
Todos estes portugueses são
capazes do melhor e do pior... No pior, contudo, são geralmente os melhores!
A crueldade com que os "cromos"são tratados nesta página, são simples carícias.
Muitos mereceriam muito mais. Mas que querem? Tenho um coração de manteiga...
...continuando:
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...Não
posso mais, tréu, tréu, tréu, tréu.
Lá, lá, lá, lá, dá cá o
meu... Não posso mais, vou-me mijar de tanto rir, tréu,
tréu, tréu, tréu. |
Recuso-me terminantemente a dizer seja o que for acerca deste homem. Aliás, estar aqui é um favor que lhe faço. Ele é tão anódino, mas tão anódino que o espaço que ocupa nesta indesejável galeria é mesmo assim uma homenagem imerecida. Já escrevi mais do que o devia. Não quero mais conversas. |
A dona Maria Alice de Carvalho Monteiro, navega
de plástica em plástica, espalhando sorrisos, distribuindo vestidos Chanel
(usados) às emigrantes cabo-verdianas dos bairros de lata, dizendo
bacoradas. |
A enteada do saudoso Tony de Matos bajula quem
tem de bajular. Bate em quem já está de cócoras. Oferece, sorridente,
lingotes de chumbo aos náufragos. |
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Ver a "sua" página: Zé Cabra |
Noblesse oblige, diz o caixote de lixo ao almeida.
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A tia Edite... Há uns anitos entrava-nos pela
RTP ensinando-nos português. Carinha laroca, ar de bimba. Onde já vão esses
tempos... Hoje a Senhora veste Chanel e o povinho é uma coisa distante,
irritante e malcheirosa. |
Pago 2 euros a quem me indicar o nome do cabeleireiro da senhora Deputada.
Preciso de lá mandar a Alzira. |
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A TVI inventou-a (programa "Amigos para
sempre") como "Rainha dos Pobres", deixando a velharia deste país caídinha
de amores por esta "alma nobre"... |
Aparece-nos por tudo o que é media,
inesperadamente, assustando os mais distraídos. |
Num país em que os jovens se peidam nas aulas e
uma em cada três palavras que dizem é "caralho" ( as outras duas do seu
"extenso" vocabulário é "foda-se" e "meu"), bem que era preciso alguém com
conhecimentos de etiqueta e boas-maneiras. Até pode ser que as gerações
futuras consigam comer à mesa sentados numa cadeira, sem arrotar ou cuspir
as cascas dos hamburguers para o chão. Paula Bobone é o exemplo vivo de um
percurso de sucesso: de medíocre funcionária dos CTT a rainha da etiqueta;
autora consagrada de best-sellers com direito a montra do dia na Bertrand e
FNAC. |
Pai do primeiro (e único) satélite português, directamente importado de um qualquer parque de sucata inglês. Abriu e fechou telejornais. Creio mesmo que houve quem comparasse o feito à gesta dos descobrimentos. Enfim, o ex-libris perfeito dos mentecaptos deste país. |
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Tem uma irmã gémea famosa, (a mãe de uma das
concorrentes mais bregas do Big Brother 4). |
A conversa de chacha. O lugar comum. As grandes
tiradas bacocas do sapateiro que toca rabecão. Há 30 anos atrás perdeu-se um
excelente ajudante de pedreiro. |
Nunca percebi o que é que este cromo faz. Canta é? Ou pede esmola? |
Com tantos sítios onde se esconder no Alentejo, com tantos bailaricos onde cantarolar pelas bandas de Redondo, com tantas alentejanas roliças que decerto ficarão com os olhos arremelgados e o coração em sobressalto quando o ouvem cantar... porque é que teima em querer andar por mundos que não penetra? |
Muita desta gente subiu a pulso, à
cotovelada, engolindo todos os sapos possíveis.
Só assim se compreende que sejam gente.
Esquerda? Direita?
Democrata? Revolucionário? Patriota? Humanista?
O que todos querem é o tacho bem farto!
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