso para prevenir explosões de xenofobia no corpo político espanhol.

(O argumento da necessidade de trabalho estrangeiro é tão estúpido que não vale a pena estar aqui a gastar mais espaço. A refutação está repetida várias vezes neste site. Mas parece que todo o corpo político ocidental está atacado desta nova doença, a xenomania. Talvez não tenhamos que esperar mais do que alguns anos para que comece a tornar-se demasiado obvio o elevado custo da mão-de-obra barata)

A polémica também ajudou a desviar críticas da nova lei de imigração, aprovada em Janeiro, e que tem por objectivo parar o fluxo descontrolado de imigrantes ilegais, mas da qual muitos grupos de direitos humanos dizem que não vai funcionar. Os imigrantes devem agora possuir um bilhete de regresso, um seguro médico e prova de uma oferta firme de trabalho em espanha para poderem pedir uma uma autorização de trabalho em Espanha a partir do seu país de origem.

Os grupos de direitos Humanos dizem que a lei ignora o facto de que a maior parte dos ilegais trabalham em espanha na economia negra - nas colheitas e a trabalhar na construção, onde os contratos fixos são algo de desconhecido.

Na  Catalunia, o Sr Pujol arranjou maneira de se distanciar das observações do Sr. Barrera.

Os Imigrantes são benvindos, disse ele. O seu objectivo era integrá-los para manter a coesão social na Catalunia. Nas igrejas medievais de Barceloma, dezenas de imigrantes elegais têm esperança que o Sr. Pujol seja fiel às suas palavras."

(É impressionante a atitude tendenciosa, parcial e desonesta com que todo este artigo foi escrito. Esperemos mais uns aninhos e vamos ver o que vai acontecer a todas estas fantasias liberais e "humanistas" dos jornalistas europeus)

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Máfias da Imigração ditam a lei
[http://www.geocities.com/inmigracion2001/   , 7 de Março 2001]

Um grupo do cidadãos espanhóis decidiu criar um site na internet em que chamava a atenção para os perigos de uma invasão maciça de imigrantes ilegais.

Alguém das mafias da imigração descobriu quem era um dos responsáveis por esse site e o resultado foi este: (para confirmar é só visitar o site http://www.geocities.com/inmigracion2001/)

"No passado dia 5 de Março, um dos autores deste website, Carlos Martínez foi assaltado à saída do seu local de trabalho por três indivíduos de "estética okupa" no bairro de Las Corts em Barcelona.

Estes malfeitores, depois de lhe terem comunicado que tinham averiguado a sua relação com aquela página, disseram-lhe que, quem não está de acordo com a entrega de papeis para todos os imigrantes "é um facho e como tal deve ser executado". Dito isto, agrediram-no selváticamente, deixando-o no solo inconsciente acreditando, felizmente de forma errada, que a faca que lhe haviam cravada o tinha conseguido matar. Posto isto, prosseguiram com o roubo da sua carteira, (uma contribuição forçada à causa do anti-racismo) na qual se encontravam os códigos de acesso à referida página, que logo aproveitaram para lá colocar a sua mensagem totalitária e criminal favorável aos imigrantes.

Perante isto as conclusões são obvias:

1) Neste país a liberdade de expressão é uma completa farsa

2) É proibido manifestar publicamente qualquer oposição à imigração em massa que nos querem impor. Quando esta oposição é fundamentada em dados concretos e demonstráveis, como é o facto de que a imigração saí-nos muito mais cara do que as pessoas imaginam, a resposta é o que aconteceu: Tentar calar o mensageiro assassinado-o.

3) Porque é que isto sucede?

A resposta é obvia: Por um lado existe uma delinquência organizada de carácter mafioso, muito mais sólida de que imaginávamos, que oculta por detrás de uma fachada de apoio à imigração (em massa) a sua condição de traficantes de imigrantes e de falsificadores de documentos, e que está decidida a fazer tudo o que esteja na sua mão para evitar que nada estorve o seu lucrativo negocio de traficantes de carne humana.

Estes grupúsculos, que por exemplo em Barcelona orquestraram uma maciça falsificação de documentos de imigrantes ilegais paquistaneses, e que apoiaram cinicamente os protestos dos ilegais barricados nas igrejas numa farsa destinada a obter uma completa impunidade para o seu negocio ilegal, conseguiram o seu objectivo de gerar, com a sua pantomima, uma chamada de atenção que lhes vai facilitar o incremento do seu negocio de tráfico de pessoas. Quem se atrever a criticar esse negocio é automaticamente anatemizado com a acusação ridícula de racismo, destinada a calar qualquer oposição ao poder destas mafias criminais e sem escrúpulos

Do outro lado está uma direita cavernícula, incongruente e absurda, obcecada em aumentar ao máximo o numero de imigrantes ilegais para obter deste modo uma mão de obra dócil, disposta a cobrar preços ridículos pelo seu trabalho e que serve alem disso como ferramenta de pressão sobre os trabalhadores do país, para que estes moderem qualquer possível reivindicação perante a ameaça de serem substituídos, nos seus contratos temporários, por imigrantes.

