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ESTA SITUAÇÃO INTERESSA A QUEM?

 

Porque rejeitamos imigrantes europeus e aceitamos toda a espécie de imigrantes do terceiro-mundo?

Num país como Portugal onde o desemprego nestes últimos anos nunca foi inferior a 4%, que é um dos países mais pobres da Europa, onde o problema da habitação ainda não tinha sido resolvido, onde o índice de desenvolvimento humano é mais baixo que em muitos países do chamado terceiro-mundo, fomo-nos pôr a importar imigrantes analfabetos portadores de uma cultura pré-urbana e pré-industrial.

Do ponto de vista genético, e tanto quanto se sabe(1), as raças são todas equivalentes, mas do ponto de vista cultural deve ser óbvio para qualquer um, que existem enormes diferenças entre os individuos e entre as nações. Algumas culturas são simplesmente MELHORES do que outras, pelo menos na capacidade de gerar riqueza e qualidade de vida aos seus elementos. O "software cultural" africano-negro tem uma característica que o separa de todos os outros: Julgado por estes dois factores; A capacidade de criar riqueza e qualidade de vida, ele é de longe O PIOR DE TODOS. Podemos sentir muita pena e ter muita vontade de ajudar, mas quanto mais depressa admitirmos que isto é verdade, melhor será para todas as partes.

Os nossos descendentes que já por si não estarão particularmente bem equipados ou treinados, vão ter de avançar pelo século XXI arrastando atrás de si, como uma pesada âncora, a enorme população descendente desses imigrantes. Uma população não-assimilada, muito consciente da sua diferença, frustrada, revoltada, complexada, vingativa, reivindicativa.

  • Estamos a importar problemas que já tínhamos resolvido como por exemplo certo tipo de doenças típicas do terceiro-mundo.

  • Estamos a agravar problemas que ainda não tínhamos conseguido resolver como por exemplo os bairros de barracas.

  • Estamos a importar problemas que NUNCA tínhamos tido como por exemplo conflitos étnicos.

E para quê? Quem é que beneficia com isso? Consideremos cada uma das hipóteses:

-A sociedade portuguesa:

Dizem que as auto-estradas, a Expo e todos esses melhoramentos não teriam sido possíveis sem esses imigrantes. Mas então como é que a Espanha fez mais e melhor sem eles? Porque é que em Espanha, relativamente ao ordenado médio, as casas são mais baratas do que cá? Elas são construídas por espanhóis que ganham mais do que nós! Se de facto as auto-estradas não podiam ser construídas sem estes imigrantes, então porque não nos consultaram na altura? Porque não houve um debate nacional em que os portugueses fossem colocados perante a questão: "Querem mais estradas com imigrantes ou menos estradas sem imigrantes?" Tínhamos o direito de ter sido consultados ou não?

Eu não acredito nessa tese. Aliás tanto quanto sei nunca foram publicados números que a provem. O povo português nunca teve medo de trabalhar. Não admite é ser escravo. É aqui que esta o problema. A nossa lei laboral é muito rígida. Os patos bravos sabiam que se aproximava uma era de grandes construções mas que só duraria enquanto permanecesse aberta a torneira dos subsídios da CEE. Por isso não queriam estar a contratar trabalhadores que mais tarde não poderiam despedir. Precisavam de mão-de-obra descartável, barata, móvel, sem vínculos. Com a conivência do poder político iniciaram a era da neo-escravatura. Sempre que precisam de mais braços, telefonam ao engajador, dizem quantos pares de braços precisam e durante quantos dias e lá estão eles. Não existem papeis e como tal não precisam de ser pagos por nenhuma tabela. Não descontam para a segurança social. Tudo se passa à revelia da nossa própria lei laboral e toda a gente fecha os olhos. Eles são explorados de todas as maneiras. Trabalham à revelia das mais elementares regras de segurança. Mas ninguém se interessa. Todos viram a cara para o outro lado. Os sindicatos dos trabalhadores da construção civil vão passar à posteridade como as associações de trabalhadores mais inúteis da história.

