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COMPARAÇÕES
| É importante comparar o que se passa em Portugal com os outros países Europeus. O anuário do Eurostat de 1996 refere que no longínquo ano de 1994 a situação era a seguinte: (Só considera imigrantes legais no caso de Portugal e França) |
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| Nesta altura o nosso país ainda estava com uma situação relativamente boa. De facto os estrangeiros do terceiro-mundo que nessa altura viviam em Portugal representavam menos de 1% da população total enquanto na França esse número já era de quase 6%. Suspeito que actualmente, e tendo em conta os ilegais, a situação seja bem diferente e espero poder actualizar este gráfico com valores mais recentes brevemente. |
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| Não basta comparar apenas a percentagem de estrangeiros de etnia não-europeia
na população. Um país mais rico poderá providenciar melhores condições de
acolhimento do que um mais pobre e consequentemente terá menos tensões sociais embora
possa até ter mais imigrantes.
Um índice simples que poderá dar
uma ideia da riqueza disponível por imigrante é o número de imigrantes por cada dólar
de rendimento per capita. Haverá índices melhores, mas este é simples, directo e não
andará muito longe da verdade. Também aqui Portugal não andava mal em 1994. Enquanto cada dólar
gerado por cada cidadão francês anualmente tinha de aguentar com cerca de 140 imigrantes
do terceiro mundo, no nosso país esse número era de apenas 7.
E qual será actualmente a situação? Certamente muito diferente. Talvez pior que a francesa. Será importante esclarecer isto porque ninguém nem nenhum país pode ser criticado por não dar mais do que aquilo que pode. Dados do eurostat de 1996. Os números para Portugal e França referem-se apenas aos imigrantes legais. |
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| I sto não podia ficar completo sem mostrar o reverso da medalha. Não nos pudemos esquecer que somos um país com muitos emigrantes. Este gráfico mostra a percentagem de portugueses na população de vários países europeus. Os nossos compatriotas são quase 12% da população do Luxemburgo, quase 2% na Suíça e mais de 1.5% na França. Muitos defensores da actual política de imigração utilizam isto como argumento para a manutenção das portas escancaradas. Dizem que é uma questão de princípio, uma dívida moral, uma questão de gratidão, etc.Eu DISCORDO completamente e explico porquê no artigo: Somos reféns dos nossos emigrantes? |
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IMIGRAÇÃO EM PORTUGALREFLEXÕES POLÍTICAMENTE INCORRECTAS |
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