Em qualquer caso, uma coisa é certa: Dificilmente poderíamos ter obtido uma demonstração mais flagrante de quanto temos razão em nos opor a esta avalanche de imigração ilegal que estamos a receber do que ter recebido os assassinos e "pendencieros" do sistema por termos demostrado que a imigração custa mais do que o que gera e só beneficia delinquentes e empresários sem escrúpulos.

Por esta razão não nos vamos calar, e nos próximos dias regressaremos... nem que seja só para não dar satisfação aos criminosos"

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Imigração e Segurança Social
[Expresso 1 de Março 2001]

Em declarações prestadas ao jornal "Expresso" no passado fim de semana, e que este desde logo exorbitou - pudéra! - (ver Caderno 2 - Economia - página 3), o Secretário de Estado da Segurança Social, de forma manifestamente irresponsável, declarou que via positivamente a entrada maciça de imigrantes como novos contribuintes para a Segurança Social, e ainda que não tivesse contabilizado o seu impacto no sistema, reconhecia que este será importante para o reforço das receitas.
Estas declarações são paradigmáticas da irresponsabilidade governativa em que Portugal caiu: o senhor Secretário de Estado da Segurança Social chega a uma conclusão sobre um dos assuntos prementes da vida política, económica e social em Portugal, sem base em quaisquer suportes, por mínimos que sejam, limitando-se, assim, tão-só a matraquear um lugar comum dos politicamente correctos que não se dão ao trabalho de pensar, por pouco que seja.
Pergunto eu: os eventuais ganhos (?) tidos a montante com a entrada dita maciça de imigrantes no sistema de segurança social, serão compensados pelo brutal aumento de gastos para o erário público que esses mesmos imigrantes - muito especialmente os de origem africana - a jusante acarretam, mormente em termos de despesas relativas a habitação social,educação, saúde e segurança pública?
Por outro lado, alguma vez o senhor Secretário de Estado ter-se-á interrogado sobre quem, por seu turno, irá um dia pagar e garantir a Segurança Social destes novos imigrantes contribuintes? Quer me parecer que não, estando o mesmo com as suas afirmações bastantes básicas a sacudir apenas a poeira pra debaixo do tapete...
O problema é complexo, mas não é seguramente desta maneira que será resolvido. Algumas medidas poderiam, desde já, ser tomadas, se Portugal fosse governado por políticos a sério e não por um bando de esquerdistas de tendências mais ou menos socializantes, mais ou menos "bem pensantes", incapazes de tomarem as medidas corajosas que se impõem. Exemplifiquemos algumas:
1º) Um aumento da duração dos tempos das actuais carreiras contributivas da Segurança Social, pois como o próprio Secretário de Estado reconhece, um dos problemas mais graves de que Portugal sofre é o tempo excessivamente curto de duração dessas mesmas carreiras;
2º) A institucionalização, de uma vez por todas, de os cidadãos poderem optar por sistemas alternativos proporcionados pelo sistema privado, ou, pura e simplesmente, renunciarem a contribuir para qualquer sistema, independentemente da sua natureza;
3º) Noutro plano distinto, a redução imediata da galopante despesa pública- (enquanto em Portugal, 51% do P.N.B. é consumido pelo Estado, na Irlanda esse mesmo montante é de apenas...28%), desviando-se parte do montante poupado, não só para o reforço da segurança social, mas sobretudo para a instauração de uma real política de apoio à família, política essa inexistente no nosso país, muito especialmente pela consagração de uma genuína política de protecção à maternidade e de incentivo à natalidade, em detrimento da introdução de mão-de-obra imigrante (sobretudo africana).

Contribuição de  JR

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Abalo na Austrália: Partido anti-imigracionista com 10% dos votos em Queensland
[Associated Press, 19 de Fevereiro 2001]

Nas eleições do estado de Queensland, um dos principais da Austrália, o partido One Nation de de Pauline Hanson recolheu quase 10% dos votos, chegando a obter em algumas localidade cerca de 40% dos votos. O que levou o Primeiro Ministro da Austrália , John Howard do Partido Conservador, a dizer que " tinha ouvido a mensagem."

O Partido da Senhora Hanson bate-se contra a Imigração Asiática, assim como pela diminuição de subsídios e outras prestações sociais aos aborígenes entre várias outras medidas.

 

Parece quase uma infalibilidade, onde há europeus existem ou existirão imigrantes do Terceiro-Mundo ! É uma mera questão de tempo !

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Um navio com 1000 clandestinos encalha numa praia de França !
[AFP, 17 de Fevereiro 2001]

O navio "East Sea" com quase mil passageiros clandestinos encalhou na praia entre St Raphäel e Nice, no Sul de França. Os imigrantes ilegais são todos de origem kurda e provenientes da Turquia, onde embarcaram com destino à U.E.