 

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Infelizmente a foto não é suficientemente nítida mas todos os trabalhadores neste estaleiro eram africanos negros. Estariam em situação legal?

Os empreiteiros "respeitáveis" dizem que não empregam mão-de-obra clandestina, o que até é verdade. Mas depois recorrem a sub-empreiteiros, cujo "escritório" se resume a um número de telemóvel, para os quais vale tudo. Os empreiteiros "respeitáveis" dizem que não podem responder por esses sub-empreiteiros, que não são policias nem fiscais. Mas era tão fácil para eles acabar com esta situação, se realmente quisessem! Esta situação é de uma hipócrisia nojenta!

 

Se isto começou nos grandes construtores, hoje todos se aproveitam. Não há obra nenhuma que não faça uso de mão de obra neo-escrava. Depois da construção civil vieram as empresas de limpezas e claro que não vai parar por aí. No entanto, cada vez mais me interrogo se estes "empresários" têm realmente consciência do que andam a fazer. Será que sabem fazer contas? De que adianta ganharem hoje 2 milhões quando deveriam ganhar apenas 1 milhão, se o seu filho vai ter de gastar 3 milhões a ampliar os muros à volta da sua vivenda, a instalar o sistema de alarme mais sofisticado, a contratar guardas com cães, a contratar guarda-costas 24 horas?

Infelizmente a generalidade da população não vai poder beneficiar dessa segurança quando Portugal se transformar num Brasil em miniatura. Porque é isso que eles andam a fazer! Transformar o nosso Portugal num país onde as empresas de segurança serão o negócio mais próspero e de maior crescimento.

Quando um desses trabalhadores imigrantes ilegais caí num poço onde está a ser lançado betão, alguém pára o camião-betoneira? Claro que não! Isso ficava muito caro! Esse trabalhador não tem documentos, logo não existe. É descartável!

O que se está a passar na nossa industria da construção é um crime contra a humanidade que ninguém denuncia!

Mas o pior é que esses trabalhadores reproduzem-se como coelhos e os seus filhos já são cidadãos portugueses. Já não são descartáveis. Agora imagine uma criança a nascer neste meio familiar, a ouvir do seu pai histórias sobre a forma como é tratado, a crescer na pobreza e na miséria. Este jovem alguma vez se vai sentir verdadeiramente português? Alguma vez vai ser assimilado? Será que todos esses meninos dos SOéSes e da política não percebem que estamos a criar no nosso seio um exército de revoltados, de frustrados, de vingadores?

Porque é que esses SOéSses nunca denunciam a situação de neo-escravatura corrente na nossa industria de construção civil? Eles que estão tão próximos do poder e têm tantos contactos nos média poderiam fazê-lo facilmente e de muitas formas. Porque não fazem? Na verdade de vez em quando lá dizem qualquer coisa, mais não seja para dar a entender que não estão completamente a dormir. Mas ACTOS concretos, NUNCA se vê nada. Porquê?

Por exemplo, podiam lançar uma campanha de denuncia dos presidentes dos concelhos de administração das grandes empresas de construção civil. Começavam pelo senhor administrador da maior empresa de construção do país. Juntavam um grupo de manifestantes à frente da luxuosa vivenda deste senhor empunhando cartazes com fotos da sua cara ampliada e "palavras de ordem" contra a exploração de mão-de-obra imigrante.

Convocavam os média e denunciavam com grande alarido o que se passa nas empresas deste senhor. Agora imagine o efeito que isto tinha no Sr. administrador. Ele que é tão digno e distinto! Ele que é convocado para as recepções nos locais mais elevados. Ele que é supostamente uma pessoa de bem, a ser denunciado perante todo o país como sendo um neo-negreiro! Pior ainda, ser denunciado perante os seus vizinhos e perante o seu meio! É evidente que isto era cruel. Mas estes senhores são cruéis e estão se borrifando para o colectivo! Porque haveríamos de ter pena deles? A nossa patética pseudo-justiça não faz nada ...