Três dias após a chegada, todos pediram o asilo político, processo moroso mas que tem como principal mérito evitar a expulsão automática.

 

Este subterfúgio do pedido de asilo, foi certamente um alívio para as autoridades socialistas francesas que estavam visivelemente embaraças com esta situação, preferindo albergar mais uns quantos imigrantes ilegais a terem que enfrentar alguns jornais assim como os diferentes partidos da extrema-esquerda e respectivas organizações humanitárias ! Só em 2000 foram 400.000 os pedidos de asilo na União Europeia !

Podem ter a certeza que este gesto foi visto e bem apreciado pelos cerca de 30 milhões de kurdos que se estendem pelo norte do Iraque, Síria, Irão e Sul da Turquia.

Para os mais distraídos ou ingénuos recorda-se que em Setembro do anos passado, há pouco menos de seis meses uma embarcação chamada "professor Kolesnikov" com 291 imigrantes ilegais kurdos provenientes da Turquia foi encontrada na costa italiana perto do porto de Otranto.

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"Os mouros que voltem para Marrocos que é onde devem estar"
[
Europa Press, 15 de Fevereiro 2001]

Foi esta a frase pronunciada pelo Vice-Presidente do Parlamento da Andaluzia, Rafael Centeno, durante o debate sobre imigração do passado dia 7 de Fevereiro.

Mas o mais interessante é que, quando se tentou saber quem foi que tinha pronunciado tal frase no debate no Parlamento, Rafael Centeno denunciou Matías Conde do Partido Popular como sendo o autor da frase.

Foi preciso recorrer-se à gravação vídeo para que ficassem desfeitas as dúvidas, o que levou ao pedido de desculpas de Rafael Centeno ao deputado Matías Conde e ao PP, bem como ao seu pedido de demissão de todos os cargos, incluindo o de Vice Presidente do Parlamento e também do PSOE da Andaluzia.

Nesta confusão ninguém sabe se a demissão não resulta mais da acusação injusta para com o deputado do PP do que propriamente das palavras que o deputado socialista pronunciou contra os marroquinos.

Em todo o caso, e lembrando o adágio de um professor francês "há coisas que nunca devemos dizer mas que temos que ter sempre presentes" .

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"Alemães acham que existem demasiados Estrangeiros!
[
Diário de Notícias, 12 de Fevereiro 2001]

Cerca de metade dos jovens alemães acham que existem estrangeiros a mais no país, segundo o que resulta de uma sondagem realizada pelo Instituto Forsa junto de 1016 alemães entre os 14 e os 25 anos.

Mas para o politicamente correcto Diário de Notícias, o problema não é existirem demasiados estrangeiros na Alemanha mas sim existirem demasiados alemães a pensar assim.

Para quando um sondagem "Estrangeiros acham que existem demasiados Europeus na Europa" ?

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"Mais Imigrantes: Padres angolanos para Viseu!
[
Diário de Notícias, 12 Fevereiro 2001]

D.António Monteiro, o Bispo da Diocese de Viseu pediu ao seu colega da Diocese de Benguela que lhe enviasse padres para a Diocese Beirã, pedido que foi atendido. Para o Bispo de Viseu, estes padres angolanos serão os «novos missionários do século XXI » porque « estão a trabalhar junto das populações»» e acrescenta que esta solução «é vista com bom olhos». Todavia, um dos padres angolanos, João Bento, reconheceu que «nem todos acolheram bem esta realidade e foram ditas coisas menos agradáveis mas tudo passou».

É evidente que para certas pessoas a fidelidade política ou religiosa, sobrepõe-se à fidelidade que deveria decorrer da sua nacionalidade.

O discurso é sempre o mesmo. Hoje são Padres angolanos que vieram para substituír a falta de padres portugueses, amanhã serão angolanos que virão para substituír os fieis portugueses que desertaram as Igrejas. E depois admiram-se que os portugueses estejam entre os povos católicos que menos frequêntam as missas!

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"A Imigração é um problema grave" diz Tony Blair.
[Reuters- 9 Fevereiro de 2001]

Por ocasião da 23ª Cimeira Franco-Britânica realizada em Cahors, foi decidido que deveria haver um reforço da cooperação policial nas ligações entre os 2 países no sentido de uma luta mais eficaz contra a imigração clandestina..

" A imigração clandestina é um problema grave, não somente para a Grande-Bretanha mas para toda a Europa. É um dos desafios que se colocam à Europa hoje." declarou o Primeiro-Ministro Tony Blair na conferência de imprensa com Jaques Chirac e Lionel Jospin.

No ano de 2000 a Grã-Bretanha recebeu 76.000 pedidos de asilo um aumento de 7% em relação a 1999, ano recorde dada a crise do Kosovo.

Na realidade e segundo o governo britânico cerca 80 % dos pedidos de asilo são "verdadeiros-falsos-candidatos ao asilo" ( "bogus asylum seekers ") que na realidade emigram por razões económicas.