Isto era só o começo. Depois repetiam com o administrador da segunda maior empresa e assim sucessivamente. Não creio que eles resistissem muito tempo. Com a privacidade assaltada e as culpas expostas acho que eles rapidamente acabavam com a semi-escravatura em Portugal. Se isto fosse acompanhado de um programa humano mas eficaz de repatriamento, acho que conseguíamos obter uma grande vitória. Por nós e pelo futuro de Portugal.

Outra coisa que os SOéSes e também os sindicatos podiam fazer era substituir os irresponsáveis organismos oficiais que têm por função fiscalizar o cumprimento das leis laborais. Podiam por exemplo criar uma espécie de marca de qualidade que só era atribuída aos empreendimentos que tivessem sido construídos sem recurso a mão-de-obra ilegal. Criavam uma associação que negociava com os empreiteiros o direito de poderem afixar esse símbolo no seu stand de vendas e na publicidade. A condição era o empreiteiro dar inteira liberdade aos membros da associação de poderem entrar no estaleiro em qualquer altura e de surpresa. Só se não fosse detectada qualquer ilegalidade é que o empreiteiro tinha o direito de afixar essa marca no fim da obra, no stand de vendas ou na publicidade.

Isto a principio podia não ter qualquer efeito mas depois as pessoas iam começar a reparar que alguns prédios tinham essa marca afixada enquanto outros não. E iam começar a interrogar-se, especialmente se os preços fossem iguais ou variassem pouco. E que dizer daqueles empreendimentos que mandam luxuosas brochuras pelo correio enaltecendo a grande qualidade da sua construção e o "prestígio" que automaticamente concedem a quem os comprar. Como é que esses empreiteiros iriam justificar o facto de não terem a tal marca na brochura?

Ainda outra coisa que os SOéSes podiam fazer era levar a cabo, todos os seis meses, uma cerimónia do estilo da entrega dos óscares em que era "premiado" o neo-negreiro do semestre, i.e. aquele que mais imigrantes ilegais explorou e da forma mais implacável. O troféu, claro, era uma estatueta semelhante a um óscar mas com as mãos e os pés ligados por correntes. O efeito mediático era retumbante e o custo mínimo. É claro que o neo-negreiro não estaria presente na cerimónia mas podiam apresentar em background e grande ecram, imagens suas e do que se passa nos seus estaleiros. Se o neo-negreiro ameaçasse com os tribunais não seria dificil arranjar testemunhas que comprovassem que o que estava a ser dito era a verdade.

Enfim, tanta coisa que os SOéSes podiam fazer se estivessem realmente interessados em acabar com a exploração de imigrantes! Mas não estão!

Os SOSéses não fazem isto nem outra acção do mesmo tipo! Porquê? Porque eles estão no mesmo barco que os pato-bravos! Esta situação é benéfica para eles! E por ela que eles existem! É ela que lhes paga os ordenados! Eles não estão interessados em acabar com ela e muito menos com as consequências dela, estão interessados é em mungi-la!

Não esqueçamos que os elementos dos SOSéses são na sua maioria "boys" das "juventudes" dos partidos e designadamente do PS. E o PS tal como o PSD precisa desesperadamente das "contribuições" dos grandes construtores civis. Só assim conseguem pagar as campanhas eleitorais.

Jamais se atreverão a morder a mão que os alimenta. Este problema é uma pescadinha de rabo na boca.

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Este é o estaleiro da Somague na quinta do Mocho. Estão a construir habitação social para os actuais habitantes desse tristemente famoso bairro.

Repare na crueldade destes construtores:

Primeiro ganharam mais dinheiro do que deviam utilizando estes africanos como mão de obra neo-escrava. Depois arranjam maneira de ganhar ainda mais dinheiro construindo habitação social para essa mesma mão-de-obra neo-escrava. Mas como é que eles constroem essas habitações sociais? Recorrendo a MAIS mão-de-obra neo-escrava fresca, que mais tarde vai precisar de MAIS habitação social...