Os números estão aqui, mas não seria necessário, bastaria que o PM britânico lesse os jornais ou passeasse por Londres. Para os mais desatentos e espantados com esta mudança do humor britânico, lembramos que as eleições estão à porta. Lá como cá, a governação é uma outra forma de fazer propaganda.

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O impacto dos ilegais.
[Boston Globe, 6 de Fevereiro 2001]

Segundo os dados do US Immigration and Naturalization Service existiriam cerca de 6 milhões de imigrantes ilegais.

Na realidade estes números foram postos em causa por um outro departamento federal, o Census Bureau, segundo o qual existirão quase o dobro, isto é 11 milhões de imigrantes ilegais .

Esta divergência poderá ser explicada pelo facto de os imigrantes ilegais terem entrado nos EUA após o Censo de 1990.

Para além desta questão do número de imigrantes ilegais, o director adjunto do Census Bureau, John Thompson, salientou que históricamente os Censos sobre-contam a população branca e sub-contam as minorias étnicas em aproximadamente 4 milhões de pessoas.

Na realidade ninguém se entende quanto aos números, ficam 2 certezas: Existem mais imigrantes e as minorias étnicas nos EUA são mais numerosas do que os números oficiais revelam.

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Êxodo na África do Sul: Já saíram 250 000
[AFP, 5 de Fevereiro de 2001]

Segundo um recente estudo da Universidade do Cabo, em oito anos apenas, mais precisamente entre 1989 a1997, cerca de um quarto de milhão de pessoas deixaram definitivamente a África do Sul com destino à: Áustrália, Grã-Bretanha, Canadá, EUA e Nova -Zelândia.

Segundo o Sunday Times são de todas as profissões e formações, engenheiros, professores e quadros de empresas mas em comum apenas o facto de todos serem brancos.

Todas as empresas de apoio à emigração de famílias sul-africanas são unânimes em reconhecerem o aumento constante de pedidos tratamento de dossiers para a emigração, ali´s John Gambarana da empresa "International Immigration Alliance "de Joanesburgo afirma :" Não tenham ilusões! É o melhor deste país que se vai embora ! "

Depois dos exemplos de Angola e Moçambique, o Zimbabué e a África do Sul criaram deliberadamente as condições para que os Brancos fujam do país. Parece que preferem viver entre eles na miséria do que com uma minoria de Brancos a liderara o desenvolvimento económico !

Com o fim do "apartheid" a África do Sul passou a ser um dos países mais violentos do mundo, aliás detêm o triste recorde mundial de violações, entenda-se de violações de mulheres negras por homens negros ! E ainda há quem queira explicar tudo com uma consequência do "apartheid"...

Como dizia um emigrante português na África do Sul : " Se tivessemos comprador para a nossas casa e loja, íamos embora amanhã ...." Infelizmente nós sabemos que a maioria vai regressar de mãos vazias !

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Falta de verbas cessa apoio a Imigrantes.
[Publico, 5 de Fevereiro de 2001]

A sucursal ideológica portuguesa do New York Times, publicou no passado dia 5 de Fevereiro a seguinte notícia da qual se transcrevem os seguintes trechos:

"Há uma semana que o guineense Sunjulo deixou de receber as refeições trazidas pela Sanitae (Associação para a Informação e Defesa da Saúde dos Africanos). Portador do vírus HIV, doente renal obrigado a fazer hemodiálise três vezes por semana, teve que deixar a construção civil e a música, as duas actividades que lhe permitiam subsistir."

Os seus compatriotas, que certamente incluiam familiares dele, possivelmente até ele próprio, andaram 13 anos a matar portugueses para serem independentes! Agora, acham que nós portugueses temos o dever humanista de tratar problemas destes. E se nos recusamos somos os maus da fita!

"Segundo a Sanitae, que ontem organizou uma concentração de imigrantes na sua sede em Lisboa, Sunjulo é apenas um dos cerca de três mil imigrantes que podem ter tuberculose, hepatite B ou sida a quem tiveram que suspender o apoio porque o Ministério da Saúde (MS) não cumpriu um protocolo de colaboração que assinou há três anos."

Não cumpriu? Quer dizer que estes esquerdoides não cumprem o que prometem, nem sequer perante o seu "povo eleito"?

"De acordo com a presidente da Sanitae, a médica Yolanda Fortes, o protocolo com a Administração Regional Saúde de Lisboa previa verbas para poderem fazer o seu trabalho. Desde a sua assinatura, uma equipa de 11 médicos, três enfermeiros e 48 mediadores de saúde presta apoio a imigrantes na área de Lisboa: fornecem medicamentos, suplementos vitamínicos, refeições, artigos de higiene pessoal e fazem "o acompanhamento e toma presencial de tubercolostáticos". "

Então mas estes imigrantes não vinham para "promover o nosso desenvolvimento economico, social e cultural e contribuir para pagar as nossas reformas? Como é que isso é compativel com a administração de suplementos vitaminicos e tubercolostáticos?

"Confrontada com as críticas, a ministra da Saúde disse na semana passada que o protocolo não menciona financiamentos. E, tanto Manuela Arcanjo como o primeiro-ministro António Guterres garantiram ontem, em Viseu, ser falso que tenha havido cortes nos subsídios do ministério em relação aos imigrantes.  O PÚBLICO teve acesso ao protocolo e não é mencionada a concessão de verbas. No entanto, Yolanda Fortes refere que sem apoio económico é óbvio que não podiam fazer o trabalho a que se propõem no protocolo e que compete ao Estado. "Acreditámos na boa-fé dos governantes, não levámos nenhum jurista connosco."

A Dona Yolanda está implicitamente a chamar desonestos aos nossos governantes, o que não deixa de ser verdade. Mas porque não tenta obter estes financiamentos dos governantes dos países de origem dos imigrantes? Quem sabe se eles não estarão de melhor fé? Ou será que eles ainda são piores do que os nossos?

"A Sanitae encaminhou para o sistema de saúde cerca de cinco mil imigrantes, mas não recebeu qualquer verba e as dívidas ascendem a 42 mil contos. "Há entre dois e três mil imigrantes que apoiamos e que precisam de ser rastreados, porque poderão ser portadores de doenças infecto-contagiosas", diz a médica. Yolanda Fortes chama a atenção para o facto de muitos imigrantes doentes sem
tratamento trabalharem em cafés, restaurantes e nas obras, o que constitui "uma grave ameaça à saúde pública". "

Perante uma chantagem velada como esta, um governo com eles no sitio, repatriava estes três mil imigrantes doentes e deixava-os aos cuidados da "boa fé" dos governos dos seus países de origem devidamente acompanhados da Dona Yolanda.

Quanto ao facto de trabalharem na restauração e serem uma ameaça à saúde publica não restam dúvidas. Basta passar pelo Colombo e ver quem está por detrás dos balcões das lojas de fast-food da Ibersol. Pensam que o Eng. Belmiro de Azevedo está muito preocupado com isso? Mesmo se algum cliente contrair tuberculose por comer num dos restaurantes do colombo ele nunca conseguirá provar que foi lá que a contraiu. O Sr. Belmiro pode e vai continuar a dormir descansado. Este empresariado cavernícula que temos...

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"Imigração ilegal: O negócio criminoso de maior crescimento".
[AP 4 de Fevereiro de 2001]

Londres- A Grã-Bretanha e a Itália anunciaram em Londres planos para uma iniciativa conjunta com vista a porem termo ao fluxo de imigração ilegal na Europa Ocidental através da chamada rota dos Balcãs, utilizada essencialmente por imigrantes clandestinos iraquianos, turcos e chineses, conforme um comunicado conjunto assinado por Tony Blair e Giuliano Amato e publicado no jornal The Observer.

Segundo declarações prestadas à BBC pela Ministra Britânica para a Imigração Barbara Roche, considera-se que por esta rota terão entrado cerca de 50.000 imigrantes ilegais nos primeiros 10 meses do ano 2000; via utilizada por exemplo pelos 58 imigrantes chineses que morreram asfixiados num camião em Dover no ano passado.

Os Primeiro Ministros, Tony Blair e Giuliano Amato, concordaram ainda que em qualquer debate sobre a Europa, a imigração deve ser um tema prioritário a ser discutido.

Se a vontade real estivesse ao nível do poder detido, a imigração ilegal já teria cessado, bastava mudar a lei, acabar com os subsídios, alojamento gratuito, recambiar os ilegais e penalizar os países de origem com multas a deduzir das ajudas bilaterais ou comunitárias.

Lá como cá a preocupação é enorme e a acção é mínima.

http://www.newsday.com/ap/text/international/ap735.htm

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Imigração é a preocupação nº 1 para italianos do Norte.
[AGI, 1 de Fevereiro de 2001]

O desemprego, a criminalidade e a imigração do Terceiro Mundo são as 3 grandes preocupações dos italianos, de acordo com uma sondagem elaborada pelo ISTA,  acerca do quotidiano de 28.000 famílias italianas, que correspondem a 77.000 indivíduos.

Se no Sul de Itália , o desemprego e a criminalidade são os temas dominantes, nas cidades do Norte de Itália como Torino, Milão e Bolonha a imigração proveniente de fora da Europa é a grande preocupação para mais de 40 % destes citadinos italianos.

A Itália é um dos poucos países da União Europeia onde ainda é possível criticar a imigração e ver essa preocupação defendida por partidos políticos, nós como sempre copiamos as piores ideias da Europa.

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Aumento impressionante dos crimes raciais.
[The Oldham Evening Chronicle, 31 Janeiro de 2001]

Os crimes raciais em Oldham, cidade junto a Manchester, Inglaterra, atingiram níveis recorde, através de um tremendo aumento de ataques violentos contra homens brancos isolados.