Não são espertos estes construtores? O seu negócio está garantido por toda a eternidade!

Artistas destes nem no circo!

(É claro que a Somague não é melhor nem pior que os outros patos-bravos)

 
Em vez disto os SOéSes defendem a legalização estraordinária de imigrantes como uma espécie de panaceia que vai resolver todos os problemas. Repare: Esses imigrantes ao entrarem e permanecerem no nosso país em situação irregular estão a demonstrar o mais profundo desrespeito pelas nossas leis.

Perante isto que propôem os SOéSes e alguns partidos de esquerda? Mudem-se as leis portuguesas para tornar legal aquilo que é ilegal! Imagine que os portugueses se recusavam a pagar impostos. Já agora, porque não alterar a lei para tornar a fuga aos impostos também legal? Porque é que os estrangeiros têm o direito de ignorar as nossas leis e nós não?

Mas a legalização extraordinária vai realmente resolver alguma coisa? A vantagem competitiva dos imigrantes ilegais é precisamente o facto de serem ilegais e como tal descartáveis, sem direitos e obedientes. Se os legalizarem, eles ficam em igualdade de circunstancias com os trabalhadores portugueses e os neo-negreiros deixam de sentir vantagem em preferir os estrangeiros. O que isto vai provocar é um aumento da procura de ilegais. Quem vai perder mais vão ser os imigrantes que se legalizaram porque vão ficar entre duas paredes: De um lado os portugueses com os quais não conseguem competir devido ao nível de instrucção mais baixo e do outro os ilegais acabados de chegar que aceitam trabalhar por qualquer preço numa guerra implacável e sem quartel.

E quando esses novos ilegais começarem a somar vários milhares, que vão propor os SOéSes? Nova legalização extraordinária, com certeza! E assim sucessivamente num esquema piramidal do estilo "Dona Branca". Quando cobram 90 contos por cada processo de "legalização" é facil de perceber porque têm tanto interesse na eternização deste problema.

E os políticos? Um deles disse uma vez na televisão que esses imigrantes têm o direito de permanecer no nosso país por terem construído o edifício da CGD e o CCB. Eu não sei se esse senhor têm casa de férias mas se tiver, parto do princípio de que ela é usada em regime de "time-sharing" gratuito, não só pela sua família mas também pelas famílias dos operários que a construíram, ou será que este senhor só é partidário de partilhar aquilo que não é dele ou é de todos?

Porque é que cada um dos nossos deputados não convida uma família de imigrantes do terceiro-mundo a partilhar a sua casa? Não foram eles que fizeram uma constituição que garante o direito à habitação para todos? E não são eles que nunca levantaram a voz contra a actual política de imigração? Não são eles que ainda não fizeram um lei que penalize todos os que tiram partido da mão-de-obra ilegal? E não são eles que devem dar o exemplo?

Como poderiam recusar-se? Não podem invocar que não têm espaço ou que têm direito à sua privacidade. Os políticos são pessoas de "ideias" e de "princípios". O seu maior desejo é servir o país. Pela pátria fazem os maiores sacrifícios. Por isso se milhares de famílias Russas conseguem viver partilhando apartamentos eles também conseguiam e depois é tudo pelo bem da pátria e pelo espírito de cooperação com os PALOP.

Vejam as coisas pelo lado positivo: A esposa do senhor deputado ia-se divertir imenso a trocar receitas de culinária com a imigrante e sempre tinha companhia para ir aos recitais da Gulbenkian sempre que o seu marido está muito ocupado.

Os seus filhos podiam formar pelo menos 2 equipas de futebol de salão com os 14 filhos do casal e ainda sobravam elementos no banco. Nunca mais tinham problemas em encontrar parceiros para a "sueca" e até podiam organizar torneios.

Mas o melhor eram as conversas entre o senhor deputado e o imigrante do terceiro-mundo. Discutiam Proust, Marx, o homem novo, o humanismo, a 3ª via, a obra poética de Manuel Alegre, e muitos outros temas actuais que iriam certamente enriquecer ambos os participantes.