O superintendente-chefe da Polícia de Oldham mostra-se muito preocupado com o aumento dos ataques racistas por gangs de jovens, essencialmente do Paquistão e Bangladesh contra brancos, sublinhando que "nos últimos 12 meses, a Polícia investigou 572 incidentes raciais, desses ataques, 60% das vítimas eram brancas" .

Estas afirmações foram proferidas depois do espancamento e esfaqueamento de um jovem de 23 anos, Mark Clayton, num Sábado à tarde por um gang de asiáticos.

E se em muitos casos, a violência faz parte do roubo, constata-se um aumento dos crimes unicamente motivados por racismo, sem que houvesse qualquer provocação, das vítimas brancas.

Nós também temos os nossos gangs !

Se fosse um critério de convergência real na União Europeia, estaríamos certamente no pelotão da frente.

 

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Em 1999 continuou o aumento da imigração em França!
[Reuters, 24 de Janeiro de 2001]

Segundo o relatório anual do Alto Conselho para a Integração, a imigração no ano de 1999 continuou o seu crescimento mesmo não considerando as regularizações extraordinárias do Governo de Lionel Jospin. Assim e em 1999 entraram em França mais 111.000 pessoas e no ano anterior em 1998, 141.000 dos quais cerca de 50.000 imigrantes a coberto de mais um novo processo de regularização extraordinária.

O Alto Conselho para a Imigração refere ainda ser impossível quantificara a imigração ilegal existente em França.

Em média refere o Alto Conselho para a Imigração são cerca de 100.000 imigrantes legais que entram em França, cerca de 75 % deles são não-europeus.

Uma das disposições legais que permitiu e permite a entrada legal de mais imigrantes é a do reagrupamento familiar, aliás 2/3 das pessoas que beneficiaram desta faculdade são Africanos.

 

Não vamos aqui salientar a contradição com o facto de os desempregados em França serem mais de 3 milhões, porque a imigração não pode ser encarada como um fenómeno meramente laboral ! Aliás basta considerar a questão do reagrupamento familiar no que toca o às nefastas consequências sociais para se perceber como é primário querer encarar a imigração como uma questão apenas de trabalho !

Mas alguns dirigentes de Esquerda irresponsáveis continuam a estratégia louca de captar futuros eleitores e de reforçar por este meio divisão política no seio da sociedade francesa, mas no dia em que perceberem que já não se trata de uma mera divisão mas de uma autêntica fractura será no momento em que se entrar num colapso total, nessa altura será tarde de mais. O exemplos abundam de povos e países que entram em conflito por questões étnicas, raciais e religiosas, bastaria que a esquerda parasse de acreditar nesse mito do Homem Novo !

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Imigrantes do Terceiro-Mundo: Um problema para Israel.
[Jerusalem Post, 13 de Janeiro de 2001]

Com cerca de 200.000 imigrantes, dos quais 75.000 ilegais, provenientes essencialmente de África mas também da Europa de Leste, da América do Sul e da Ásia, Israel é um dos países com uma das maiores taxas de imigração do mundo. A população israelita é de 5.475.000, dos quais 80% são judeus e sendo que os árabes já representam 20% dos cidadãos de Israel.

Esta imigração é considerada como uma verdadeira «bomba social no tempo», já que são considerados uma sub-classe inassimilável.

Aliás aquando da violação e assassinato de uma mulher israelita por um imigrante asiático, o então ministro do trabalho  Eli Yishai disse :" Aquilo que tanto temíamos acabou por acontecer. O efeito dos imigrantes na sociedade é letal."

Até 1992, ano do início da Intifada, certos trabalhos eram realizados pelos palestinianos da Faixa de Gaza e da Cisjordânia, mas após vários casos de esfaqueamentos de israelitas pelos palestinianos, a imigração foi um recurso para certos tipos de trabalho.

Todavia há quem considere que a enorme quantidade de imigrantes já está a criar xenofobia na sociedade israelita.

Em todo o caso o Governo continua a aplicar a lei, deportando imigrantes ilegais e multando os seus empregadores, conforme salientou Efraim Cohen chefe da Administração dos Trabalhadores Estrangeiros do Governo Israelita. E perante a questão de quem é que irá preencher os lugares a vagar, Cohen respondeu de forma categórica "Israelitas desempregados!"

Esta surpreendente e recente situação, dá que pensar: nenhum país hoje está ao abrigo deste fenómeno, qualquer que seja a sua taxa interna de desempregados ou a sua cultura, existe uma pressão migratória externa que tira proveito de interesses internos irresponsáveis.

Mas Israel que tem um uma consciência identitária forte não aceita apesar de tudo a naturalização ao contrário de Portugal por exemplo. Um exemplo que Portugal deveria seguir, sob pena de desaparecer.

De qualquer modo existe um pormenor curioso que é interessante observar: Desde há várias décadas que, um pouco por todo o mundo ocidental, os intelectuais judeus de esquerda têm sido os campiões da promoção do multi-culturalismo. Agora vai ser interessante de observar como é que o povo escolhido se vai dar com uma boa dose deste remédio. Pelo contrário, alguns intelectuais judeus de direita dizem coisas bastante acertadas, como se pode ver por este artigo.

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Enfermeiras imigrantes com HIV/SIDA em Inglaterra.
[Electronic Telegraph, 12 Janeiro 2001]

No seguimento de um rastreio de HIV/Sida a 8.000 profissionais de saúde, foram detectados pelo menos 10 de funcionários infectados com este vírus o que levou Jane Eminson, Chefe da autoridade de Saúde de Wolverhampton, a afirmar em conferência de imprensa que " os doentes não correm qualquer risco no contacto com os trabalhadores de saúde". Mas, e por medida de precaução, esses profissionais de saúde foram afastados do contacto com certos doentes e em certos serviços.

A inspectora chefe recusou-se a levantar o anonimato dos tais profissionais de saúde, os quais são provenientes da África Negra, região onde estão declarados mais de 23 milhões de pessoas infectadas.

A Grã-Bretanha tem vindo a recorrer a profissionais de saúde de todo o mundo, face ao desinteresse dos britânicos em trabalhar como enfermeiros no serviço nacional de saúde, em resultado dos baixos salários e horários de trabalho pouco favoráveis.

Os britânicos tem vindo a recrutar imigrantes com qualificações para trabalharem na área de saúde mas descobriram agora no caso dos africanos que estes acumulam uma dupla qualidade: a de enfermeiros-doentes.

Será que África tem enfermeiros e médicos a mais ? Recrutá-los, privando a África dos seus serviços, não cria problemas de consciência à Esquerda do Senhor Tony Blair !

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Governo espanhol diz que não haverá mais regularizações.
[El Mundo, 10 de Janeiro 2001]

Enrique Fernández-Morian, secretário de Estado, descartou categoricamente qualquer possibilidade de uma regularização extraordinária, a exemplo do que aconteceu no ano passado, em virtude da entrada em vigor no dia 23 de Janeiro 2001 da nova Lei de Estrangeiros.

Quanto às críticas dos empresários, sobre a possível falta de mão de obra este governante deixou a pergunta no ar, será que os empresários que sabem tão bem prever a sua produção não são capazes de quantificar as necessidades de mão de obra ?

Quando se vê a "garra" espanhola em contraponto com a titubeante atitude portuguesa é legítimo perguntar: valeu mesmo a pena o 1º de Dezembro de 1640 ? Ou dito por outras palavras é preferível termos lutado contra a Espanha para nos tornarmos num país africano ?

 

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África, Imigrantes e Tolerância.
[Yahoo 29 de Janeiro de 2001]

Dos 15,4 milhões de habitantes da Costa do Marfim, mais de 4 milhões (30% da população) são imigrantes, essencialmente provenientes do Mali, Burkina-Faso e Guiné.

Cerca de metade dos imigrantes já nasceram na Costa do Marfim, mas são considerados estrangeiros ao contrário do que se passa na maioria dos países europeus como Portugal.

Com o início da crise económica em 1990, instalou-se uma crise social, e com a escassez de trabalho, a imigração proveniente de quase todos os países africanos vizinhos, tem vindo a ser contestada, frequentemente de forma muito violenta.

O governo do recentemente eleito presidente da Costa do Marfim, o socialista Laurent Gbagbo, tem vindo reforçar as fronteiras por forma a impedir a imigração ilegal. As relações entre a população e os imigrantes tem degenerado ao ponto de muitos imigrantes decidirem sair da Costa do Marfim, o que já levou o presidente do Senegal Abdulá Wade a dizer : " Um burquinabês (nacional do Burkina-Faso) sofre mais na Costa do Marfim do que um Negro na Europa".No entanto, e porque estamos num país africano, estas palavras despoletaram mais uma onda violência contra os senegaleses.

Apesar de todos os massacres e toda a violência de origem étnica e religiosa que é uma constante em África, continua-se de forma insistente a insinuar que os Europeus que não querem imigrantes são xenófobos e ignorantes, mas aos africanos, os super-coitadinhos da nova ordem victimológica, ninguém se atreve a apontar o dedo.

29 Janeiro 2001, AFP

http://fr.news.yahoo.com/010129/1/v7bz.html

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ONU Pressiona UE a Favor de mais Imigração
[Yahoo 29 de Janeiro de 2001]

O Secretário Geral das Nações Unidas, o africano Kofi Annan pediu à EU para aceitar mais imigrantes, afirmando que tinha solicitado "uma reavaliação positiva das suas políticas de imigração", afirmações estas proferidas aquando do primeiro dia  do Fórum Internacional sobre Intolerância, Anti-Semitismo e Xenofobia em Estocolmo, Suécia.

Declarou ainda que a União Europeia tem tido uma política mais restritiva do que os EUA. Justificou o seu ponto de vista, dizendo que "os políticos europeus tem adoptado políticas populistas que contrastam fortemente com a sua riqueza."