Mas o mais importante era o efeito de bola de neve que isso iria gerar. Como se sabe os deputados têm um enorme prestígio na nossa sociedade. O seu exemplo iria sensibilizar milhares de cidadãos portugueses a fazer o mesmo. Deste modo conseguíamos resolver não só o problema dos bairros da lata mas também o da exclusão social!

Façam isto senhores deputados ou então assumam que são os maiores hipócritas da história!

Estes SOéSses e os políticos ainda têm o descaramento de defender que nós portugueses temos uma espécie de dívida histórica a pagar pelo nosso passado colonial. Defendem ainda que o facto de sermos um país de emigrantes nos dá a obrigação moral de manter as portas abertas a todos os que pretendam imigrar para cá (desde que sejam originários do terceiro mundo). Isto são desculpas hipócritas de amorais com a consciência pesada.

Portugal precisa de um SOS Hipocrisia!

Portugal é uma democracia ou uma patobravocracia ?

-Os países africanos:

Os países de origem desses imigrantes também lucram com isso. Vêm-se livres do seu excesso de mão de obra que ainda por cima tém a forma de uma juventude potencialmente contestatária. Durante algum tempo ainda recebem as remessas desses imigrantes mas isso rapidamente chega ao fim a partir do momento em eles percebem que é preferível investir o dinheiro que ganham numa economia mais segura e previsível. Os seus filhos, esses nem querem saber das suas origens. Os seus heróis e as suas referências estão no bairro de Harlem em Nova Iorque e não em Bissau ou na Praia.

Há quem diga que no médio e no longo prazo estes países também perdem porque vêm sair uma parte da sua juventude, talvez a mais empreendedora, que vai deixar de contribuir para o desenvolvimento do seu país. Eu não tenho tanta certeza disso. A taxa de natalidade destes países é tão elevada que qualquer perda temporária é rapidamente compensada.

Duma coisa eu tenho a certeza. Um programa de repatriamento sensato, que permitisse corrigir esta situação sem deixar ressentimentos iria beneficiar toda a gente. Senão vejamos:

Os incentivos que os "retornados" iam trazer, junto com as suas economias, seria uma quantidade apreciável de divisas a entrar no seu país. Melhor ainda, elas iam entrar directamente pelas pessoas e não pelos governos onde uma boa parte é perdida em corrupção. Os recém-chegados teriam de usar uma parte desse dinheiro para construir casas, iniciar pequenos negócios, etc. Isto por sua vez ia criar um mercado para materiais de construção, criar empregos para pedreiros, canalizadores, electricistas, enfim ia dinamizar a economia local.

Adicionalmente os recém-chegados traziam a experiência duma sociedade muito diferente da sua donde poderiam tirar os exemplos que achassem que mereciam ser copiadas. Pelo menos traziam os olhos abertos por uma realidade diferente. Isso ia torná-los por exemplo mais exigentes com a sua classe política, com os serviços públicos, etc com todas as vantagens inerentes. Os filhos dessas famílias já traziam a educação escolar que obtiveram em Portugal e que apesar de não ser grande coisa talvez seja melhor do que a que obteriam nesses países.

Mas o melhor de tudo era que, se o processo fosse bem conduzido, se não deixasse ressentimentos, poderia, em vez de produzir um exercito inimigo em Portugal, produzir antes nos países de origem uma população com quem seria fácil estabelecer laços comerciais e outras formas de intercâmbio.

Todos ganhávamos! Mas infelizmente não se pode falar disto. A nossa sociedade está num estado tal que explode em histeria de cada vez que ouve pronunciar a palavra "repatriamento". Quem a pronuncia é logo acusado de racista e xenófobo!

(1) Arthur Jensen, o eminente psicólogo norte-americano argumenta convincentemente o contrário disto no seu interessante livro: "g factor - The science of mental abillity"

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Hoje em Algés

Brevemente num terreno perto de si.

 

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Armando Pereira 1999