É de registar a visão neo-marxista ou cristã de Kofi Annan em apelar a um sentimento de culpa, ao contrapor o nosso bem estar à miséria do Terceiro-Mundo. É de estranhar ainda que o Secretário Geral das Nações Unidas, venha também fazer a ligação entre imigração e racismo/xenofobia, acusando expressamente a EU de restringir a imigração do Terceiro-Mundo.

Quem tinha dúvidas que a ONU era uma máquina de propaganda ao serviço de uma certa orientação política fica agora elucidado.

A imigração não serve os interesses da esmagadora maioria dos europeus, serve apenas os interesses dos países do Terceiro-Mundo, incapazes de alimentar a sua população e da Esquerda Neo-Marxista que ainda acredita que a Revolução virá dos «oprimidos», que hoje se chamam imigrantes. Estranhamente não mostra o mesmo empenho em se preocupar com as verdadeiras causas da pobreza no Mundo como, por exemplo, a sobrepopulação decorrente das altas taxas de natalidade dos países africanos, asiáticos e sul-americanos.

29 Janeiro 2001- AFP

http://fr.news.yahoo.com/010129/1/v8nk.html

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O número de brasileiros ilegais duplicou no último ano
[Correio da Manhã  22 de Janeiro de 2001]

" O NÚMERO DE BRASILEIROS ILEGAIS DUPLICOU NO ÚLTIMO ANO " afirma em entrevista ao Correio da Manhã de 22.01.2001, o Cônsul Geral do Brasil.

Segundo se afirma nesta entrevista, o número de imigrantes brasileiros legalizados é actualmente de 25.000, estimando-se o número de ilegais em cerca de 20.000, logo a comunidade brasileira em Portugal atinge a cifra de 50.000 imigrantes.

Sobre a nova lei de imigração que entra hoje em vigor a qual prevê uma nova legalização extraordinária para os imigrantes, apesar do SEF e do Governo não gostarem que se chame "legalização ou regularização extraordinária ", o facto é que o Cônsul Geral do Brasil em Portugal, Pedro Motta Pinto Coelho, revela bom senso .

Com efeito, o diplomata brasileiro afirma : " Nem nós, nem as autoridades portuguesas temos interesse em que haja brasileiros em situação clandestina ou ilegal em Portugal".

E mostra ser muito favorável à nova lei de imigração ( ao contrário do histerismo de algumas associações políticas portuguesas que sob capa sindical ou de organizações ditas humanitárias ) que só permite a legalização dos imigrantes clandestinos que dispõem de contratos de trabalho.

Resta-nos a aguardar para ver se a atitude do Cônsul Geral do Brasil quando se proceder à expulsão de brasileiros ilegais não regularizáveis de acordo com a nova lei de imigração se revele coerente e sensata como nesta  entrevista.

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Imigrantes ocupam Igreja em Espanha
[El Mundo,  10 de Janeiro de 2001]

"IMIGRANTES OCUPAM IGREJA EM ESPANHA " segundo a imprensa espanhola, desde o passado fim de semana que os imigrantes que não serão regularizáveis após a entrada em vigor da nova lei de Imigração em Espanha. Estes imigrantes são na sua esmagadora maioria provenientes de países árabes, africanos e asiáticos. Segunda afirmou o líder da associação de imigrantes em Espanha, Mustafá M´Rabet, serão muitas dezenas de milhares de imigrantes que poderão vir a ser expulsos.

Porque é que os muçulmanos ocupam as Igrejas, será a tal "cumplicidade anunciada " e inúmeras vezes denunciada ?

E o mais confrangedor é pensar que certos sectores da Igreja Católica abrem as portas à imigração ilegal muçulmana, já não só no sentido figurado mas em sentido literal !

O secretário de estado espanhol para a imigração e estrangeiros, Enrique Fernández Miranda, pediu aos municípios que não aceitem os imigrantes ilegais que não reúnem os requisitos legais, só para tentarem obterem mais verbas ou transferências do Estado devido ao aumento populacional.

Afinal quem é que explora os imigrantes ? Os comunistas, socialistas e sociais-democratas que dirigem as câmaras municipais tiram proveito da imigração ilegal ? Que sociedade é esta em que vivemos, em que os representantes da democracia política, em vez de darem o exemplo, se comportam como sanguessugas criminosos ? Vale tudo ?

Por sua vez o diário espanhol, ABC, sublinha que o governo espanhol quer assinar acordos com 7 países prevendo a expulsão e repatriamento de imigrantes ilegais, que se estimam em pelo menos em 200.000 clandestinos, essencialmente africanos.

http://www.el-mundo.es/2001/01/10/sociedad/e000121.html
http://www.abc.es/sociedad/noticia.asp?id=6887&dia=Hoy
http://www.seg-social.es/imserso/

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IMIGRAÇÃO EM PORTUGAL   

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